maio 20, 2026

Outro bando: a União Europeia deve estar louca

 A UE sanciona Israel.

A UE convida os Talibãs para Bruxelas. 

Muito bem o Ministro Ben Gvir na calorosa recepção a mais um grupo de idiotas antissemitas e fãs de terroristas, desembarcados na última Flotilha de selfies.

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Um bando

O PSOE tornou-se símbolo de uma governação marcada por suspeitas, corrupção, arrogância e apego ao poder. Tardou, mas chegou: Zapatero é agora chamado a responder perante a justiça e perante a opinião pública.

Quem já não conhece a vergonha age como se o mundo lhe pertencesse. Sánchez, maestro do polvo socialista, permanece em liberdade política, agarrado ao cargo e sem sinais de demissão. Para se manter à tona, vale tudo — mesmo afundar a credibilidade das instituições.

maio 18, 2026

A conversa para o boi dormir

 Mais um atentado islâmico em Modena: várias pessoas feridas e duas amputadas.

Mais uma vez, a explicação rápida de sempre: perturbação mental. Curiosamente, esta “perturbação” nunca leva os perturbados a atacar criminosos, ajudar idosos a atravessar a rua ou apagar suásticas de sinagogas.

Os alvos são quase sempre aqueles que os acolhem, lhes garantem segurança e lhes pagam as contas.

Só se fala de Guernica

maio 17, 2026

Dois pesos, duas medidas

 George Floyd eraum toxicodependente crónico que acabou por morrer devido a uma combinação massiva de drogas, enquanto era novamente imobilizado pela polícia. Não ficou provado que a morte tenha resultado de uma ação direta das autoridades. Realizaram-se manifestações, ouviram-se discursos inflamados, ocorreram desacatos e fizeram-se pinturas morais do infeliz, como se não bastasse já ter caído na toxicodependência.

Iryna Zarustka era uma imigrante ucraniana, franzina e indefesa que viajava num transporte público após um dia de trabalho. Foi atacada pelas costas e mortalmente apunhalada sem qualquer motivo. Não houve manifestações, nem indignação, nem discursos inflamados. Alguém pintou um mural em sua honra mas as autoridades resolveram retirá-lo.

George Floyd era negro e o polícia acusado era branco. Iryna era branca e o assassino era negro.

 

Não são perigosos

 ... são mesmo perigosos e brutais.

Israel

 .. continua o seu caminho apesar do antissemitismo regressar à Europa quase no formato comunista-nazi.

Apesar de toda a hostilidade, a canção israelita esteve perto de vencer o festival. Ainda assim, importa dizer a verdade: o festival, no seu todo, tornou-se algo globalmente degradante. Bastou ver a propaganda LGBTQ#$, cuja relação com o festival é tão descabida como a de uma minhoca com esparguete.

Quanto aos “trabalhadores” da RTP, sinceramente, estou-me pouco importando para as suas opiniões antissemitas. Já me importo com a taxa que me cobram coercivamente todos os meses para ter o mesmo que os outros canais dão.

Banir artistas ou atletas de competições por razões políticas — sejam russos ou israelitas — é um ato de baixo nível por parte das chamadas democracias.

Entretanto Israel vai fazendo Justiça: mais um mentor do 7 de Outubro foi enviado às 70 virgens. A Nigéria e os EUA eliminaram outro tarado islamita que aterrorizou África.

Para nunca esquecer

 As atrocidades cometidas pela esquerda, que agora é PSOE, em Espanha depois de cometerem fraude nas eleições. Fraude à qual os políticos fecharam os olhos para obter paz e obtiveram uma guerra civil. 

A Igreja devia ter aprendido! 

 

 

Para quem conseguir ver: um documentário do 7 de Outubro

 O ódio da aliança Nazi-Islão-Comunismo

maio 12, 2026

A gaivota voava, voava e teve sorte ...escapou à caçadeira

O falecimento de um histórico antifascista do PCP — apesar de em Portugal não ter existido fascismo no sentido clássico do termo —, que a seu tempo percebeu, sem nunca exteriorizar, a sua desilusão, como tantos outros fizeram, revela bem a fibra desse partido anacrónico. Por um estranho masoquismo político, as democracias continuam ainda a tolerar estas relíquias ideológicas.

Mas Carlos Brito não foi o único. Já tinhamos visto o mesmo comportamento com João Almeida, ex-deputado e também dissidente do PCP.

A liberdade do PCP é esta. Estes faleceram de morte natural ...o PCP não conseguiu a ditadura.