junho 18, 2026

O PS anda maluquinho

O PSD está a desfazer o que o PS sempre fez por sistema e com mestria: colonizar o Estado.

Carneiro resolve! Dinheiro não chega para pagar as reformas? Não há problema — arranja-se o financiamento na hora.

Nem o Prof. Pardal faria melhor.

Prof. Pardal: 65 anos de invenções e invencionices - UNIVERSO HQ 

 

Ser branco agora é uma sentença de morte no mundo contra o racismo

Finalmente, foi divulgado um relatório de Rupert Lowe sobre os rape gangs de muçulmanos paquistaneses que, durante décadas, violaram, maltrataram e, em alguns casos, mataram meninas brancas britânicas — muitas com idades tão baixas quanto 11 anos. Ocorreu com um encobrimento sistemático e desprezo total nesta Europa que se precipita num abismo civilizacional. Há uma dissonância gritante entre o discurso e a prática.

Estima-se que tenham ocorrido 250.000 casos em todo o Reino Unido.

Dezenas de anos de multiculturalismo radical paralisaram a polícia e a justiça, que se recusaram a atuar por medo de serem acusadas de "racismo". As raparigas — quase todas brancas e de famílias da classe trabalhadora — eram tratadas como carne barata, mais descartável que a do talho. Quando os pais denunciavam, eram eles próprios perseguidos ou silenciados pelas autoridades.

Crimes desta gravidade e escala, que julgávamos impossíveis de passar despercebidos, tornaram-se frequentes, generalizados e sistemáticos.

Alguns dos factos chocantes estão descritos aqui e aqui.

"Before they raped me, they would chant, “In the name of Allah.”: a marca de uma ideologia, Islão, a que chamam religião.

Belfast não é um caso isolado — é apenas o sintoma visível de um povo que há muito deixou de ser ouvido ou respeitado. Pelo contrário: tem sido sistematicamente explorado, reprimido, abusado e despojado dos seus direitos mais básicos, incluindo o direito a ter uma opinião própria. Condenados a viver em sobressalto constante, tanto por si como pelos seus filhos.

A imigração em massa de comunidades que nos odeiam, nos desprezam e retribuem a hospitalidade com violência e desprezo abriu feridas profundas na nossa sociedade — feridas que se vão alargando e supurando a cada ano que passa.

Não contem com grande cobertura na comunicação social mainstream. Eles já perderam toda a credibilidade — e sabem-no bem.

Rasgavam as vestes com a Hungria de Órban

A Espanha representa hoje um exemplo deplorável da fragilidade democrática: sob governação do PSOE, assistimos a corrupção endémica, pressões sobre juízes, infiltração na Fiscalía, suspeitas graves sobre a polícia, alianças com ditaduras e sistemática delapidação de recursos públicos. 

O grau de degradação institucional atingido é de tal ordem que se torna difícil encontrar paralelo pior, mesmo na América Latina.

A Democracia apenas é forte quando os executantes são honestos! 

Quem estará a pagar

...a políticos, ao poder judicial e às forças policiais para censurar, humilhar e exterminar os povos europeus e a sua cultura, substituindo-os pela barbárie pré-medieval?

junho 02, 2026

Israel abriu a caça

... aos mandantes e executantes do massacre de 7 de Outubro. Uma justiça bem mais eficaz do que a francesa: os autores da orgia de terror no Bataclan estão quase a sair da prisão.

Entretanto, mais uma vez, Israel vê-se obrigado a ocupar o sul do Líbano para poder viver sem sobressaltos constantes. Onde estão os acordos anteriores?

Israel saiu de Gaza há 20 anos em nome da paz. Forçou os seus próprios cidadãos a abandonar as suas terras, as suas estufas, as suas dessalinizadoras e as suas sinagogas. Levaram apenas os restos mortais dos seus mortos. Dias depois, os palestinianos destruíram e pilharam tudo. Elegeram o Hamas, que rapidamente passou pelas armas os opositores da Autoridade Palestiniana. A ingénua UE, os EUA, a ONU e outros despejaram biliões de euros e dólares no território — muito mais do que em muitas regiões pobres da própria Europa. Com esse dinheiro construíram túneis, compraram armas e instalaram o terror, tanto contra o seu próprio povo como contra Israel.

Os fachas de Gaza vivem o destino que criaram. 


Não consigo respirar

... com a pressão constante dos média para escamotear verdades e esconder os factos inconvenientes. Ainda assim, conseguiram noticiar a "morte polémica" do jovem esfaqueado por um hindu que não hesitou em usar a faca cerimonial para o apunhalar mortalmente. A polícia, perante um testemunho não verificado que alegava racismo por parte da vítima, tratou de lhe colocar as algemas enquanto agonizava a dizer "não consigo respirar". Aguardo a indignação de Starmer.

Curiosamente, a violência contra imigrantes na África do Sul, muitas vezes perpetrada por zulus, também conseguiu furar a omertà mediática. Não se viu a habitual narrativa da extrema-direita, xenofobia, nem se invocou o ICE, Trump, a AfD, o Apartheid ou o Chega. A notícia ficou-se pela mera informação: sem comentários, sem indignação seletiva.

A herança de Mandela é, de facto, notável.