julho 30, 2026

A comunicação social

 ... escamoteia os factos. Os colonos palestinianos na Judeia e Samaria atacam com mais frequência os Israelitas que o contrário. 

Ainda utilizam meios mais susceptíveis de causar ferimentos graves: cocktails Molotov, pipe bombs, fogos postos, esfaqueamentos, etc.

julho 28, 2026

Tribecas e Tribecas

O De Niro, quase de certeza em estado de descompensação psiquiátrica e crise emocional de baixo QI, vai culpar o Trump por este imprevisto.

First trans NH state rep

… a habitual conquista da esquerda e das suas causas, anunciada a foguetes e mais um avanço civilizacional.

Mas ... correu mal. É melhor nem falar nisto e muito menos na comunicação social.

Fernando Alexandre venceu

Por mais malabarismos que a incompetente e sectária comunicação social faça, a verdade é que não houve caos, nem descoordenação, nem desnorte: houve problemas, mas problemas típicos de qualquer processo de reformas. Talvez sejam apenas 600 casos em dezenas de milhares.

 Podem a «Missão Escola Pública» (que palhaços), a FENPROF (a mão oculta do PCP que só tem destruído o ensino) e o senhor Filinto, presidente de qualquer coisa «cujo nome não se pode pronunciar», dizer o que quiserem.

Há muito lobby a desmontar e é precisa ainda mais coragem para o fazer. Espero que o Ministro consiga. Os problemas no ensino são muitos: 50 anos de desvario não se resolvem em quatro anos.

Alucinados

Os «colectivos» LGBTQ+ continuam alucinados ou em estado de negação: são incapazes de perceber onde está o verdadeiro perigo. O cruzeiro gay que não conseguiu atracar na Turquia nem no Egipto deveria ter bastado como aviso — mas não compreenderam.

Presumo que nem a forca ao pescoço presa a um guindaste (prática do regime iraniano), o arrastamento pelas ruas seguido de fuzilamento (pelos seus queridos do Hamas) ou a degolação habitual de tantos grupos islâmicos seria suficiente para lhes mudar a opinião.

O ódio ao Ocidente judaico-cristão, ao cristianismo, ao judaísmo e às democracias ocidentais supera largamente o instinto de autopreservação.

Na cobertura dos acontecimentos mais brutais que ocorrem na Europa, recorre-se sempre à mesma narrativa: «perturbações mentais», «radicalizado», «não nos vão dividir» e «islamofobia».


julho 27, 2026

A UN e o Hamas de mãos dadas

 Sem desculpas!

O meu espanto ..

... foi apenas não ter acontecido antes. O atentado na Alemanha (Berlim) contra o desfile LGBTQ+ — ou algo próximo disso, penso eu —, praticado por um muçulmano, era mais do que expectável. O “amor” islâmico por estas agremiações é bem conhecido.

A esquerda, que acompanha estes ditos radicais, já afiava as facas contra a direita. Uma ativista do clã LGBTQ+ foi clara: preferia que o autor fosse “branco e católico”. São claramente racistas, islamófilos, cristofóbicos e, acima de tudo, militantes de um autêntico pântano moral.

De nada lhes valeram os movimentos “Queers for Palestine”, os desfiles com bandeiras do Hamas e o antissemitismo de serviço.

Usarão estes grupelhos alguns neurónios para transformar estes factos num acto profilático?

Talvez não ou, porventura, um dia quando encararem a realidade e se deixarem de fantasias.

julho 17, 2026

Parabéns a Fernando Alexandre

Enfrentar a matilha de lobbies na Educação não é para qualquer simples mortal.

Aquela coligação de milícias ideológicas dos moribundos PCP e BE— Missão Escola Pública, STOP, presidentes de associações e afins — é simplesmente nojenta. Representam o pior da esquerda sindical e partidária, autênticas Porcas do Bordalo Pinheiro da educação portuguesa.

Ver os jornalistas a deambular com o seu vocabulário previsível é outro espetáculo deprimente: “desigualdade”, “ansiedade”, “depressão”, “preocupação com o futuro”, "vida suspensa", "incerteza", "stress". Parece um manicómio. Mães desesperadas por terem marcado férias, angustiadas com o destino do filho único — porque, claro, não contribuir para a “sustentabilidade demográfica” é o fim do mundo.

A comentadoria televisiva completa o quadro: na RTP de alguns mas que todos pagamos, um painel de quatro comentadores, todos da mesma cor política, a diabolizar um sistema educativo que eles próprios ajudaram a construir depois do 25 de Abril.

Curiosamente, este “desmanche psicológico” não surgiu quando os professores fizeram greves em plena época de exames. Aí ficou tudo bem.

O Ministro tem pela frente uma tarefa hercúlea: arrancar deste sistema os lobbies e os parasitas todos, como quem arranca carraças de um cão.