Mostrar mensagens com a etiqueta Energias renováveis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Energias renováveis. Mostrar todas as mensagens

março 17, 2012

Pensar com o coração

... pode ser bonito para uma história de amor e paixão como os Amantes de Teruel mas não é bom para a economia.

A compra das vacina H1N1 foi um descalabro médico e orçamental apesar do cancelamento de uma quantidade significativa das encomendas.

O caso remonta a um ano particular. Agora pode-se imaginar o desastre financeiro passado, presente e futuro dos contratos rentistas das energias renováveis: estão para décadas por melhor que seja o Ministro da Economia.

Força Álvaro!

fevereiro 19, 2012

Delírio das Renováveis

This study is important for several reasons. First is that the Spanish experience is considered a leading example to be followed by many policy advocates and politicians.  This study marks the very first time a critical analysis of the actual performance and impact has been made. Most important, it  demonstrates that the Spanish/EU-style “green jobs” agenda now being promoted in the U.S. in fact destroys jobs, detailing this in terms of jobs destroyed per job created and the net destruction per installed MW.

Estudo de Gabriel Calzada, 


Cada vez mais relevante especialmente depois do Programa de Fátima Campos Ferreira

novembro 22, 2011

Climate gate leaks V 2.0

Manuel Fernández Ordóñez, especialista en Energía Nuclear y colaborador habitual de Libre Mercado, desentraña algunas de las claves del despilfarro solar en España:
1. "Las energías renovables producen una electricidad más cara que el resto de tecnologías convencionales" (nucleares, gas, carbón, etc.). En el primer semestre del año, el precio de las renovables pagado por españoles fue: Hidráulica R.E. (86,39 €/MWh), Eólica (87,10 €/MWh), Biomasa (120,05 €/MWh), Solar Térmica (292,05 €/MWh), Solar Fotovoltaica (449,52 €/MWh); mientras, el precio medio de la electricidad en el mercado mayorista se situó en 54,91 €/MWh en el mismo período.
2. "No todas las tecnologías renovables tienen igual coste": la eólica es de las más competitivas entre las renovables, mientras que las solares tienen un precio que multiplica entre 5,3 y 8,2 veces el precio en el mercado mayorista.
3. Las solares producirán tan sólo un 3% de la electricidad total peninsular (excluyendo Canarias, Baleares, Ceuta y Melilla) en 2011.
4. "Las solares supondrán un 13% del coste total del sistema": en el primer semestre de 2011 las subvenciones que todos los españoles pagaron por las energías renovables ascendieron a 3.332 millones de euros; de esta cuantía, las energías solares recibieron 1.997 millones de euros, el 60% de las primasverdes cuando producen únicamente el 15% de la energía renovable; asimismo, el coste total de producir energía (no sólo renovable) ascendió a 18.310 millones de euros en 2010, mientras que las solares cobraron2.837 millones en subvenciones el pasado año (15,5% del coste total). Por ello, extrapolando los datos a 2011, es muy posible que el coste de las solares ascienda al 13% del total del sistema produciendo apenas el 3% de la electricidad.
5. "Sin primas renovables, el déficit de tarifa en 2010 habría sido de 230 millones de euros y no de 5.554 millones": el déficit de tarifa (el sobrecoste de producir electricidad en España sin que se refleje en la factura que actualmente pagan los clientes) ascendió a 5.554 millones de euros en 2010, mientras que las subvenciones a las renovables ascendieron a 5.324 millones de euros; es decir, "si no hubiera primas a las energías renovables, el déficit del 2010 habría sido de 230 millones de euros y no de 5.554 millones"; "por tanto, las renovables aumentan (y mucho) el déficit de tarifa y la energía solar es la principal responsable por ser la que más primas recibe de todo el régimen especial".
Pelo canto Luso, que suscita nostalgia a Peces Barba, encontro mais pontos de carregamento de carros eléctricos que carros.

novembro 04, 2011

Actuar já

O tempo escasseia e este Governo não teve coragem ainda de retirar os generosos subsídios que dão aos produtores de energias renováveis. Estes apoios encarecem a factura de todos os Portugueses de uma forma inaudita. Pagando energia a quase 5 vezes o preço de venda o esquema é um descarado esbulho aos pobres para dar aos ricos: aqueles que têm dinheiro para comprar o equipamento. 

