junho 02, 2026

Israel abriu a caça

... aos mandantes e executantes do massacre de 7 de Outubro. Uma justiça bem mais eficaz do que a francesa: os autores da orgia de terror no Bataclan estão quase a sair da prisão.

Entretanto, mais uma vez, Israel vê-se obrigado a ocupar o sul do Líbano para poder viver sem sobressaltos constantes. Onde estão os acordos anteriores?

Israel saiu de Gaza há 20 anos em nome da paz. Forçou os seus próprios cidadãos a abandonar as suas terras, as suas estufas, as suas dessalinizadoras e as suas sinagogas. Levaram apenas os restos mortais dos seus mortos. Dias depois, os palestinianos destruíram e pilharam tudo. Elegeram o Hamas, que rapidamente passou pelas armas os opositores da Autoridade Palestiniana. A ingénua UE, os EUA, a ONU e outros despejaram biliões de euros e dólares no território — muito mais do que em muitas regiões pobres da própria Europa. Com esse dinheiro construíram túneis, compraram armas e instalaram o terror, tanto contra o seu próprio povo como contra Israel.

Os fachas de Gaza vivem o destino que criaram. 


Não consigo respirar

... com a pressão constante dos média para escamotear verdades e esconder os factos inconvenientes. Ainda assim, conseguiram noticiar a "morte polémica" do jovem esfaqueado por um hindu que não hesitou em usar a faca cerimonial para o apunhalar mortalmente. A polícia, perante um testemunho não verificado que alegava racismo por parte da vítima, tratou de lhe colocar as algemas enquanto agonizava a dizer "não consigo respirar". Aguardo a indignação de Starmer.

Curiosamente, a violência contra imigrantes na África do Sul, muitas vezes perpetrada por zulus, também conseguiu furar a omertà mediática. Não se viu a habitual narrativa da extrema-direita, xenofobia, nem se invocou o ICE, Trump, a AfD, o Apartheid ou o Chega. A notícia ficou-se pela mera informação: sem comentários, sem indignação seletiva.

A herança de Mandela é, de facto, notável.

maio 23, 2026

Cambada de hipócritas e sectários

Os integrantes das flotilhas já sabem perfeitamente o que os espera: serem abordados e desembarcados pela Marinha israelita, uma vez que insistem em entrar numa zona de guerra ativa: vão para serem falados e humilhar Israel. 

Disfarçam o seu antissemitismo com supostas boas intenções humanitárias — ora alegando levar alimentos, ora medicamentos ou assistência médica.

Israel tem demonstrado uma paciência notável. Antes de serem recambiados, seria justo que fossem julgados, cumprissem pena de prisão, pagassem as despesas causadas e tivessem os barcos — instrumento do crime — apreendidos.

Entretanto, os que chegaram a Lisboa expuseram a verdadeira motivação política: a repetição mecânica da mentira do “genocídio” e dos “maus-tratos”. Talvez devessem informar-se primeiro sobre o verdadeiro tratamento que os reféns do Hamas sofreram durante mais de um ano e meio. Regressar com vida para contar a história é uma garantia que apenas Israel concede.

Querem saber o que é um genocídio a sério? Basta estudar o Genocídio Arménio, o Genocídio Pôntico e outros massacres perpetrados por ideologias semelhantes à do Hamas.

Quem financia esta conivência com o terror? Não financiam ajudas a Cuba? E à Coreia do Norte? Este seria um acto de coragem épico!

 

maio 20, 2026

Outro bando: a União Europeia deve estar louca

 A UE sanciona Israel.

A UE convida os Talibãs para Bruxelas. 

Muito bem o Ministro Ben Gvir na calorosa recepção a mais um grupo de idiotas antissemitas e fãs de terroristas, desembarcados na última Flotilha de selfies.

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Um bando

O PSOE tornou-se símbolo de uma governação marcada por suspeitas, corrupção, arrogância e apego ao poder. Tardou, mas chegou: Zapatero é agora chamado a responder perante a justiça e perante a opinião pública.

Quem já não conhece a vergonha age como se o mundo lhe pertencesse. Sánchez, maestro do polvo socialista, permanece em liberdade política, agarrado ao cargo e sem sinais de demissão. Para se manter à tona, vale tudo — mesmo afundar a credibilidade das instituições.

maio 18, 2026

A conversa para o boi dormir

 Mais um atentado islâmico em Modena: várias pessoas feridas e duas amputadas.

Mais uma vez, a explicação rápida de sempre: perturbação mental. Curiosamente, esta “perturbação” nunca leva os perturbados a atacar criminosos, ajudar idosos a atravessar a rua ou apagar suásticas de sinagogas.

Os alvos são quase sempre aqueles que os acolhem, lhes garantem segurança e lhes pagam as contas.

Só se fala de Guernica

maio 17, 2026

Dois pesos, duas medidas

 George Floyd eraum toxicodependente crónico que acabou por morrer devido a uma combinação massiva de drogas, enquanto era novamente imobilizado pela polícia. Não ficou provado que a morte tenha resultado de uma ação direta das autoridades. Realizaram-se manifestações, ouviram-se discursos inflamados, ocorreram desacatos e fizeram-se pinturas morais do infeliz, como se não bastasse já ter caído na toxicodependência.

Iryna Zarustka era uma imigrante ucraniana, franzina e indefesa que viajava num transporte público após um dia de trabalho. Foi atacada pelas costas e mortalmente apunhalada sem qualquer motivo. Não houve manifestações, nem indignação, nem discursos inflamados. Alguém pintou um mural em sua honra mas as autoridades resolveram retirá-lo.

George Floyd era negro e o polícia acusado era branco. Iryna era branca e o assassino era negro.

 

Não são perigosos

 ... são mesmo perigosos e brutais.

Israel

 .. continua o seu caminho apesar do antissemitismo regressar à Europa quase no formato comunista-nazi.

Apesar de toda a hostilidade, a canção israelita esteve perto de vencer o festival. Ainda assim, importa dizer a verdade: o festival, no seu todo, tornou-se algo globalmente degradante. Bastou ver a propaganda LGBTQ#$, cuja relação com o festival é tão descabida como a de uma minhoca com esparguete.

Quanto aos “trabalhadores” da RTP, sinceramente, estou-me pouco importando para as suas opiniões antissemitas. Já me importo com a taxa que me cobram coercivamente todos os meses para ter o mesmo que os outros canais dão.

Banir artistas ou atletas de competições por razões políticas — sejam russos ou israelitas — é um ato de baixo nível por parte das chamadas democracias.

Entretanto Israel vai fazendo Justiça: mais um mentor do 7 de Outubro foi enviado às 70 virgens. A Nigéria e os EUA eliminaram outro tarado islamita que aterrorizou África.