... mas Israel tem quase sempre razão.
A UNRWA colabora com o terror do Hamas sobre Israel e os habitantes de Gaza.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
... mas Israel tem quase sempre razão.
A UNRWA colabora com o terror do Hamas sobre Israel e os habitantes de Gaza.
A Espanha representa hoje um exemplo deplorável da fragilidade democrática: sob governação do PSOE, assistimos a corrupção endémica, pressões sobre juízes, infiltração na Fiscalía, suspeitas graves sobre a polícia, alianças com ditaduras e sistemática delapidação de recursos públicos.
O grau de degradação institucional atingido é de tal ordem que se torna difícil encontrar paralelo pior, mesmo na América Latina.
A Democracia apenas é forte quando os executantes são honestos!
...a políticos, ao poder judicial e às forças policiais para censurar, humilhar e exterminar os povos europeus e a sua cultura, substituindo-os pela barbárie pré-medieval?
... aos mandantes e executantes do massacre de 7 de Outubro. Uma justiça bem mais eficaz do que a francesa: os autores da orgia de terror no Bataclan estão quase a sair da prisão.
Entretanto, mais uma vez, Israel vê-se obrigado a ocupar o sul do Líbano para poder viver sem sobressaltos constantes. Onde estão os acordos anteriores?
Israel saiu de Gaza há 20 anos em nome da paz. Forçou os seus próprios cidadãos a abandonar as suas terras, as suas estufas, as suas dessalinizadoras e as suas sinagogas. Levaram apenas os restos mortais dos seus mortos. Dias depois, os palestinianos destruíram e pilharam tudo. Elegeram o Hamas, que rapidamente passou pelas armas os opositores da Autoridade Palestiniana. A ingénua UE, os EUA, a ONU e outros despejaram biliões de euros e dólares no território — muito mais do que em muitas regiões pobres da própria Europa. Com esse dinheiro construíram túneis, compraram armas e instalaram o terror, tanto contra o seu próprio povo como contra Israel.
Os fachas de Gaza vivem o destino que criaram.
... com a pressão constante dos média para escamotear verdades e esconder os factos inconvenientes. Ainda assim, conseguiram noticiar a "morte polémica" do jovem esfaqueado por um hindu que não hesitou em usar a faca cerimonial para o apunhalar mortalmente. A polícia, perante um testemunho não verificado que alegava racismo por parte da vítima, tratou de lhe colocar as algemas enquanto agonizava a dizer "não consigo respirar". Aguardo a indignação de Starmer.
Curiosamente, a violência contra imigrantes na África do Sul, muitas vezes perpetrada por zulus, também conseguiu furar a omertà mediática. Não se viu a habitual narrativa da extrema-direita, xenofobia, nem se invocou o ICE, Trump, a AfD, o Apartheid ou o Chega. A notícia ficou-se pela mera informação: sem comentários, sem indignação seletiva.
A herança de Mandela é, de facto, notável.
Os integrantes das flotilhas já sabem perfeitamente o que os espera: serem abordados e desembarcados pela Marinha israelita, uma vez que insistem em entrar numa zona de guerra ativa: vão para serem falados e humilhar Israel.
Disfarçam o seu antissemitismo com supostas boas intenções humanitárias — ora alegando levar alimentos, ora medicamentos ou assistência médica.
Israel tem demonstrado uma paciência notável. Antes de serem recambiados, seria justo que fossem julgados, cumprissem pena de prisão, pagassem as despesas causadas e tivessem os barcos — instrumento do crime — apreendidos.
Entretanto, os que chegaram a Lisboa expuseram a verdadeira motivação política: a repetição mecânica da mentira do “genocídio” e dos “maus-tratos”. Talvez devessem informar-se primeiro sobre o verdadeiro tratamento que os reféns do Hamas sofreram durante mais de um ano e meio. Regressar com vida para contar a história é uma garantia que apenas Israel concede.
Querem saber o que é um genocídio a sério? Basta estudar o Genocídio Arménio, o Genocídio Pôntico e outros massacres perpetrados por ideologias semelhantes à do Hamas.
Quem financia esta conivência com o terror? Não financiam ajudas a Cuba? E à Coreia do Norte? Este seria um acto de coragem épico!
A UE convida os Talibãs para Bruxelas.
Muito bem o Ministro Ben Gvir na calorosa recepção a mais um grupo de idiotas antissemitas e fãs de terroristas, desembarcados na última Flotilha de selfies.
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O PSOE tornou-se símbolo de uma governação marcada por suspeitas, corrupção, arrogância e apego ao poder. Tardou, mas chegou: Zapatero é agora chamado a responder perante a justiça e perante a opinião pública.
Quem já não conhece a vergonha age como se o mundo lhe pertencesse. Sánchez, maestro do polvo socialista, permanece em liberdade política, agarrado ao cargo e sem sinais de demissão. Para se manter à tona, vale tudo — mesmo afundar a credibilidade das instituições.
Mais um atentado islâmico em Modena: várias pessoas feridas e duas amputadas.
Mais uma vez, a explicação rápida de sempre: perturbação mental. Curiosamente, esta “perturbação” nunca leva os perturbados a atacar criminosos, ajudar idosos a atravessar a rua ou apagar suásticas de sinagogas.
Os alvos são quase sempre aqueles que os acolhem, lhes garantem segurança e lhes pagam as contas.