... ainda estavam a durar as sequelas da última greve dos maquinistas, dos revisores, do pessoal de estação, do pessoal de estação e maquinistas, do pessoal de estação e revisores, dos revisores e maquinistas ou dos revisores, pessoal de estação e maquinistas e já ontem tínhamos a habitual ladainha.
Uma jornalista, com gosto para informar, lá ouviu primeiro o sindicalista dos revisores, depois o dos maquinistas e depois a Sra relações públicas da CP. Sempre a mesma chatice, a mesma injustiça, um ataque infame aos trabalhadores partindo de uma empresa endividada, deficitária e falida vai para décadas que só paga a 50% as horas extraordinárias. Danados ..sejam.
O trunfo apresentado pelos maquinistas era uma folha de vencimentos: estiquei o olho, alinhei as lentes bifocais, afinei as pupilas e tentei apanhar a soma do fundo. Nada ... apenas apontaram umas migalhas de 1Euro e mais uns trocos "por cada hora extraordinária" bem sublinhados. Muitos terão ficado convencidos, tal a ratice da comunicação, que os desgraçados maquinistas recebem um Euro por hora extraordinária.
Estes maquinistas sabem maquinar!
Eles têm trabalho, têm regalias, têm muitas regalias e queixam-se, porque o valor das horas extraordinárias baixou...
ResponderEliminarQue desperdício, tanta gente a precisar de trabalho e estes oportunistas sem respeito nenhum pelos utentes, fazem greve atrás de greve. Mereciam ser todos despedidos! Desejo-lhes que a empresa seja privatizada e metade vá para a rua!!!
Arreliante ... sem dúvida. Todos os portugueses a pagar um serviço "defeituoso" para poucos.
ResponderEliminarEra correr com todos eles de lá e colocar gente que queira trabalhar. Os gajos só pensam neles quando fazem as greves. Se isto fosse como em Singapura ou em Hong Kong, depois das greves há despedimentos.
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