O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
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maio 27, 2013
outubro 01, 2011
A Bird-Brained Prosecution
Enquanto os EUA se vão lentamente curando da psicose de nunca ter tido um Presidente negro, nem que fosse nascido no Quénia, ter uma certidão de nascimento falsa e um curriculum desconhecido, prossegue o despudor e o desastre da administração Obama bem acompanhado pelos ambientalistas da treta.
Um artigo no WSJ, com o título deste post, revela que o US Attorney para o Dakota do Norte denunciou companhias de petróleo e Gás no Tribunal Federal pela morte de 23 aves num local próximo de lagoas com restos de petróleo. Outro caso semelhante de perseguição é relatado a respeito da morte de dois patos. Não se sabe de que morreram os patos e as restantes aves (morte natural não pode ser pois são imortais) mas sabe-se que Obama persegue a Indústria do Petróleo e apoia, com os resultados conhecidos e o dinheiro do contribuinte, as mirabolantes energias ditas renováveis.
Organizações para a protecção das aves estimam em mais de 440 000 as aves mortas pelas pétalas rotativas (bird choppers) desses moinhos de vento que D. Quixote já enfrentava sem grandes resultados mas com a valentia da sua nobreza. A nobreza de D. Quixote desapareceu e a pobreza da Administração Obama borrifa-se para a poda ornitológica da subsidiada indústria do vento.
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janeiro 02, 2011
O dia em que a Terra parou
Hoje passou mais um filme catastrofista. Agora o perigo não é apenas o Homem sem consciência: é uma civilização galáctica que nos vem visitar para mostrar a irresponsabilidade em que vivemos e castigar-nos com a morte para libertar a Terra de um fardo.
A mensagem subliminar é sempre a mesma: o Homem é uma espécie indesejável sobre a Terra, está a destruí-la e há que o eliminar ou buscar uma consciência colectiva que o submeta a um iluminado defensor do planeta. As consequências serão as mesmas que decorrem do filme e de um neo-paganismo que cresce em volta do dogma do aquecimento global.
Umas esferas invadem a Terra. No Central Park, de uma esfera, sai um humanoide que é alvejado pelo bélico Homem que dispôs no local armamento pesado. Um robot sai em defesa do humanoide e neutraliza, sem matar, homens e armas que rodeiam a esfera. O humanoide é levado e salvo pelo Homem e justifica a acção do Robot como tendo sido desencadeada pela violência. Com o decorrer do filme porém o humanoide torna-se mortífero, as esferas salvam numa arca de Noé todas as espécies e iniciam de seguida a aniquilação do Homem e de tudo o que construiu.
É este ajuste de contas que está no subsconciente de muitos falsos ambientalistas, do controlo artificial da Natalidade e da banalização do Homem em si como uma intromissão cósmica.
Curiosamente contém uma contradição: é uma espécie inteligente que quer salvar a Terra.
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O Dia em que Terra parou
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