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agosto 08, 2014

Apesar da Jihad na comunicação social ... a verdade aparece para quem a quer entender

Ouvi recentemente na comunicação social que Israel tinha eliminado um dos "top-dogs" do Hamas. Ayaman-Taha. Pensei que fosse verdade mas ... não era. O top-dog foi eliminado pelo Hamas: sabia demasiado sobre a corrupção na cúpula do movimento e foi generosamente fuzilado. Com a habilidade que é costume o serviço é agora atribuído a Israel.

O Hamas parece estar em dificuldades para impor a sua autoridade. O recurso a execuções no campo de concentração de gaza é cada vez mais frequente. Recentemente mais um lote de execuções por "colaborarem com Israel". Um prazo de 3 semanas para serem presos, julgados e executados é quase uma herança bolchevique. Estas execuções não incomodam de todo as organizações de direitos humanos e designadamente IA e HRW.

Não há guerras sem vítimas inocentes. Se houvesse seriam chamadas de duelos ... nunca guerras. Que o digam os sérvios dos Balcãs: por cada miliciano morto foram mortos 6 civis inocentes. Que o digam os habitantes de Dresden na 2ª guerra mundial. Ou que falem os chechenos de Grozni ou os afegãos na invasão soviética.

Os dados das vítimas de Gaza são indesmentíveis apesar do Hamas tudo fazer para eles não serem mais claros ainda. Os mortos são na sua maioria adultos, a faixa de idades encaixa no perfil dos "quadros" do movimento terrorista e estão descorrelacionados da demografia. A acção de Israel é um case study de eficácia contra os seus inimigos de morte: 50%, pelo menos, eram terroristas. Por isto mais uma palavra de louvor e agradecimento a Israel pelo máximo respeito das vidas inocentes: esta guerra é uma guerra dispendiosa, exige tecnologia de ponta e inteligência, exige inúmeros cancelamentos à última da hora, é arriscada para os efectivos militares e exige enorme paciência para esperar pelo momento exacto. Tal como na operação militar anterior o Hamas reconhecerá estes dados, a tempo de serem esquecidos rapidamente pela jihad jornalística.
Outra solução seriam os famigerados "órgãos de Estaline"!

Mas o ódio persiste: um ódio contra tudo e todos que possam lembrar Israel.

A distribution comparing the dead in Gaza to the actual population, refuting accusations of indiscriminate killing by the IDF; most of the dead have been combatant-age males.

Haverá uma intifada das mulheres contra a barbárie islâmica que as reduz a simples objectos para ensacar? Recentemente foi uma que se revelou contra a perseguição dos cristãos e envergou uma camisola com o símbolo "Nazra". Recentemente foi outra que leu notícias para a TV Saudita ... blasfémia, blasfémia ... sem cobrir os cabelos.

novembro 17, 2012

Pecando por tardia

Também há crianças em Israel. As crianças em Israel vivem há meses sob o terror dos mísseis que são lançados às centenas do território de Gaza (território israelita inutilmente cedido para alcançar a paz) e o tempo para buscar um abrigo é muito reduzido. As crianças em Israel também têm medo e vivem do trabalho dos pais ao contrário das de Gaza, cujos pais vivem à custa da UE e EUA.

Nunca se ouviu ninguém lamentar este terror: nem a UE, nem a ONU, nem as comissões de Direitos Humanos, nem ONGs, nem os ministros dos Negócios estrangeiros da Noruega, do Reino Unido, da Suécia, da França, da Dinamarca, etc.

A ONU e a União Europeia são coniventes com este terrorismo: armas tem sido contrabandeadas do Irão e a ajuda internacional a Gaza serve apenas para financiar o arsenal do Hamas. Os organizadores das ajudas por barco não se interrogam como é possível que perante tanta "fome" haja dinheiro para armas.

O Hamas anda desesperado: a população  acredita cada vez menos que possa viver dentro de um Estado de direito palestiniano (agora apenas 40% o desejam). Muitos rumam a Israel e pedem a cidadania israelita. Outros, sempre que podem, rumam aos centros comerciais em Israel e gozam as maravilhas das compras e da praia fora das regras de um guerreiro violento e pedófilo que viveu no Séc. VII mas inspira esta matilha sequiosa de sangue.

Inteirei-me pela Crescent Network News (CNN) de como Israel pôs habilmente fora de serviço o anafado chefe do Hamas: um tiro limpinho colocou o terrorista a receber a gratificação sexual que as maldades deste mundo lhe deram a ganhar e virgens às dezenas, arranjadas não sei onde, lhe proporcionam. Pena o automóvel que não merecia esta sorte: era melhor que o melhor carro que já tive.

Juntou-se a habitual multidão ululante à volta da sucata: todos parecem bem alimentados e cheios de energia. A CNN, claro, lá repetia até à náusea as habituais cenas Paliwood de gente carregada pelos braços e pernas, funerais de Lázaro e crianças (de tenra idade mas quase casadoiras por aquelas bandas) aspergidas com molho de tomate.

A decadente e repugnante BBC, ainda salpicada pelo escândalo de pedofilia e por acusações difamatórias que valeram a demissão de vários directivos, alinhou pela mesmo patológico ódio a Israel.

Todos se lambuzam nos cadáveres dos terroristas com tantos às dezenas na Síria, no Egipto, na Líbia, na Somália, na Nigéria e noutras irmandades morsianas. 

Ao IDF desejo todo o sucesso no combate a estes cães de guerra. Eu também sou Israelita.