Enfrentar a matilha de lobbies na Educação não é para qualquer simples mortal.
Aquela coligação de milícias ideológicas dos moribundos PCP e BE— Missão Escola Pública, STOP, presidentes de associações e afins — é simplesmente nojenta. Representam o pior da esquerda sindical e partidária, autênticas Porcas do Bordalo Pinheiro da educação portuguesa.
Ver os jornalistas a deambular com o seu vocabulário previsível é outro espetáculo deprimente: “desigualdade”, “ansiedade”, “depressão”, “preocupação com o futuro”, "vida suspensa", "incerteza", "stress". Parece um manicómio. Mães desesperadas por terem marcado férias, angustiadas com o destino do filho único — porque, claro, não contribuir para a “sustentabilidade demográfica” é o fim do mundo.
A comentadoria televisiva completa o quadro: na RTP de alguns mas que todos pagamos, um painel de quatro comentadores, todos da mesma cor política, a diabolizar um sistema educativo que eles próprios ajudaram a construir depois do 25 de Abril.
Curiosamente, este “desmanche psicológico” não surgiu quando os professores fizeram greves em plena época de exames. Aí ficou tudo bem.
O Ministro tem pela frente uma tarefa hercúlea: arrancar deste sistema os lobbies e os parasitas todos, como quem arranca carraças de um cão.
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