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março 08, 2016

A maior traição à Europa

A Turquia é o exemplo acabado de um estado a derivar para o totalitário. Erdogan, que cita e imita frequentemente Hitler, já conseguiu:
  • Tomar o poder judicial
  • Dominar as chefias do Exército
  • Perseguir caricaturistas e opositores
  • Destituir directores de jornais
  • Reprimir arbitrariamente manifestações
  • Esmagar e assassinar os curdos
  • Financiar o Estado Islâmico efectuando trocas comerciais volumosas que financiam os psicopatas maometanos.
Image result for golumAgora Erdogan acha que a Europa, escorraçada de África para os países africanos seguirem o seu destino e explorarem as suas riquezas, tem que receber os milhões de pessoas vítimas de utopias esquerdistas ou do nazismo-islâmico como as do ISIS que o próprio Erdogan acarinha.

O Erdogan, um descendente directo dos otomanos que realizaram um dos maiores genocídios  de que há memória (sobre milhões de arménios que viviam nas suas terras expulsando os que sobreviveram) acha-se no direito de enviar milhões de muçulmanos para território europeu ou, no mínimo, fazer chantagem, ameaçar ou realizar extorsão sobre os povos europeus. Já não lhe basta a ocupação brutal e mortífera que levaram a cabo sobre os povos da península ibérica que foram praticamente exterminados.

Malditos sejam os dirigentes europeus que aceitaram as exigências deste criminoso.

outubro 31, 2014

A frase sobre o islamo-nazi Erdogan

In the entire Middle East, Turkey now has only two allies: Qatar, which looks more like a rich, family-owned gas station than a state; and Hamas, a terrorist organization.


Shortly after the Arab Spring rocked several capitals in the Middle East, the Turks devised a plan that would enable their country to emerge as the new Ottoman Empire. While deliberately and systematically antagonizing Israel, Ankara would: replace the Shia-controlled Syrian regime of Bashar al-Assad with a Turkey-friendly Sunni ruler; support the Sunni in Iraq and Lebanon and boost their political influence; support Hamas in the Palestinian territories and provoke it to violence against Israel; and make sure that the Muslim Brotherhood or their various brethren rule Egypt, Tunisia and Libya. Saudis were already "our Muslim brothers." Eventually, all former Ottoman lands would produce governments subservient to the emerging Turkish Empire.
Nearly four years later, Syria's Assad is comfortably sitting in his presidential palace in Damascus and possibly laughing at the mess the Turks created by supporting Syria's jihadists. These jihadists have only wreaked havoc along Turkey's nearly 900-mile-long borders with both Syria and Iraq.