outubro 19, 2026

O colapso colectivo que a UE cozinhou

" The basic story of the past few decades is simple enough: Western Europe’s political leaders – motivated by a combination of multicultural ideology, contempt for their own countries’ ordinary citizens, and a heady mix of stupidity and cowardice – have pursued policies that have made their countries less Western, less democratic, and less safe. They’ve seemed to care far more about Muslim immigrants, legal or not, whom they’ve lavished with welfare benefits ad infinitum than about hard-working natives who’ve been at once overtaxed and underserved."

Aliança Islamo-Nazi-Comunista

… está a destruir a França. Pilhagens, fogo posto, destruição de património histórico, vandalismo, saques… uma coleção que faz inveja aos vândalos.

Milhares de pequenos comerciantes viram os seus negócios reduzidos a cinzas. Centenas de pessoas perdem os empregos, veem os carros destruídos, temem pela sua família e pelos seus bens.

O motim é coordenado: há cabecilhas a dirigir milimetricamente as acções. Uma falha dos serviços secretos ou deliberada intenção.

Em Marselha todos os estabelecimentos de judeus foram destroçados, os dos muçulmanos poupados. Foi a noite de cristal de uma Europa doente que a UE engendrou.

O Islão veio para submeter, conquistar e destruir a Europa. Os imãs pregam nas mesquitas, o ódio é transmitido nas madrassas, milhares de meninas são obrigadas a casar em tenra idade, a mutilação genital feminina é frequente, as mulheres não andam à vontade na rua, os judeus são perseguidos, os cristãos são perseguidos, os professores decapitados, os jornalistas metralhados, as prisões estão cheias de imigrantes de origem muçulmana.

A tudo fecham os olhos… a todos os denunciantes, a força da censura do sistema.

A França é uma comédia trágica.

As pessoas precisam de acreditar que merecem a ordem, ou a democracia termina e aparece alguém com juízo a pôr a ordem a que temos direito.

 

Isto é um Estado de Direito?

Não parece! Estes bandidos comunas-fascistas, drogados, sujos, preguiçosos e arruaceiros só precisam que se lhes aplique a lei. Querem sobrepor-se às instituições da República e fazer o que bem entendem, borrifando-se para as leis, para o respeito ao cidadão que trabalha e para a saúde pública dos espaços.

Polícia para cima deles… sem piedade!

outubro 18, 2026

Um fervor revolucionário

É o clima habitual dos jornalistas e comentadores pagos pela UE, por Soros ou por outros da mesma laia: vivem a documentar a arruaça. A invasão do Capitólio, essa sim, foi reprovável. Esta, com destruição de propriedade pública e privada, saques e ataques, é de louvar.

As perguntas feitas a esta fauna arruaceira são sempre superficiais. E que tal perguntar a estes “activistas”:

a) Quanto custa construir um apartamento T2?
b) Qual o preço da renda necessário para obter um retorno do capital em 12 a 15 anos?
c) Quanto se paga de IMI por um apartamento deste tipo?
d) Sendo proprietários, estariam dispostos a não receber renda durante anos de inquilinos incumpridores?
e) Sendo proprietários, acham justo ver o seu imóvel destruído por inquilinos selvagens e não poderem (ou ser inútil) recorrer à Justiça para serem indemnizados?
f) Sendo proprietários, e sabendo que os dois casos anteriores podem não ter solução em tempo útil, o que fariam:

  1. Não arrendariam a propriedade?
  2. Arrendariam a um preço acrescido?

Arruaças políticas que viraram massacres e Guerra Cívil

 Las checas: el terror rojo en la Guerra Civil de 1936 que oculta la Memoria Histórica de Sánchez

outubro 17, 2026

Vamos a Espanha e à Maricarmen

 Lá também há senhorios com imensa vontade de arrendar. O Sr. Sánchez, esse hipócrita que vem de um partido de hipócritas, faz vista grossa e cavalga cavalo alheio.

A esquerda é tão contorcionista que consegue lamber o próprio rabo

Curioso: nos oito anos da geringonça de Costa, com 1,5 milhões de imigrantes e legislação que matou a vontade dos senhorios de arrendar (basta lembrar a desastrada Marina Gonçalves), não se viu uma única manifestação.

Impressionante a ignorância dos manifestantes sobre habitação. Não fazem ideia do que se gasta para construir: projetos, licenças, taxas e exigências ridículas (rede de TV e internet em toda a casa, energias renováveis, certificações…), IMI, taxas Mortágua. Depois querem rendas de graça e ainda acham que arrendar é um filão. Entrem vocês no negócio, já que é tão rentável.

Andar de cachecóis “palestinianos”, vestir camisolas do Che (recomendo uma visita à habitação em Cuba), cantar a Grândola, fazer assembleias populares e o resto do folclore esquerdalho PREC… duvido que isso resolva algum problema.

Olhando para os penteados, piercings, roupa, cortes de cabelo, o perfume a axilas e a fumo, o vocabulário e a “originalidade” de muita desta fauna, fica claro o tipo de vida que cultivam.

O jornalismo anda em transe e excitado. Depois de um discurso de apelo à violência de um brasileiro (o que faz ele aqui?), logo correram a ilibar os manifestantes.

A manifestação descambou? Foram "infiltrações de extrema direita". 

Desproporcional, a Polícia? Que experimentem a da RDA, quando os operários das siderúrgicas se manifestavam.

Há um problema, não há? Foi um problema criado pela geringonça e vai demorar a resolver. Antes de mais, é preciso oferecer segurança a quem tem imóveis, aligeirar a regulamentação, reduzir o infame IMI e baixar os impostos nas transações imobiliárias.

Acham que estamos mal? Olhem que não!

outubro 09, 2026

A "imprensa de referência" ou "o prestigiado..."

 São sempre o NYT, WP e a BBC.

O New York Times cobriu os Processos de Moscovo sem conseguir — ou sem querer — desmascarar a farsa judicial de Estaline.

Gareth Jones teve a coragem de denunciar ao Ocidente a fome devastadora que assolava a Ucrânia em 1932-1933, o Holodomor, provocado pelo regime soviético. Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscovo e vencedor do Prémio Pulitzer, descredibilizou as suas denúncias, negando a dimensão da tragédia e contribuindo para silenciar a realidade que o mundo devia conhecer.

Jones acabaria por morrer assassinado em 1935, em circunstâncias que apontam para o envolvimento dos serviços secretos soviéticos, o NKVD.


A energia solar é grátis

 Logo é um negócio chorudo .. não podia ser outra coisa!

Entretanto, a rede elétrica espanhola continua a andar na corda bamba, entre os «prodígios» das energias renováveis e a incompetência da girl colocada pelo PSOE à frente do setor. O resultado? A indústria eletrointensiva vê-se frequentemente obrigada a interromper a laboração para evitar apagões.