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maio 07, 2013

Pequeno almoço

Nunca perco a esperança de ouvir qualquer coisa útil quando "cozinho" o café e dou uma escapadela para regar as minhas couves, cenouras e outros legumes. As galinhas também esperam pelos restos do jantar do dia anterior e ainda surpreendo uma ou outra caracoleta distraída.

A TVI virou umas pedras aqui e ali e descobriu no Rio de Janeiro uma "igreja inovadora": a igreja contemporânea. Uma igreja inclusiva, moderna, pra-frentex que acolhe homossexuais e outras coisas tais que não gostam da sugestão para procurar ajuda. Era uma alegria na "igreja" que se dedica a cantos e outras coisas feitas com as mãos no ar, em pé, todos apertadinhos e em grande espalhafato que decerto atraiu a modernidade da TVI.

Da Igreja gay para a Sala de aula dos anjinhos do 4º ano foi um pulinho sem jetlag. Um terror para os meninos com tanto amigo no Facebook, sexo nas novelas, doutrinação política nas escolas, experiência de greves, bullying e outras barbaridades. Os desconsolados, com chupetinha ao peito e fraldinha molhada, estão sujeitos a uma terrível opressão do sistema de ensino: vão a exame. Estavam ansiosos ou quase aterrorizados: ter que escrever com uma caneta preta, fazer exame com professores que não conhece, numa escola que não é a sua é um sadismo inconcebível que atormenta estes tenrinhos. Os pais desconsolados horrorizam-se com esta tortura às suas prendinhas que daí a mais 4 ou 5 anos já podem com bastante tolerância paternal, bater nos professores, incomodar funcionários, perseguir colegas, faltar às aulas, embebedar-se, andar na rua até às tantas e fumar umas ervas.

junho 20, 2012

Não contente ... mudei para a TVI

A TVI estava preocupada com os exames dos alunos do 6º ano. Vejam lá ... miúdos tão tenrinhos, com a chupeta ao canto da boca e a fralda empapada já a fazer exames: seria bom sujeitar as criaturas a esta tortura? Uma tragédia salazarenta, digo eu, onde se faziam exames a partir da 4ª classe e deu uma geração desgraçada como a minha.

A TVI ainda ajeitou um moço preto, preto, preto como os pretos da Guiné com um brinco na orelha como as mulheres usavam e uma moçoila, branquinha de leite com um anel no nariz como se usa para controlar o gado bravo .... ajeitou ia eu dizendo... os dois no chão de um jardim verdejante a fazerem de conta que estudavam e saiu dali um hino clamoroso ao multi-culturalismo luso e ao tempo chuvoso que corre.

Uma tragédia, uma bacoquice sem freio ... valha-me o santo padroeiro das televisões.