Sim… mas de cristãos a mando do Islão.
Que ganham? Islam’s Paradise: An Eternal Bacchanalia.
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O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
Exame atento dos acontecimentos actuais relacionados com Fulton Sheen (mesmo depois de morto).
No Reino Unido os predadores de meninas continuam à solta! Nos EUA, Harvey Weinstein, que se aproveitou de umas tontas adultas que queriam subir na carreira a qualquer preço, está a cumprir pena.
Toda a gente tem direito ao terror à porta de casa… mesmo que não o queira.
Mas continuem a enterrar dinheiro para produzir energia e vendê-la a preço nulo ou negativo.
Procuro tenda de campismo topologia P3 (3 almas). Aceito segunda mão, desde que não cheire a suor de ativista frustrado, não tenha manchas de cerveja de decadentes noitadas burguesas, nódoas de gordura de McDonald’s nem o perfume doce e hipócrita de charros capitalistas. Preferência absoluta por modelos com hall de entrada — espaço digno para assembleias familiares e debates sobre a sombra do fascismo, a conspiração sionista e o ímpeto criminoso dos vistos gold e dos fundos abutre.
Compro ainda por atacado: soqueiras para enfrentar cangurus na Austrália, spray lacrimogéneo e bastões para dissuadir ursos na Roménia, e um conjunto discreto de artefactos explosivos e facas longas e afiadas para impor respeito ao resto da fauna que tenha a ousadia de me importunar.
Pago por MB Way ou negoceio lista secreta do património imobiliário de políticos de esquerda, do PCP e do Ricardo Robles. Sem negociações sentimentais mas com amor à causa! Qual causa? Não sei … ando à procura como o Diógenes.
… está a destruir a França. Pilhagens, fogo posto, destruição de património histórico, vandalismo, saques… uma coleção que faz inveja aos vândalos.
Milhares de pequenos comerciantes viram os seus negócios reduzidos a cinzas. Centenas de pessoas perdem os empregos, veem os carros destruídos, temem pela sua família e pelos seus bens.
O motim é coordenado: há cabecilhas a dirigir milimetricamente as acções. Uma falha dos serviços secretos ou deliberada intenção.
Em Marselha todos os estabelecimentos de judeus foram destroçados, os dos muçulmanos poupados. Foi a noite de cristal de uma Europa doente que a UE engendrou.
O Islão veio para submeter, conquistar e destruir a Europa. Os imãs pregam nas mesquitas, o ódio é transmitido nas madrassas, milhares de meninas são obrigadas a casar em tenra idade, a mutilação genital feminina é frequente, as mulheres não andam à vontade na rua, os judeus são perseguidos, os cristãos são perseguidos, os professores decapitados, os jornalistas metralhados, as prisões estão cheias de imigrantes de origem muçulmana.
A tudo fecham os olhos… a todos os denunciantes, a força da censura do sistema.
A França é uma comédia trágica.
As pessoas precisam de acreditar que merecem a ordem, ou a democracia termina e aparece alguém com juízo a pôr a ordem a que temos direito.
Não parece! Estes bandidos comunas-fascistas, drogados, sujos, preguiçosos e arruaceiros só precisam que se lhes aplique a lei. Querem sobrepor-se às instituições da República e fazer o que bem entendem, borrifando-se para as leis, para o respeito ao cidadão que trabalha e para a saúde pública dos espaços.
Polícia para cima deles… sem piedade!
É o clima habitual dos jornalistas e comentadores pagos pela UE, por Soros ou por outros da mesma laia: vivem a documentar a arruaça. A invasão do Capitólio, essa sim, foi reprovável. Esta, com destruição de propriedade pública e privada, saques e ataques, é de louvar.
As perguntas feitas a esta fauna arruaceira são sempre superficiais. E que tal perguntar a estes “activistas”:
a) Quanto custa construir um apartamento T2?
b) Qual o preço da renda necessário para obter um retorno do capital em 12 a 15 anos?
c) Quanto se paga de IMI por um apartamento deste tipo?
d) Sendo proprietários, estariam dispostos a não receber renda durante anos de inquilinos incumpridores?
e) Sendo proprietários, acham justo ver o seu imóvel destruído por inquilinos selvagens e não poderem (ou ser inútil) recorrer à Justiça para serem indemnizados?
f) Sendo proprietários, e sabendo que os dois casos anteriores podem não ter solução em tempo útil, o que fariam:
Lá também há senhorios com imensa vontade de arrendar. O Sr. Sánchez, esse hipócrita que vem de um partido de hipócritas, faz vista grossa e cavalga cavalo alheio.
Curioso: nos oito anos da geringonça de Costa, com 1,5 milhões de imigrantes e legislação que matou a vontade dos senhorios de arrendar (basta lembrar a desastrada Marina Gonçalves), não se viu uma única manifestação.
