agosto 31, 2014

James Foley e ai que bom estar em segurança

Muito se escreveu sobre a execução, com artes de talhante encartado, do jornalista James Foley. Lamentavelmente é apenas um entre milhares e que não foi possível ocultar pelo jornalismo que temos. James Foley era, ao fim e ao cabo, um dos grandes entusiastas dos rebeldes sírios e acabou apanhado na armadilha em que se meteu talvez à mão de um compatriota. Muitos jornalistas e as suas organizações até podiam repudiar de forma enérgica esta barbárie mas não vi grande comoção. Depois do "presumido", "desaparecidos", "supostamente" com que foi adjectivado o rapto e assassinato de três crianças israelitas os mesmos jornalistas não foram capazes de trazer do rodapé da TV à notícia o reconhecimento pelo Hamas deste glorificante feito.

Temos que rir e estarmos gratos pelo esforço pungente da "administração americana" e das "autoridades inglesas" que "analisaram a autenticidade do vídeo": não vale a pena, meninos! Eles são sempre autênticos e sinceros: leiam o corão.

Israel, depois de sofrer um bombardeamento continuado dos fachas de Gaza com mísseis armazenados e disparados de instalações da UN,  abriu a fronteira dos montes Golan para evitar o massacre de 75 soldados em "missão de paz" da mesma UN (uma especialidade reconhecida da UN é manter a Paz). É sempre bom haver um Israel por perto!

75 UN troops flee into Israel to escape Syrian rebels

Israel confirms entry of UNDOF peacemakers across Golan border; al-Nusra rebels attack troops near DMZ; Irish troops extricate some Fijian colleagues



1 comentário:

José Jesus disse...

Muito bem! É por isso que nós, sendo portuguesinhos da silva, apoiamos Israel. É que está à vista de qualquer pessoa de boa-fé, quem são os bons e os maus desta fita. O Foley, com o seu keffieh, foi apenas mais um entusiasta da islão que foi vítima dos seus isolatrados amos.

José de Jesus, também orgulhosamente Nazareno