Não se pode impor uma tecnologia ineficiente pela força. Quando as cidades estavam quase cobertas de merda de cavalo apareceu o automóvel e os fardos de palha foram substituídos por gasolina. Quando o preço da fotografia tradicional estava insustentável apareceram as máquinas fotográficas digitais. Quando a rede de cobre telefónica parecia não ter atractivos sobre os telemóveis inventou-se o ADSL para levar internet rápida a casa. Quando o ADSL sobre a rede de cobre começou a ficar saturada e o cobre se tornou caro apareceu a fibra óptica. Todas as tecnologias nascem, tornam-se competitivas, florescem e ficam obsoletas de uma forma natural.

outubro 06, 2011

O Santo Graal

Célula Fotovoltaica por $1 por 1 Watt. Com possíveis efeitos colaterais positivos.

Imitar a fotossíntese.

Mas acho que a vida eterna não pode ser obtida bebendo deste santo cálice: o problema não é tanto a produção mas também o armazenamento. Sonho com um painel num dia nublado e cinzento a pingar gasolina (a partir do quase nada) para dentro do tanque do automóvel.

março 20, 2011

Emergência Nuclear

O Deputado Carlos Pimenta teve o seu momento de glória ecologista hoje na TVI ao lado do grande Professor Marcelo.

Sem contraditório apresentou os sucessivos acontecimentos (aliás com alguns erros à mistura) como se resultassem da incúria, desespero do pessoal técnico, erros graves de projecto das centrais nucleares ou de corrupção de lobbys. Exagerou consequências e debitou a tradicional argumentação contra a energia nuclear apresentando-se quase como um especialista na área.

Ignorou que fontes de energia renovável igualmente oferecem riscos óbvios e tem causado um número bem mais elevado de vítimas que a energia nuclear. Importa  lembrar no mínimo o rebentamento de barragens e as consequências da poluição industrial nas águas em que o caso da Barragem das 3 Gargantas na China é um exemplo dramático. 

As televisões -sempre disponíveis a convidar especialistas, estudiosos e franco-atiradores com bacharelatos de três anos de estudo a meio tempo (o restante em copos e noitadas)- não manifestaram até ao momento a intenção de convidar cientistas na área da energia nuclear para um confronto sério e com igualdade de oportunidades. Preferem espalhar o terror de forma demagógica a abordar a determinação, valentia e civismo com que o Japão cura as perdas humanas e enfrenta uma tragédia quase apocalíptica.

A par da desastrada intervenção de um comissário Europeu, os órgãos de comunicação social apresentam tudo quanto vem do Japão como suspeito de ser radioactivo, apresentam continuamente imagens de aeroportos como se a população estivesse a debandar ou que Tóquio estivesse deserta. Não falam da ausência de saques, da espera ordenada nos hipermercados, da ausência do parlatório inútil e desastrado, da abnegada entreajuda dos japoneses, etc.

Triste solidariedade de uma Europa moribunda! Triste solidariedade dos europeus. Triste Educação Europeia.

julho 09, 2010

E nós?

A insuspeita Finlândia aprovou no Parlamento a construção de dois novos reactores nucleares. Estes dois novos reactores somam-se a 4 em operação e 2 em construção. No total irão produzir 50% da energia necessária ao país.

A Suécia está a colocar um fim ao programa de banir os reactores nucleares e vai construir dois para substituir os que se aproximam do fim de vida.

Nós pagamos, ou vamos pagar ainda, as generosas subvenções às energias renováveis pouco eficientes e caras e os delírios de sonhadores e oportunistas. O preço da energia na Suécia e na Finlândia é cerca de 30% mais barata que em Portugal.

O Circo está para durar e o pão está-se a acabar.

maio 22, 2010

Renováveis à Beira do Estoiro

O Diário La Gaceta publicou uma avaliação da peregrina ideia modernista e "amiga do ambiente" que povou a paisagem com ventoinhas enormes assentes em sapatas de 600 toneladas de peso e atreladas a centenas de km de caminhos que rasgaram a virgindade dos montes. Com alguma compaixão observo ainda algumas almas tão generosas quanto gananciosas que cobriram os telhados com painéis foto-voltaicos.