Impressionante a ignorância dos manifestantes sobre habitação. Não fazem ideia do que se gasta para construir: projetos, licenças, taxas e exigências ridículas (rede de TV e internet em toda a casa, energias renováveis, certificações…), IMI, taxas Mortágua. Depois querem rendas de graça e ainda acham que arrendar é um filão. Entrem vocês no negócio, já que é tão rentável.
Andar de cachecóis “palestinianos”, vestir camisolas do Che (recomendo uma visita à habitação em Cuba), cantar a Grândola, fazer assembleias populares e o resto do folclore esquerdalho PREC… duvido que isso resolva algum problema.
Olhando para os penteados, piercings, roupa, cortes de cabelo, o perfume a axilas e a fumo, o vocabulário e a “originalidade” de muita desta fauna, fica claro o tipo de vida que cultivam.
O jornalismo anda em transe e excitado. Depois de um discurso de apelo à violência de um brasileiro (o que faz ele aqui?), logo correram a ilibar os manifestantes.
A manifestação descambou? Foram "infiltrações de extrema direita".
Desproporcional, a Polícia? Que experimentem a da RDA, quando os operários das siderúrgicas se manifestavam.
Há um problema, não há? Foi um problema criado pela geringonça e vai demorar a resolver. Antes de mais, é preciso oferecer segurança a quem tem imóveis, aligeirar a regulamentação, reduzir o infame IMI e baixar os impostos nas transações imobiliárias.
Acham que estamos mal? Olhem que não!
São sempre o NYT, WP e a BBC.
O New York Times cobriu os Processos de Moscovo sem conseguir — ou sem querer — desmascarar a farsa judicial de Estaline.
Gareth Jones teve a coragem de denunciar ao Ocidente a fome devastadora que assolava a Ucrânia em 1932-1933, o Holodomor, provocado pelo regime soviético. Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscovo e vencedor do Prémio Pulitzer, descredibilizou as suas denúncias, negando a dimensão da tragédia e contribuindo para silenciar a realidade que o mundo devia conhecer.
Jones acabaria por morrer assassinado em 1935, em circunstâncias que apontam para o envolvimento dos serviços secretos soviéticos, o NKVD.
Logo é um negócio chorudo .. não podia ser outra coisa!
Entretanto, a rede elétrica espanhola continua a andar na corda bamba, entre os «prodígios» das energias renováveis e a incompetência da girl colocada pelo PSOE à frente do setor. O resultado? A indústria eletrointensiva vê-se frequentemente obrigada a interromper a laboração para evitar apagões.
A Alemanha parece perdida no seu próprio labirinto. A celebração da vitória do Die Linke em Berlim, ao som de música árabe e em aliança com grupos islâmicos, mostra como é fácil desprezar a liberdade quando se vive nela e ignorar as lições do passado recente.
… de se avaliar a saúde mental das pessoas trans e de se recorrer a terapias alternativas. Estamos perante uma doença cultural bastante daninha.
A narrativa do vitimismo não se sustenta… muito pelo contrário. Um caso isolado? Infelizmente há muitos mais, e alguns horripilantes.
Morreu assassinada, como tantas outras, num 7 de Outubro de uma ferocidade islâmica indescritível. O seu corpo só pôde ser identificado através de exames de ADN.
E, no entanto, a bandeira dos seus assassinos é hoje desfilada ao lado daqueles que, no Ocidente, transformaram o ódio e o antissemitismo em causas políticas e morais.
Chegámos ao ponto em que até o mal encontra quem o justifique, quem o relativize e quem o celebre. Talvez esse seja o sinal mais perturbador de um Ocidente espiritualmente exausto — quando não já espiritualmente morto.

Maricarmen foi despejada de um apartamento a que, juridicamente, há muito já não tinha direito. A esquerda excitou-se de imediato. Quem paga estas acções? Não sabemos. Foi a Segurança Social a actuar, para alojar Maricarmen não estas hordas ululantes.
Hipocrisia pura: na Catalunha, Olga Matute, mãe de duas filhas, com 36 anos de descontos, desempregada e despejada, pediu ajuda à Generalitat e ao Governo. Não a receberam. Suicidou-se. Ninguém se indignou. Zero manifestações, zero hashtags.
E se Maricarmen tivesse sido okupada? Teríamos manifestações?
Os líderes do acampamento não são pobres desgraçados. São filhos de boa família, a frequentar universidades privadas. Um deles ostenta título nobiliário e tem ligações a empresas de luxo.
E os verdadeiros esquecidos? Os idosos que viram as suas casas ocupadas por bandidos e ainda pagam as contas dos okupas? E as famílias de Ceuta que estão a abandonar as suas casas, a fugir do caos e do medo que a política migratória e a inércia do PSOE trouxeram à cidade?
