O falecimento de um histórico antifascista do PCP — apesar de em Portugal não ter existido fascismo no sentido clássico do termo —, que a seu tempo percebeu, sem nunca exteriorizar, a sua desilusão, como tantos outros fizeram, revela bem a fibra desse partido anacrónico. Por um estranho masoquismo político, as democracias continuam ainda a tolerar estas relíquias ideológicas.
Mas Carlos Brito não foi o único. Já tinhamos visto o mesmo comportamento com João Almeida, ex-deputado e também dissidente do PCP.
A liberdade do PCP é esta. Estes faleceram de morte natural ...o PCP não conseguiu a ditadura.
Sem comentários:
Enviar um comentário