O PSD está a desfazer o que o PS sempre fez por sistema e com mestria: colonizar o Estado.
Carneiro resolve! Dinheiro não chega para pagar as reformas? Não há problema — arranja-se o financiamento na hora.
Nem o Prof. Pardal faria melhor.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
O PSD está a desfazer o que o PS sempre fez por sistema e com mestria: colonizar o Estado.
Carneiro resolve! Dinheiro não chega para pagar as reformas? Não há problema — arranja-se o financiamento na hora.
Nem o Prof. Pardal faria melhor.
Finalmente, foi divulgado um relatório de Rupert Lowe sobre os rape gangs de muçulmanos paquistaneses que, durante décadas, violaram, maltrataram e, em alguns casos, mataram meninas brancas britânicas — muitas com idades tão baixas quanto 11 anos. Ocorreu com um encobrimento sistemático e desprezo total nesta Europa que se precipita num abismo civilizacional. Há uma dissonância gritante entre o discurso e a prática.
Estima-se que tenham ocorrido 250.000 casos em todo o Reino Unido.
Dezenas de anos de multiculturalismo radical paralisaram a polícia e a justiça, que se recusaram a atuar por medo de serem acusadas de "racismo". As raparigas — quase todas brancas e de famílias da classe trabalhadora — eram tratadas como carne barata, mais descartável que a do talho. Quando os pais denunciavam, eram eles próprios perseguidos ou silenciados pelas autoridades.
Crimes desta gravidade e escala, que julgávamos impossíveis de passar despercebidos, tornaram-se frequentes, generalizados e sistemáticos.
Alguns dos factos chocantes estão descritos aqui e aqui.
Belfast não é um caso isolado — é apenas o sintoma visível de um povo que há muito deixou de ser ouvido ou respeitado. Pelo contrário: tem sido sistematicamente explorado, reprimido, abusado e despojado dos seus direitos mais básicos, incluindo o direito a ter uma opinião própria. Condenados a viver em sobressalto constante, tanto por si como pelos seus filhos.
A imigração em massa de comunidades que nos odeiam, nos desprezam e retribuem a hospitalidade com violência e desprezo abriu feridas profundas na nossa sociedade — feridas que se vão alargando e supurando a cada ano que passa.
Não contem com grande cobertura na comunicação social mainstream. Eles já perderam toda a credibilidade — e sabem-no bem.
... mas Israel tem quase sempre razão.
A UNRWA colabora com o terror do Hamas sobre Israel e os habitantes de Gaza.
A Espanha representa hoje um exemplo deplorável da fragilidade democrática: sob governação do PSOE, assistimos a corrupção endémica, pressões sobre juízes, infiltração na Fiscalía, suspeitas graves sobre a polícia, alianças com ditaduras e sistemática delapidação de recursos públicos.
O grau de degradação institucional atingido é de tal ordem que se torna difícil encontrar paralelo pior, mesmo na América Latina.
A Democracia apenas é forte quando os executantes são honestos!
...a políticos, ao poder judicial e às forças policiais para censurar, humilhar e exterminar os povos europeus e a sua cultura, substituindo-os pela barbárie pré-medieval?
... aos mandantes e executantes do massacre de 7 de Outubro. Uma justiça bem mais eficaz do que a francesa: os autores da orgia de terror no Bataclan estão quase a sair da prisão.
Entretanto, mais uma vez, Israel vê-se obrigado a ocupar o sul do Líbano para poder viver sem sobressaltos constantes. Onde estão os acordos anteriores?
Israel saiu de Gaza há 20 anos em nome da paz. Forçou os seus próprios cidadãos a abandonar as suas terras, as suas estufas, as suas dessalinizadoras e as suas sinagogas. Levaram apenas os restos mortais dos seus mortos. Dias depois, os palestinianos destruíram e pilharam tudo. Elegeram o Hamas, que rapidamente passou pelas armas os opositores da Autoridade Palestiniana. A ingénua UE, os EUA, a ONU e outros despejaram biliões de euros e dólares no território — muito mais do que em muitas regiões pobres da própria Europa. Com esse dinheiro construíram túneis, compraram armas e instalaram o terror, tanto contra o seu próprio povo como contra Israel.
Os fachas de Gaza vivem o destino que criaram.
... com a pressão constante dos média para escamotear verdades e esconder os factos inconvenientes. Ainda assim, conseguiram noticiar a "morte polémica" do jovem esfaqueado por um hindu que não hesitou em usar a faca cerimonial para o apunhalar mortalmente. A polícia, perante um testemunho não verificado que alegava racismo por parte da vítima, tratou de lhe colocar as algemas enquanto agonizava a dizer "não consigo respirar". Aguardo a indignação de Starmer.
Curiosamente, a violência contra imigrantes na África do Sul, muitas vezes perpetrada por zulus, também conseguiu furar a omertà mediática. Não se viu a habitual narrativa da extrema-direita, xenofobia, nem se invocou o ICE, Trump, a AfD, o Apartheid ou o Chega. A notícia ficou-se pela mera informação: sem comentários, sem indignação seletiva.
A herança de Mandela é, de facto, notável.