O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
agosto 08, 2015
A mulher mais rica de Venezuela ...
Trata-se de María Gabriela Chávez, filha de Hugo Chavez.
O povo esse definha de fome e medo.
junho 21, 2015
fevereiro 25, 2015
Ouço a Amnistia Internacional ....
fevereiro 11, 2015
Isto não é para meninos
- Uma caixa de preservativos custa a módica quantia de centenas de euros.
- Há disputas violentas nas filas para comprar fraldas .
janeiro 25, 2015
O louco de Miraflores-Havana
Hilariante a partir do minuto 4: 30 com a educação do Povo prestada pelo condottieri comunista manipulado por Havana
- Mandar comer saudável (não se pode comer saudável ou não: não há comida);
- Manda não ser consumista (pode-se lá: os salários valem menos de metade do que valia antes da revolução boliburguesa, de resto um McChicken custa o salário de quase um mês)
- Mandar caminhar (quem se atreve a sair à rua? São 70 os assassinatos diários no país)
La oposición venezolana sale unida a la calle en Caracas con las ollas vacías de comida
julho 26, 2010
Chavez e o Ocultismo
julho 16, 2010
Necropolítica
As últimas jogadas do narco-regime boliburguês passam pela investida cega contra a Igreja Católica e pela invocação doentia e necrófila das figuras fundadoras do Estado Venezuelano com encenações patéticas de um patriotismo requentado e falso. Recentemente foi a "adoração" dos restos mortais de uma amante de Simon Bolivar, agora passa pela exumação do próprio Simon Bolivar e já se fala na localização de Francisco Miranda.
Restará a violência gratuita, uma guerra patriótica ou a machadada final no vestigial Estado de Direito.
janeiro 22, 2010
Morte Lenta
janeiro 11, 2010
Espiral de Empobrecimento
O militarista neurótico Chavez continua com as manhas do costume. Maldizendo Bush- Império-Obama às Quartas e Sextas e a Holanda às Terças e Quintas sobra-lhe tempo para ouvir os agentes Castristas. Estes passam-lhe a informação que só poderá sobreviver se periodicamente efectuar uma purga nos mais próximos e assim sairá triunfante –nem que seja em cima do tractor - contra a corrupção endémica.Acometido de acessos de fúria causados por frustrações crescentes dizem que já são poucos os que se aproximam dele.
A economia está num beco: o saque de quintas agrícolas produtivas, a ruína eminente da PDVSA, a paralisação de taladros, o assalto à siderurgia e às cafeeiras e toda a Indústria, afundou a produção de alimentos e a produção industrial. A falta de energia eléctrica, e de água que atribui ao El Niño (um gordo lustroso e de camisa vermelha), embora países vizinhos não sofram consequências, ameaça paralisar o resto. A falta de energia deve-se a grupos geradores parados sem manutenção e a inutilidade de centrais térmicas importadas de Cuba a preço de ouro mas que não funcionam.
Com pouca margem para atribuir culpas desvaloriza o Bolívar. A medida vai tornar infernal a vida do Povo, cujo salário foi carcomido este ano por 25% de inflação. A corrida às lojas foi lancinante este fim-de-semana com pessoas procurando tudo o que havia para comprar antes de aumentos de 50%. Como a Indústria de Venezuela já não produz e Agricultura idem ,a escassez e os preços vão disparar. A medida não vai aumentar a competitividade da economia mas sim colocar nas mãos de Chavez um fundo de maneio (roubado aos pobres) para manipular as eleições daqui a 10 meses.
Com uma cifra anual de 18000 venezuelanos mortos pela criminalidade, os outros esperam que esta manobra seja o último suspiro político de Chavez e da sua boliburguesia que suga parte da receita do petróleo. A outra parte é entregue de borla aos vizinhos ou ao complexo militar Russo na exorbitante quantia de 6 biliões de dólares (cerca de 1% de todas os ingressos do país destes últimos 10 anos) numa fúria armamentista insane.
Enquanto rodeado de ar condicionado, dá “Alô, Presidente” mulheres e homens carregam, cerro acima e às costas, contentores de água e podem encontrar um bolivariano à porta para lhe invadir a casa e ver se as torneiras gotejam ou se usa lâmpadas economizadoras.
dezembro 04, 2009
Tudo isto é triste, tudo isto é fado

Micheletti montou uma extraordinariamente bem sucedida operação para os Hondurenhos votarem em liberdade. Militares guardaram todos os locais de voto sem nunca se abeirarem das mesas, e as pessoas, apesar das paredes estarem cobertas de tinta vermelha com ameaças contra quem votasse, saíram de casa e votaram. Votaram massivamente (mais que quando Zelaya foi eleito com uma vantagem tangencial) e contra Zelaya e Chavez.
Os observadores da UnoAmérica e Europeus nada tiveram a apontar. Ganhou a Democracia.
Em Venezuela vai uma grande turbulência bancária. Boliburgueses chavistas aviaram-se bem aviados e deram à sola com muitos bolipetrodolares na mala. Os bancos foram nacionalizados e milhares de pessoas vêm o dinheiro depositado por um canudo (à parte cerca de 4000 dólares) apesar de passarem em aflição horas e horas em filas.
Martha Colmenares publicou há algum tempo o preço que a Venezuela pagou a Cuba apenas pelos médicos castristas: uma quantia semelhante à do orçamento da saúde em Portugal. Este é um país a saque pela quadrilha castrista, equatoriana e pelo vendilhão e traidor Chavez. O colapso está eminente!
À frente da delegação da OEA, do hipócrita Insulza, estudantes fazem greve de fome apenas para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos poder entrar em Venezuela. Este é o Socialismo Real do Século XXI.