- Esteve sempre à guarda dos seus mais fiéis;
- Foi levado para França pelos seus fiéis onde esteve à guarda dos melhores médicos;
- Nunca perdeu o cabelo como Litvinenko;
- Foi a sepultar pelos seus fiéis;
- Os seus descobrem, 9 anos depois (mais de 3000 dias depois), vestígios de um isótopo de Polónio Po-210 com um tempo de semi-vida de 140 dias (resta pouco mais de 1 micro de 1 micro da quantidade inicial);
- O seus levam amostras à Suiça;
- Da Suiça não dizem nada algo que valha a pena.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
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novembro 07, 2013
Ele ...
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terrorismo palestiniano,
Yasser Arafat
novembro 27, 2012
Notícia do dia
O habitual folclore à porta da AR: seguem-se "novas formas de luta". Tribunal Constitucional e Presidente da República para satisfazer o ego de quem calou o endividamento de sucessivos orçamentos. A Merkel pois claro paga as favas e o chouriço.
No Egipto as irmandades parece estarem em dificuldades. Morsi, o preferido de Obama, mostrou a cara e ainda há um Egipto que não está disposto a viver sob tanta irmandade: apareceram umas mulheres, que por lá também as há, no meio desta nova vaga que promete assentar praça. Mubarak provou a rua e o Morsi também: faz-lhe bem.
A monarquia da Jordânia também já treme. Os palestinianos lideram estas novas irmandades: não aprenderam quando, ao "arrebitar cachimbo" vai para uns anos e pelas mesmas bandas, foram generosamente massacrados. Tão generosamente foi a mortandade que o conflito com Israel parece tempo de férias.
Yasser Arafat, que liderou um sangrento massacre de atletas israelitas e recebeu como prémio um Nobel da Paz, teve que ser morto por polónio: as roupas, o turbante, a mukata, o lenço ... tem tudo polónio. Polónio é uma especialidade do aliado moscovita (que o diga Litvinenko). Palestinianos exumam o cadáver, palestinianos tiram as amostras e palestinianos enviam as amostras aos amigos, os palestinianos já sabem quem matou o homem: falta o papel científico. Arafat nunca perdeu o cabelo, esteve em Paris cuidado pelos melhores médicos e todos falharam o diagnóstico. Um conselho: procurem o vírus da SIDA. Investiguem as crianças que o acompanhavam quase sempre.
Um feto aparece num saco de lixo: morto claro. Lá foi recolhido para uma investigação interminável, 1 minuto de TVI e zero de indignação. O cão Sparky foi arrastado por umas bestas. As bestas já foram identificadas e a indignação já exige mudar leis. Boa recuperação ao Sparky que arranjou família de jeito. Quanto ao feto nem por isso.
Assim vai o mundo cão.
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