Era um pouco mais tarde da hora a que vinham os patinhos e os filhos são sempre filhos.
O pai olhou com ternura para o filho deitado. A mãe aproximou-se do filho deitado, já adulto mas muito jovem, falou-lhe e deu-lhe um beijo compondo com carinho a mantinha que o cobria até ao dia seguinte.
Fechava o velório e no dia seguinte era o dia do funeral e da despedida: até à ressurreição. Chorei como não chorava há muito tempo por um jovem que brincou com os meus filhos: tanta dor, tanta interrogação, tanta revolta, tanta impotência, tanta estupefacção, tanta tristeza.
Os meus sentimentos, caro Lura do Grilo. Nenhum filho devia morrer antes dos pais.
ResponderEliminarMuito duro quando ninguém pode ajudar!
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