Lura do Grilo
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
outubro 19, 2026
Aliança Islamo-Nazi-Comunista
… está a destruir a França. Pilhagens, fogo posto, destruição de património histórico, vandalismo, saques… uma coleção que faz inveja aos vândalos.
Milhares de pequenos comerciantes viram os seus negócios reduzidos a cinzas. Centenas de pessoas perdem os empregos, veem os carros destruídos, temem pela sua família e pelos seus bens.
O motim é coordenado: há cabecilhas a dirigir milimetricamente as acções. Uma falha dos serviços secretos ou deliberada intenção.
Em Marselha todos os estabelecimentos de judeus foram destroçados, os dos muçulmanos poupados. Foi a noite de cristal de uma Europa doente que a UE engendrou.
O Islão veio para submeter, conquistar e destruir a Europa. Os imãs pregam nas mesquitas, o ódio é transmitido nas madrassas, milhares de meninas são obrigadas a casar em tenra idade, a mutilação genital feminina é frequente, as mulheres não andam à vontade na rua, os judeus são perseguidos, os cristãos são perseguidos, os professores decapitados, os jornalistas metralhados, as prisões estão cheias de imigrantes de origem muçulmana.
A tudo fecham os olhos… a todos os denunciantes, a força da censura do sistema.
A França é uma comédia trágica.
As pessoas precisam de acreditar que merecem a ordem, ou a democracia termina e aparece alguém com juízo a pôr a ordem a que temos direito.
Isto é um Estado de Direito?
Não parece! Estes bandidos comunas-fascistas, drogados, sujos, preguiçosos e arruaceiros só precisam que se lhes aplique a lei. Querem sobrepor-se às instituições da República e fazer o que bem entendem, borrifando-se para as leis, para o respeito ao cidadão que trabalha e para a saúde pública dos espaços.
Polícia para cima deles… sem piedade!
outubro 18, 2026
Um fervor revolucionário
É o clima habitual dos jornalistas e comentadores pagos pela UE, por Soros ou por outros da mesma laia: vivem a documentar a arruaça. A invasão do Capitólio, essa sim, foi reprovável. Esta, com destruição de propriedade pública e privada, saques e ataques, é de louvar.
As perguntas feitas a esta fauna arruaceira são sempre superficiais. E que tal perguntar a estes “activistas”:
a) Quanto custa construir um apartamento T2?
b) Qual o preço da renda necessário para obter um retorno do capital em 12 a 15 anos?
c) Quanto se paga de IMI por um apartamento deste tipo?
d) Sendo proprietários, estariam dispostos a não receber renda durante anos de inquilinos incumpridores?
e) Sendo proprietários, acham justo ver o seu imóvel destruído por inquilinos selvagens e não poderem (ou ser inútil) recorrer à Justiça para serem indemnizados?
f) Sendo proprietários, e sabendo que os dois casos anteriores podem não ter solução em tempo útil, o que fariam:
- Não arrendariam a propriedade?
- Arrendariam a um preço acrescido?
outubro 17, 2026
Vamos a Espanha e à Maricarmen
Lá também há senhorios com imensa vontade de arrendar. O Sr. Sánchez, esse hipócrita que vem de um partido de hipócritas, faz vista grossa e cavalga cavalo alheio.
A esquerda é tão contorcionista que consegue lamber o próprio rabo
Curioso: nos oito anos da geringonça de Costa, com 1,5 milhões de imigrantes e legislação que matou a vontade dos senhorios de arrendar (basta lembrar a desastrada Marina Gonçalves), não se viu uma única manifestação.
Impressionante a ignorância dos manifestantes sobre habitação. Não fazem ideia do que se gasta para construir: projetos, licenças, taxas e exigências ridículas (rede de TV e internet em toda a casa, energias renováveis, certificações…), IMI, taxas Mortágua. Depois querem rendas de graça e ainda acham que arrendar é um filão. Entrem vocês no negócio, já que é tão rentável.
Andar de cachecóis “palestinianos”, vestir camisolas do Che (recomendo uma visita à habitação em Cuba), cantar a Grândola, fazer assembleias populares e o resto do folclore esquerdalho PREC… duvido que isso resolva algum problema.
Olhando para os penteados, piercings, roupa, cortes de cabelo, o perfume a axilas e a fumo, o vocabulário e a “originalidade” de muita desta fauna, fica claro o tipo de vida que cultivam.
O jornalismo anda em transe e excitado. Depois de um discurso de apelo à violência de um brasileiro (o que faz ele aqui?), logo correram a ilibar os manifestantes.
A manifestação descambou? Foram "infiltrações de extrema direita".
Desproporcional, a Polícia? Que experimentem a da RDA, quando os operários das siderúrgicas se manifestavam.
Há um problema, não há? Foi um problema criado pela geringonça e vai demorar a resolver. Antes de mais, é preciso oferecer segurança a quem tem imóveis, aligeirar a regulamentação, reduzir o infame IMI e baixar os impostos nas transações imobiliárias.
Acham que estamos mal? Olhem que não!
outubro 09, 2026
A "imprensa de referência" ou "o prestigiado..."
São sempre o NYT, WP e a BBC.
O New York Times cobriu os Processos de Moscovo sem conseguir — ou sem querer — desmascarar a farsa judicial de Estaline.
Gareth Jones teve a coragem de denunciar ao Ocidente a fome devastadora que assolava a Ucrânia em 1932-1933, o Holodomor, provocado pelo regime soviético. Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscovo e vencedor do Prémio Pulitzer, descredibilizou as suas denúncias, negando a dimensão da tragédia e contribuindo para silenciar a realidade que o mundo devia conhecer.
Jones acabaria por morrer assassinado em 1935, em circunstâncias que apontam para o envolvimento dos serviços secretos soviéticos, o NKVD.
A energia solar é grátis
Logo é um negócio chorudo .. não podia ser outra coisa!
Entretanto, a rede elétrica espanhola continua a andar na corda bamba, entre os «prodígios» das energias renováveis e a incompetência da girl colocada pelo PSOE à frente do setor. O resultado? A indústria eletrointensiva vê-se frequentemente obrigada a interromper a laboração para evitar apagões.