Não duvido que em breve os preços preferenciais que se pagam a esses "produtores" serão reduzidos e ficaremos todos a perder: os que pagaram a energia mais cara de forma encapotada e os investidores que nunca terão o retorno do investimento.

Quando se pensa e actua com dinheiro alheio não sai obra adequada: os resultados estão à vista.

agosto 07, 2009

Gostaria de saber ..

O carro eléctrico é a panaceia de políticos oportunistas e dos fanáticos do aquecimento global. O carrito eléctrico não tem emissões, não faz barulho, tem um alto rendimento e logo poderá ser a solução dos problemas da humanidade.

Mas vejamos:
- Onde se vai buscar a energia? A maior parte a centrais de ciclo combinado que têm um rendimento de 60%.
- O transporte de energia eléctrica da central ao cliente tem perdas de 15% (recebemos 85%)
- O carro eléctrico tem um rendimento de 85%

Agora é fazer as contas: rendimento 43%.

Rendimento de um automóvel moderno: 35%

Onde está a grande vantagem? Produzir poluição fora da cidade?

julho 19, 2009

Energias renováveis... Fotovoltaico e o Conto do Vigário

Uma campanha agressiva com outdoors enormes e anúncios nos média mete olhos adentro da população a ideia que o Sol quando nasce é para todos: da bisavó Marcolina ao netinho Zézinho, do Minho ao Algarve. Basta colocar painéis solares e é só poupar até 20%: a galinha dos ovos de ouro em cima do telhado. Poderá ser o Sol de todos mas não para produzir energia a preços aceitáveis ainda.

Senão vejamos:
Consultando http://re.jrc.ec.europa.eu/pvgis/cmaps/eu_opt/pvgis_solar_optimum_PT.png vemos que a irradiação média anual em Portugal será da ordem de 1900KWh/m2. O rendimento do painel fotovoltaico é da ordem de 14% e um alinhamento não óptimo perderá cerca de 15%. Podemos gerar então 1900*0.14*0.85=226kWh por m2 num ano que corresponde a uma poupança de 226*0,11Euro=24.86Euro por ano!!

Um m2 de painel fotovoltaico custa 500Euros ou seja ficará pago ao fim de 20 anos, repito ...20 anos a menos que se venda a energia a preço preferencial mas o diferencial vai sair do bolso de todos. Repare-se que não está incluída manutenção, preço do inversor, vistoria ou licença. A visita de um técnico pode custar a produção de um ano.

Quem faz um investimento deste tipo para o amortizar ao fim de 20anos?

junho 29, 2009

Manias que vão e voltam

Voltou a mania do carro eléctrico. Parece que o carro eléctrico se sustenta a si próprio e não seriam precisas várias barragens ou outras tantas centrais térmicas para alimentar este disparate.

O carro eléctrico, além de introduzir mais um estágio de ineficiência, não é ainda tecnologicamente viável por vários motivos. E investir numa tecnologia imatura é lançar dinheiro à rua.

Há indústrias envolvidas no fabrico de painéis solares fotovoltaicos que enfrentam situações de falência eminente e fazem despedimentos de grande parte da força de trabalho. Como isto não chega viram-se agora para a indústria automóvel.

Haja paciência.

março 30, 2009

Nova bolha ... energias renováveis

Saiu em Espanha um estudo sobre Energias renováveis e o seu impacto na economia e no emprego.

Preto no branco o que eu pressinto qualitativamente. O panorama não podia ser mais arrasador e temos que pôr as "barbas de molho". Cada emprego nas renováveis custa no país vizinho mais de 0.5 milhões Euros. Pior: em termos médios perdem-se mais empregos devido a efeitos colaterais do desvio de recursos e aumento de preços da energia na indústria. Os empregos criados podem perder-se também num ápice.

A curto prazo a factura energética vai ser paga por nós ou exigirá mais subsídios com base no aumento dos impostos. A pior contribuição é a do fotovoltaico.

No fim que teremos? Uma medalha de pau dos fundamentalistas não fundamentados do CO2 ?