O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
outubro 31, 2009
Guerra Civil de Espanha
outubro 30, 2009
Eu não estou gordo... só me sinto um bocado inchado
Chavez, o camarada dela, acha que não: a gordura deve-se à revolução socialista. Ele que o diga ... desde que chegou ao poleiro não pára de inchar. Chavez muita ginástica ... podes correr no Clube de Caraballeda onde eu corri muitas vezes.
A história repete-se

Dicas informáticas
- Nunca leva para casa os ficheiros que precisa;
- Nunca leva para o escritório os ficheiros alterados em casa;
- Que pensa que o seu disco duro é melhor que o do colega que avariou e perdeu tudo;
- Que perde pendrives ao ritmo de uma por mês;
- Que baralha a pendrive com a chave do carro;
- Que espera tempo infinito por um ficheiro que que lhe iam mandar para continuar um trabalho;
- Que não é pessoa muito dada mas precisa de partilhar ficheiros com outros;
- Que faria um backup todos os dias;
- Não consegue enviar ficheiros muito grandes por E-Mail.
Então tudo isto acima é mau mas tem remédio.
Vale a pena usar o DropBox ou então o Syncplicity
Softwares seguros que lhe permitem abrir uma conta gratuita num servidor remoto até 2GB e de borla. Criam uma pasta especial no computador pessoal. Tudo o que é depositado na pasta é imediatamente alterado no Servidor e Vice-Versa. Noutro qualquer computador pode o software ser igualmente instalado associado à conta.
Simples, eficaz e até se pode fazer o undo.
outubro 29, 2009
Vocação de pedreiro
Jorge Gabriel qual trolha "arrasa com Paulo Bento".
Talvez de cima do andaime ainda manda uns piropos e "humilha Paulo Bento".
Que saudades do Jorge Gabriel a treinar o Sporting.
Do Rei aos Reizinhos
Perguntei-lhe se achava que a revolução francesa tinha sido boa. Disse-me que sim. Porquê? Porque acabou com os reis. Retorqui-lhe: mas trouxe a guerra ao nosso país com milhares de mortos, violações atrocidades. Que roubaram arte, ouro e tudo o que tinha valor. Ficou a pensar.
Expliquei-lhe as execuções pela guilhotina que multiplicaram muitas vezes as vítimas da Inquisição e da guilhotina ninguém pediu perdão. A populaça a divertir-se com as carroças e com as cabeças a cair no cesto. Disse-lhe que até uma mulher grávida guilhotinaram, que um grande cientista foi guilhotinado e não foi Galileu. Expliquei-lhe que a fome de antes se multiplicou depois, as revoltas na Vendeia e o massacre de centenas de milhares dos pobres e esfomeados.
O Rei tinha acabado mas veio outro que se chamou Imperador. E o imperador, esse Rei enorme, levou a guerra e a morte a toda a Europa como nunca tinha acontecido com qualquer Rei.
Vou-lhe explicar que afinal talvez por não haver um Rei agora todos queriam ser reis nem que fosse por um bocadinho. E falar-lhe-ei desses Reis: Lenin, Estaline, Hitler, Castro, Mussolini que mataram, invadiram, humilharam para ser grandes reis como nenhum outro rei. E que os povos deles, e outros por causa deles, passaram mais fome e mais dor que alguma vez outro rei tenha causado.
Explicar-lhe-ei que afinal temos alguns reizinhos também. Não são herança de sangue: são heranças de maçonarias, de Internacionais, de propaganda e da mentira. São reis alguns anos mas que ficam a ser reis para sempre: carros, mordomias, fundações e regalias pagas pelo Povo. Acrescentam ainda o desempenho de cargos que exigem competências que não têm. Que a nobreza acabou mas os filhos e familiares dos reis e seus séquitos ficam com cargos bem pagos em empresas públicas e na corte: não por direitos de competência mas sim afinal por obrigações de sangue.
Tudo tão diferente mas tão igual.
outubro 28, 2009
Dia 26 de Outubro Ano da Graça de 2009
Sussurro:
- Já se sabe quem matou a "Ana Maria"
- Bah ... não digas nada.
Não se iludam
Aqui
outubro 27, 2009
O Novo Governo
Nos Ministérios onde a asneira foi bem disfarçada ficam os mesmos para fazer o mesmo.
Onde a asneira foi indisfarçável mudaram as personagens para suavizar a "pastilha".
Os Ministérios da Agricultura e da Cultura foram mais um mistério que um ministério: como é possível gastar centenas de milhões com resultados nulos?
As perspectivas para a Agricultura e Cultura são então excelentes. Porquê? Passar de 0 (zero) a qualquer coisa implica derivada infinita e positiva.
Enquanto os Ministros com pasta estão comentados, os outros, como diz Jimenez Losantos, vão levar um saco.
Momentos
Encontrei uma mãe que conheço desde pequenita mas com a qual raramente converso. Perguntei onde trabalhava. Um pouco atrapalhada disse-me que estava em casa. Tinha decidido com marido, dado ter poucos apoios familiares que lhe pudessem valer, ficar em casa.
- Levo e recolho as miúdas na Escola. Preparo as refeições, trato das roupas, levo-as ainda a outras actividades, limpo a casa e ajudo-as nos trabalhos de casa. Pouco tempo sobra e quando sobra faço uns pequenos biscates. As miúdas vão bem e eu sinto-me feliz assim.
Ainda me disse:
- Fiz as contas. Teria que ganhar muito dinheiro para ser economicamente vantajoso. Pagar mulher-a-dias, ter que ir ao restaurante comprar as refeições e ainda as mensalidades do ATL são despesas grandes. Não dou valor a telemóveis sofisticados, plasmas ou carros de alta cilindrada. Não necessito do dinheiro para eles.
Gabei-lhe de novo a coragem.
- Sinto que as pessoas me olham como se fosse estagnar. É preciso também ter muita confiança no casamento!
Acredito. O Estado tem sido pária: a lei do divórcio por dá cá aquela palha impede muita mulher de fazer uma coisa que pode gostar: realizar-se como dona de casa e educadora dos próprios filhos. O inconcebível código do IRS faz o resto. Ao não dividir os rendimentos por todos os elementos do agregado rouba às famílias o que mais precisam quando mais precisam. Devolve umas migalhas na forma de Abonos de Família ou nos inacreditáveis 200Euros só usáveis ao 18º ano de vida da “criança”. Estamos a ser enganados e orientados para um modelo de organização social defeituoso, injusto, hipócrita e nada benéfico para as novas gerações.
Apareceu o meu pequenito ao longe. Acenou-me feliz.
- Sabes, papá não tinha a certeza de vires hoje.
Fomos a conversar no carro e comemos uma pizza num restaurante. Sentou-se depois ao meu lado no local de trabalho a fazer os deveres. Olhei para ele e fiquei feliz também.