Lura do Grilo
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
julho 27, 2026
O meu espanto ..
... foi apenas não ter acontecido antes. O atentado na Alemanha (Berlim) contra o desfile LGBTQ+ — ou algo próximo disso, penso eu —, praticado por um muçulmano, era mais do que expectável. O “amor” islâmico por estas agremiações é bem conhecido.
A esquerda, que acompanha estes ditos radicais, já afiava as facas contra a direita. Uma ativista do clã LGBTQ+ foi clara: preferia que o autor fosse “branco e católico”. São claramente racistas, islamófilos, cristofóbicos e, acima de tudo, militantes de um autêntico pântano moral.
De nada lhes valeram os movimentos “Queers for Palestine”, os desfiles com bandeiras do Hamas e o antissemitismo de serviço.
Usarão estes grupelhos alguns neurónios para transformar estes factos num acto profilático?
Talvez não ou, porventura, um dia quando encararem a realidade e se deixarem de fantasias.
julho 17, 2026
Parabéns a Fernando Alexandre
Enfrentar a matilha de lobbies na Educação não é para qualquer simples mortal.
Aquela coligação de milícias ideológicas dos moribundos PCP e BE— Missão Escola Pública, STOP, presidentes de associações e afins — é simplesmente nojenta. Representam o pior da esquerda sindical e partidária, autênticas Porcas do Bordalo Pinheiro da educação portuguesa.
Ver os jornalistas a deambular com o seu vocabulário previsível é outro espetáculo deprimente: “desigualdade”, “ansiedade”, “depressão”, “preocupação com o futuro”, "vida suspensa", "incerteza", "stress". Parece um manicómio. Mães desesperadas por terem marcado férias, angustiadas com o destino do filho único — porque, claro, não contribuir para a “sustentabilidade demográfica” é o fim do mundo.
A comentadoria televisiva completa o quadro: na RTP de alguns mas que todos pagamos, um painel de quatro comentadores, todos da mesma cor política, a diabolizar um sistema educativo que eles próprios ajudaram a construir depois do 25 de Abril.
Curiosamente, este “desmanche psicológico” não surgiu quando os professores fizeram greves em plena época de exames. Aí ficou tudo bem.
O Ministro tem pela frente uma tarefa hercúlea: arrancar deste sistema os lobbies e os parasitas todos, como quem arranca carraças de um cão.
Era sabido mas filmado fica melhor
As ONGs são cúmplices ativas na substituição populacional da Europa. São financiadas por interesses que não são assumidos publicamente, beneficiam da indiferença ou da colaboração direta dos governos europeus e da impunidade judicial que as protege. A democracia liberal, tal como a conhecemos, não possui mecanismos de defesa eficazes contra esta invasão demográfica em curso.
O altruísmo irracional — ou mesmo patológico — cobra o seu preço: primeiro aos ingénuos que nele acreditam, e depois, de forma ainda mais grave, aos povos que nunca consentiram neste processo.
julho 16, 2026
A Justiça chegou
More Antifa Terrorists Were Just Sentenced in Texas. Está na altura de ilegalizar estes movimentos terroristas em toda a Europa. Para quando essa decisão?
julho 15, 2026
Da doença sem cura
A esquerda, tão empenhada em desconstruir os alicerces da sociedade ocidental, ainda não acordou para a realidade da sua “Santa Aliança” com o islamismo radical.
Enquanto acusa o Ocidente de todos os males, ignora que muitos clérigos muçulmanos — não extremistas isolados, mas figuras com autoridade em mesquitas no próprio Ocidente — nos apelidam abertamente de “porcos” e “macacos” e, por isso, mais fáceis de matar.
A mais recente lição vem de Hamtramck, no Michigan: uma cidade com maioria muçulmana no City Council decidiu banir as bandeiras LGBTQ+ de propriedade pública. As mesmas bandeiras que a esquerda trata como sagradas e com direito de exibição superior a qualquer outra foram simplesmente proibidas.
A estupefação foi grande… proporcional à falta de discernimento dos ofendidos e, por agora, é apenas um sentimento de traição. No futuro será o voo em queda livre de uma torre ou outra criatividade que lhes está reservada nestas novas velhíssimas culturas medievais tão em moda.
O Barco do Amor, carregadinho de LGBTQ+, está em cruzeiro pelo Mediterrâneo: tentativa de acostagem na Turquia deu nisto e no Egipto a coisa não correu melhor.
Pelo andar da carruagem (ou navegar do cruzeiro), o futuro parece reservar-lhes um destino paradoxal: acostarem num país não islâmico, com uma cultura que tanto odeiam, mas onde desfrutam de liberdades e direitos iguais e ainda assim consideram tudo isso insuficiente.