Trata-se de uma campanha política, como o descarado Sánchez não hesitou em comprovar.
... o que se tornou depois do santificado bombista Mandela. Corrupção, racismo, xenofobia, miséria, criminalidade .... mas está tudo bem.
Não… aquilo é irreformável!
É um albergue de patifes, parasitas e terroristas (basta ver quantos funcionários pagos pela organização participaram no massacre de 7 de outubro e esconderam armas e túneis debaixo das suas instalações), hipócritas, antissemitas e falsos: verdadeiras serpentes venenosas.
Bem fizeram Donald Trump, Milei e Netanyahu ao abrir as nauseabundas entranhas daquele covil.
O nazismo, plasmado no evidente antissemitismo, apoderou-se do que restava da ONU.
Israel — Estado democrático e parcialmente ocupado e colonizado — é o bode expiatório permanente. Entretanto, passam sempre ao lado: o genocídio dos brancos na África do Sul, as execuções de homossexuais e manifestantes no Irão, o tratamento inumano das mulheres no Afeganistão, os massacres de cristãos na Nigéria e em Moçambique, os massacres dos ucranianos às mãos dos bolcheviques, os massacres no Sudão, a discriminação e os abusos contra cristãos no Paquistão e países árabes, e a miséria e as violações dos direitos humanos nas ditaduras cubana, venezuelana e nicaraguense.
A espinha dorsal desta ONU é de plasticina.
Que solução? Despejo completo. Mandar muitos para a prisão de Rikers e implodir o prédio, se não for possível transformá-lo em habitação.
Guterres foi uma vergonha, Costa e a UE outra vergonha .. paus mandados do globalismo.
Estamos a perder a luta contra as drogas e o tráfico. O porreirismo e a tolerância com o consumo, os consumidores e os traficantes — promovidos pela esquerda — só geram mais consumo, mais clientes, mais traficantes, mais criminalidade, mais insegurança pública e mais desgraças para as famílias.
As glórias que recebeu vieram de um Ocidente moribundo. Ela, porém, morreu sem jamais ouvir as palavras mãe ou vovó — os títulos mais altos, mais sinceros e mais verdadeiros que uma mulher pode ter.
Karmelo Anthony matou um jovem branco à facada por motivos fúteis. Surpreendentemente, já angariou bastante dinheiro em crowdfunding e conta com muitos defensores a exigir a sua inocência. Mas ... há mais.
Lindsey Clancy estava a ser julgada. Matou os filhos (ainda crianças), tentou o suicídio e lançou-se de uma janela. Filas de mulheres estiveram no exterior do tribunal a apoiá-la e a exigir que fosse declarada inocente. O júri chegou a um impasse porque um único elemento impediu a unanimidade. Esperava que o dissidente a considerasse inocente, mas enganei-me: era precisamente o contrário. Esse dissidente está agora a ser perseguido.
Não se aplica a Sydney Sweeney. O caso parece excitar as almas do desporto que toleram homens a competir com mulheres.
... escamoteia os factos. Os colonos palestinianos na Judeia e Samaria atacam com mais frequência os Israelitas que o contrário.
Ainda utilizam meios mais susceptíveis de causar ferimentos graves: cocktails Molotov, pipe bombs, fogos postos, esfaqueamentos, etc.
… a habitual conquista da esquerda e das suas causas, anunciada a foguetes e mais um avanço civilizacional.
Mas ... correu mal. É melhor nem falar nisto e muito menos na comunicação social.
Por mais malabarismos que a incompetente e sectária comunicação social faça, a verdade é que não houve caos, nem descoordenação, nem desnorte: houve problemas, mas problemas típicos de qualquer processo de reformas. Talvez sejam apenas 600 casos em dezenas de milhares.
Podem a «Missão Escola Pública» (que palhaços), a FENPROF (a mão oculta do PCP que só tem destruído o ensino) e o senhor Filinto, presidente de qualquer coisa «cujo nome não se pode pronunciar», dizer o que quiserem.
Há muito lobby a desmontar e é precisa ainda mais coragem para o fazer. Espero que o Ministro consiga. Os problemas no ensino são muitos: 50 anos de desvario não se resolvem em quatro anos.
Os «colectivos» LGBTQ+ continuam alucinados ou em estado de negação: são incapazes de perceber onde está o verdadeiro perigo. O cruzeiro gay que não conseguiu atracar na Turquia nem no Egipto deveria ter bastado como aviso — mas não compreenderam.
Presumo que nem a forca ao pescoço presa a um guindaste (prática do regime iraniano), o arrastamento pelas ruas seguido de fuzilamento (pelos seus queridos do Hamas) ou a degolação habitual de tantos grupos islâmicos seria suficiente para lhes mudar a opinião.
