Não estamos longe dos tempos gloriosos em que Portugal caía na terra das bem-aventuranças estalinistas onde os utentes dos autocarros decidiam a bordo o local de terminus da viagem.
Não há dúvida: esta intocável economia paralela onde ponteia o "serviço público, os utentes, a qualidade, o sector estratégico, etc" precisa de algum saneamento.
Não há dúvida: esta intocável economia paralela onde ponteia o "serviço público, os utentes, a qualidade, o sector estratégico, etc" precisa de algum saneamento.
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