Mostrar mensagens com a etiqueta Egipto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Egipto. Mostrar todas as mensagens

junho 16, 2025

Guia de Marcha

Jornada épica de luta pela paz e concórdia, de coração enorme, de abnegação, contra a opressão, de solidariedade, de coração grande e generoso, a favor dos oprimidos, contra o bloqueio, contra a fome e o genocídio, contra a limpeza étnica e muitas outras manifestações de altruísmo ...eram os desígnios da Marcha Global por Gaza a começar no Egipto: a SIC empolgada até entrevistou uma miss de causas portuguesa envolvida na epopeia e que debitou a habitual casste.

O Governo egípcio, que não simpatiza pitada com os “palestinianos”, não se comoveu com esta generosidade: humilhou estes descerebrados e deportou-os. Um sumiço ... assim como a notícia respectiva nas TVs.

Israel ao menos tratou os seus congéneres com respeito imerecido e ainda ofereceu umas sandes e refeições quentes. Eu diria que estes esquerdistas tiveram o que mereceram: um banho de realidade servido de borla mas o radicalismo é como as palas nos burros. Muita sorte ainda as mulheres não terem sido copiosamente apalpadas ou mesmo violadas.

março 12, 2024

Alguém que explique

 .. Gaza tem uma fronteira com o Egipto de muitos km: lado a lado cabem milhares de camiões.

Os egípcios são árabes e muçulmanos tais como os gazas. Qual será a razão da falta de ajuda se atribuir a Israel? É necessário improvisar um porto para levar "ajuda"? Qual a razão do muro entre Gaza e o Egipto ser mais fortificado que o muro entre Israel e Gaza? A ajuda não pode ser dada pelo Egipto pelas fronteiras terrestres?

A fome no Iemen é de morte! Mas há ataques diários, com meios sofisticados, aos barcos comerciais no Mar Vermelho pelos iemenitas. Teremos que matar a fome a esta gente?

outubro 30, 2014

Ataque a Gaza

An image of Egyptian military demolishing homes in Northern Sinai on Wednesday to create buffer zone along the borders with Gaza
Ontem, deram 48 horas aos fachas de Gaza para retirarem e, em seguida, mesmo sem qualquer provocação directa, demoliram um valente conjunto de habitações para construir um muro de protecção. A notícia não apareceu na televisão!!

E não apareceu porquê? Jornalistas distraídos? Mais compreensão com o facto de Israel ter que defender a sua população de ataques indiscriminados visando civis e especialmente a crianças? Um arrependimento pelas mentiras e facciosismo que exibem?

Não apareceu pois foi o governo egípcio que, perdendo a paciência pelas inúmeras mortes e emboscadas causadas pelas víboras do Hamas, decidiu colocar um fim às consequências de ter por vizinhos esta mole de bestas humanas.  

maio 11, 2013

Christopher Stone... sempre a aprender

Um americano, Christopher Stone, saía inocentemente da Embaixada americana no Cairo. Cá fora alguém, mesmo sem o conhecer,  atacou-o sem piedade esfaqueando-o várias vezes. Não morreu ... mas leva que contar. O agressor foi preso e confessou que o esfaqueou porque odiava a América e Israel.

Leva que contar e, se calhar, que aprender pois é Professor Universitário de Cultura árabe, esquerdista e, pasme-se, odiava os EUA e Israel.

O ódio gratuito é generoso e tem artes de boomerang. O professor não terá aprendido nada mas que foi educativo lá isso foi.

setembro 12, 2012

Colhendo os frutos das flores que brotaram da Primavera Árabe

Assaltos às Embaixadas e morte de diplomatas com arrastamento dos corpos pela rua. Obama lamenta em público e esfrega as mãos em privado: "A som da chamada às orações é o mais doce do mundo".

A Crescent Network News (CNN) já tornou a culpa a este filme.




Churchil é que tinha razão "O Islão no Homem é como a raiva nos cães". No Facebook a Embaixada tentava acalmar a Matilha: não se negoceia com o terror.

O Governo Colombiano negoceia mais uma vez com as FARC. Na Espanha um preso, assassino e terrorista da ETA, foi agraciado com a libertação. Esperem o troco de tanta magnanimidade e esqueçam as vítimas.

fevereiro 08, 2011

Indignação e Esquecimento


Os jornalistas rasgam as vestes de indignação à ditadura de Mubarak. Loas à valentia dos atiradores de pedras, aos heróis da net que apelam à insurreição, aos dias seguidos de protestos... uma epopeia.

De repente Mubarak, filho querido da Internacional Socialista, é um vilão: casas aqui e ali, contratos milionários, presos políticos a ver o Sol após longos anos, riquezas sem fim, ditador vai para 30 anos ... que horror. Os egípcios levantaram-se contra a indignidade, contra a pobreza, o desemprego, o salário de 50 Euros, contra a corrupção. Até um inútil Baradei, incapaz de colocar juízo em Sadam e no Hitler do Irão, é um salvador.

Damos agora um salto para as Caraíbas: mais concretamente Cuba. Todo o cortejo de misérias do Povo e todo o autoritarismo das Pirâmides estão ali em doses bacanais. O Povo desce à Rua? Protesta. Não! O respeitinho lá é muito bonito: apesar dos 15 Euros por mês, da fome e do desemprego o regime ainda mete medo suficiente, não é? Ou estará a plebe bem domesticada por uma ditadura de Castros que já dura o dobro da ditadura de Mubarak? Presos políticos? Muitos. Solução? Liberdade? Não.

O Cardeal de Havana (que me envergonha como católico) arranja uma muito conveniente solução para os dissidentes: desterro em Espanha. Longe da vista .. longe da contestação. Os presos políticos não querem tanta generosidade? Pois continuam presos, doentes e com fome na prisão deste ícone da esquerda.

Interessa aos jornalistas? Claro que não! A indignação é sempre uma moda .... mas apenas com uma tendência.

fevereiro 03, 2011

Manifestantes

O Egipto é uma montra da baixaria onde pululam jornalistas sábios e clarividentes. Além de continuar a não ver coisas óbvias -como carros ou autocarros a tentar atropelar ou "fazer incursões"- constato que há uma autêntica fauna em acção pelas terras dos Faraós. Alguns até são tratados e descansam em Mesquitas para "voltar às manifestações".

Vejamos as classes em que se dividem estes "manifestantes" :
  • Manifestantes anti-sistema;
  • Manifestantes pro-democracia;
  • Manifestantes pró-regime;
  • Manifestantes pro-Mubarak;
  • Manifestantes anti-Mubarak;
  • Manifestantes não identificados.
Curiosamente todos convergem numa praça mal amanhada (que tomam de vez em quando), atiram pedras, incendeiam carros, dão e levam pancada, arrastam cadáveres pelas ruas ... o ser humano numa baixaria medonha.

Cada vez mais admiro Israel. Nas suas Universidades, nas suas empresas, nas suas instituições de investigação o Estado Hebraico gera prémios Nobel em vez de arremessar pedras. Já vão, ao todo, mais de 150 galardoados: a diferença é entre a modernidade e o neolítico.