Eram dois jovens que pensavam casar em breve. O único crime era serem funcionários da Embaixada Israelita em Washington e foram mortos por um esquerdista (membro de um partido que não devia ser legal) que, após usar mais de 12 balas, perseguiu ainda a rapariga ferida para atirar de novo e gritar "Free Palestine": um moderno slogan para o Heil Hitler.
É conhecida a luta de Trump contra a Universidade de Harvard: ela tem a sua quota parte neste crime. Mas não só ela: grande parte do Partido Democrata favorece e cultiva o ódio anti-semita. A Universidade de Harvard não respeita os direitos civis e é um palco de criação de ódios e terroristas contra os judeus.
Quase nada apareceu nos telejornais: duplamente inconveniente! Não apareceu também a emboscada "palestiniana" a uma família que se dirigia ao Hospital onde a mulher ia dar à luz. A mulher morreu e o marido ficou gravemente ferido. Vida israelita não vale para a comunicação social.
