maio 16, 2014

Missa progre

Uma novela da TVI é espantosa na agenda narcogayzista. Uns rapazinhos bêbedos foram para a cama e um, não gay, só percebeu mais tarde que o outro dele se tinha aproveitado. Felizmente nenhum ficou grávido ... até este episódio. 

Furioso o rapazinho não gay deu uns sopapos no oportunista que -pobre coitado de grande coração e incapaz de maldades- não se defendeu e ficou a sangrar vítima da intolerância.

Acode a irmã -um modelo de virtudes que "andava" até há bem pouco tempo com um homem casado- a insinuar que o agressor também tinha uma costelinha gay. Ele  -intolerante e incapaz de abertura de espírito como todos os que não são gays- responde que odiava gays já depois de uma primária lição catequética da criatura que "andava".

Assim vai passando, mais coisa menos coisa, uma agenda subtil mas bem elaborada enquanto a PRISA agoniza em Espanha.

3 comentários:

  1. Vómito! A cena do bonzinho a sangrar, vítima da "intolerância". A loucura e a mediocridade alastram.

    I.B.

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  2. Hmm, que dizer desta merda toda (perdoe-me a linguagem...).
    Isto há gente com a cabeça podre. Em nome de um pretenso progressismo e tolerancia querem impingir com uma permissividade em relação ao gayzismo.
    Deixo claro: sempre fui de opinião que "cada um sabe de si, e Deus sabe de todos". Se alguém quer ser homossecual, é assunto seu. Assunto seu, enquanto não tentar inpingir às restantes pessoas os seus gostos.
    Ora, numa coisa vão falhar: há gostos que não se consegue obrigar os outros a gostar.
    Pessoalmente acho as relações homossexuais repugnantes, e nem toda a porcaria de propaganda gay me convence do contrario.

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  3. O Alberto João Jardim já disse uma vez:«Deus me leve antes disso ser obrigatório!». Concordo.
    José

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