setembro 01, 2015

Meditar

"... uma cultura hipersexualizada despojou os jovens de romance, cortesia, privacidade e, também, de amor." (do Portugal Contemporâneo) a partir deste longo mas interessante artigo sobre "violações" nos campus universitários americanos. 

3 comentários:

  1. Hoje em dia já cada vez menos há amor. Agora há conveniência, "comichão" nas partes baixas e o "yo, tá-se bem, man".

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  2. Concordo em parte com os artigos "linkados", mas parece-me que há uma tentativa de relativizar a culpa do feminismo, sobretudo no artigo em inglês.

    Que a hipersexualização é um facto, ninguém pode negar. Mas que a sexualidade masculina tende a ser demonizada ("não gostas de mulheres gordas? sexista!") enquanto a feminina tende a ser valorizada ("As mulheres amam incondicionalmente!") também é um facto.

    E entre as legislação absurda como o "yes means yes" e o mito da "cultura da violação", o dedo das feministas é por demais evidente.

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  3. Concordo consigo! Mas vale a pena meditar: hoje coisas simples são tornadas complicadissimas.

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