"A manifestação tinha 500 pessoas. Quantos jornalistas lá estavam? Quantos? Nenhum!"
Brutal bofetada na comunicação social.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
"A manifestação tinha 500 pessoas. Quantos jornalistas lá estavam? Quantos? Nenhum!"
Brutal bofetada na comunicação social.
Code Pink's Cuban Commie Vacation Hits a New Low: ativistas que vivem confortavelmente em democracias viajam para a ilha como se estivessem num safari ideológico, ou num parque temático, romantizando a Cuba dos anos 50 e 60.
Distribuem bolachas aos desgraçados para fazer a festa como um transeunte distribui milho aos pombos.
Mamma Mia! Italian Anarchist Couple Blow Themselves Up While Trying to Engineer Mass Casualty IED
As mulheres europeias sob ataque e sem defesa: há que recorrer à imaginação.
Pablo Iglesias, antigo líder do Podemos — partido financiado pelo Irão — continua a demonstrar uma notável falta de coerência. Durante a sua viagem a Cuba, entre estadias em hotéis de luxo onde a eletricidade nunca falha e passeios de carro elétrico pela ilha, dedica-se a elogiar um regime amplamente criticado pela sua repressão. Entretanto, o som dos cubanos a baterem nas panelas em protesto não parece chegar aos seus ouvidos.
Aos amigos do Irão nada faz mossa.
Em França a esquerda lincha e em Portugal tenta. O Juiz já soltou o bicho! Se fossem uns sopapos com o Mário Machado era a indignação total, pediam a ilegalização do CHEGA e rasgavam as vestes com os perigos da extrema-direita. Espera-se ainda a indignação e condenação do PCP, BE e PS.
O silêncio da esquerda americana sobre os horríveis abusos de crianças por Cesar Chavez fala por si.
O Politburo da UE não descansa até exterminar os europeus: EU’s top court rules all 27 member nations must recognize ‘transgender’ identities
Não falta muito para controlar a forma como limpamos o rabo.
Japón reabre la mayor central nuclear del mundo
A CGTP não perde uma oportunidade para o ridículo. A reforma laboral não tinha ponta por onde se lhe pegasse; recusou discuti-la e afastou-se. Agora faz de vítima.
Também não se percebe de onde surgem as chamadas comissões de utentes: que história têm, que estatutos as regem, quem as financia? Aparecem do nada e, de repente, conquistam atenção televisiva imediata.
A julgar pela comentadoria que infesta as televisões como piolhos no couro cabeludo, talvez fosse uma boa altura para aparecerem não três Salazares, mas três Hitlers e mais três Estalines — passariam incólumes perante estas sumidades.
Não se percebe por que razão Sócrates diz procurar advogado. Com a lábia, o desplante, o descaramento, a imaginação e até as alucinações da criatura, defender-se-ia sozinho sem gastar um tostão dos dinheiros da depauperada mãe.
O desfile de vaidades fúteis dos Óscares prometia indignação pelo tratamento que o Irão dá às mulheres e ao seu povo; afinal, o problema era Gaza. Esperava-se um “não” à guerra na Ucrânia — mas também não foi isso. Esperava-se qualquer coisa; saiu a habitual banalidade. O futuro parece ser a mesma espiral decadente para onde a esquerda empurrou Hollywood.