maio 23, 2026

Cambada de hipócritas e sectários

Os integrantes das flotilhas já sabem perfeitamente o que os espera: serem abordados e desembarcados pela Marinha israelita, uma vez que insistem em entrar numa zona de guerra ativa: vão para serem falados e humilhar Israel. 

Disfarçam o seu antissemitismo com supostas boas intenções humanitárias — ora alegando levar alimentos, ora medicamentos ou assistência médica.

Israel tem demonstrado uma paciência notável. Antes de serem recambiados, seria justo que fossem julgados, cumprissem pena de prisão, pagassem as despesas causadas e tivessem os barcos — instrumento do crime — apreendidos.

Entretanto, os que chegaram a Lisboa expuseram a verdadeira motivação política: a repetição mecânica da mentira do “genocídio” e dos “maus-tratos”. Talvez devessem informar-se primeiro sobre o verdadeiro tratamento que os reféns do Hamas sofreram durante mais de um ano e meio. Regressar com vida para contar a história é uma garantia que apenas Israel concede.

Querem saber o que é um genocídio a sério? Basta estudar o Genocídio Arménio, o Genocídio Pôntico e outros massacres perpetrados por ideologias semelhantes à do Hamas.

Quem financia esta conivência com o terror? Não financiam ajudas a Cuba? E à Coreia do Norte? Este seria um acto de coragem épico!

 

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