O ódio ao Ocidente judaico-cristão, ao cristianismo, ao judaísmo e às democracias ocidentais supera largamente o instinto de autopreservação.
Na cobertura dos acontecimentos mais brutais que ocorrem na Europa, recorre-se sempre à mesma narrativa: «perturbações mentais», «radicalizado», «não nos vão dividir» e «islamofobia».
... foi apenas não ter acontecido antes. O atentado na Alemanha (Berlim) contra o desfile LGBTQ+ — ou algo próximo disso, penso eu —, praticado por um muçulmano, era mais do que expectável. O “amor” islâmico por estas agremiações é bem conhecido.
A esquerda, que acompanha estes ditos radicais, já afiava as facas contra a direita. Uma ativista do clã LGBTQ+ foi clara: preferia que o autor fosse “branco e católico”. São claramente racistas, islamófilos, cristofóbicos e, acima de tudo, militantes de um autêntico pântano moral.
De nada lhes valeram os movimentos “Queers for Palestine”, os desfiles com bandeiras do Hamas e o antissemitismo de serviço.
Usarão estes grupelhos alguns neurónios para transformar estes factos num acto profilático?
Talvez não ou, porventura, um dia quando encararem a realidade e se deixarem de fantasias.
Enfrentar a matilha de lobbies na Educação não é para qualquer simples mortal.
Aquela coligação de milícias ideológicas dos moribundos PCP e BE— Missão Escola Pública, STOP, presidentes de associações e afins — é simplesmente nojenta. Representam o pior da esquerda sindical e partidária, autênticas Porcas do Bordalo Pinheiro da educação portuguesa.
Ver os jornalistas a deambular com o seu vocabulário previsível é outro espetáculo deprimente: “desigualdade”, “ansiedade”, “depressão”, “preocupação com o futuro”, "vida suspensa", "incerteza", "stress". Parece um manicómio. Mães desesperadas por terem marcado férias, angustiadas com o destino do filho único — porque, claro, não contribuir para a “sustentabilidade demográfica” é o fim do mundo.
A comentadoria televisiva completa o quadro: na RTP de alguns mas que todos pagamos, um painel de quatro comentadores, todos da mesma cor política, a diabolizar um sistema educativo que eles próprios ajudaram a construir depois do 25 de Abril.
Curiosamente, este “desmanche psicológico” não surgiu quando os professores fizeram greves em plena época de exames. Aí ficou tudo bem.
O Ministro tem pela frente uma tarefa hercúlea: arrancar deste sistema os lobbies e os parasitas todos, como quem arranca carraças de um cão.
As ONGs são cúmplices ativas na substituição populacional da Europa. São financiadas por interesses que não são assumidos publicamente, beneficiam da indiferença ou da colaboração direta dos governos europeus e da impunidade judicial que as protege. A democracia liberal, tal como a conhecemos, não possui mecanismos de defesa eficazes contra esta invasão demográfica em curso.
O altruísmo irracional — ou mesmo patológico — cobra o seu preço: primeiro aos ingénuos que nele acreditam, e depois, de forma ainda mais grave, aos povos que nunca consentiram neste processo.
More Antifa Terrorists Were Just Sentenced in Texas. Está na altura de ilegalizar estes movimentos terroristas em toda a Europa. Para quando essa decisão?
A esquerda, tão empenhada em desconstruir os alicerces da sociedade ocidental, ainda não acordou para a realidade da sua “Santa Aliança” com o islamismo radical.
Enquanto acusa o Ocidente de todos os males, ignora que muitos clérigos muçulmanos — não extremistas isolados, mas figuras com autoridade em mesquitas no próprio Ocidente — nos apelidam abertamente de “porcos” e “macacos” e, por isso, mais fáceis de matar.
A mais recente lição vem de Hamtramck, no Michigan: uma cidade com maioria muçulmana no City Council decidiu banir as bandeiras LGBTQ+ de propriedade pública. As mesmas bandeiras que a esquerda trata como sagradas e com direito de exibição superior a qualquer outra foram simplesmente proibidas.
A estupefação foi grande… proporcional à falta de discernimento dos ofendidos e, por agora, é apenas um sentimento de traição. No futuro será o voo em queda livre de uma torre ou outra criatividade que lhes está reservada nestas novas velhíssimas culturas medievais tão em moda.
O Barco do Amor, carregadinho de LGBTQ+, está em cruzeiro pelo Mediterrâneo: tentativa de acostagem na Turquia deu nisto e no Egipto a coisa não correu melhor.
Pelo andar da carruagem (ou navegar do cruzeiro), o futuro parece reservar-lhes um destino paradoxal: acostarem num país não islâmico, com uma cultura que tanto odeiam, mas onde desfrutam de liberdades e direitos iguais e ainda assim consideram tudo isso insuficiente.