"They don't ban hate speech; they ban speech they hate"
Elon Musk
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
... escamoteia os factos. Os colonos palestinianos na Judeia e Samaria atacam com mais frequência os Israelitas que o contrário.
Ainda utilizam meios mais susceptíveis de causar ferimentos graves: cocktails Molotov, pipe bombs, fogos postos, esfaqueamentos, etc.
… a habitual conquista da esquerda e das suas causas, anunciada a foguetes e mais um avanço civilizacional.
Mas ... correu mal. É melhor nem falar nisto e muito menos na comunicação social.
Por mais malabarismos que a incompetente e sectária comunicação social faça, a verdade é que não houve caos, nem descoordenação, nem desnorte: houve problemas, mas problemas típicos de qualquer processo de reformas. Talvez sejam apenas 600 casos em dezenas de milhares.
Podem a «Missão Escola Pública» (que palhaços), a FENPROF (a mão oculta do PCP que só tem destruído o ensino) e o senhor Filinto, presidente de qualquer coisa «cujo nome não se pode pronunciar», dizer o que quiserem.
Há muito lobby a desmontar e é precisa ainda mais coragem para o fazer. Espero que o Ministro consiga. Os problemas no ensino são muitos: 50 anos de desvario não se resolvem em quatro anos.
Os «colectivos» LGBTQ+ continuam alucinados ou em estado de negação: são incapazes de perceber onde está o verdadeiro perigo. O cruzeiro gay que não conseguiu atracar na Turquia nem no Egipto deveria ter bastado como aviso — mas não compreenderam.
Presumo que nem a forca ao pescoço presa a um guindaste (prática do regime iraniano), o arrastamento pelas ruas seguido de fuzilamento (pelos seus queridos do Hamas) ou a degolação habitual de tantos grupos islâmicos seria suficiente para lhes mudar a opinião.
O ódio ao Ocidente judaico-cristão, ao cristianismo, ao judaísmo e às democracias ocidentais supera largamente o instinto de autopreservação.
Na cobertura dos acontecimentos mais brutais que ocorrem na Europa, recorre-se sempre à mesma narrativa: «perturbações mentais», «radicalizado», «não nos vão dividir» e «islamofobia».