Muitos jornalistas parecem amargurados com a captura de um tirano cruel. Invocam, em desespero, o 'Direito Internacional' — o mesmo que convenientemente esqueceram nas invasões do Tibete ou da Ucrânia.
Para quem nunca navegou além do jacuzzi ou da piscina do hotel, é natural a dificuldade em distinguir um barco de pesca de uma lancha rápida, equipada com motores potentes e carregada de fardos rumo ao alto mar.
Contudo, ver profissionais ignorarem o destino dos colegas torturados e mortos na Venezuela de Chávez -jornais, TVs, radios- para defenderem a 'criatura' sob o pretexto da legalidade internacional é, no mínimo, uma suprema hipocrisia.
Ignorarem a tremenda miséria, fome e repressão que se abateu sobre o Povo de um país outrora a 4ª economia mundial é de um sadismo a toda a prova.
