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setembro 07, 2016

Morde pela calada

O metalúrgico Jerónimo, líder de uma agremiação cuja ideologia teima em levar à falência económica e social países e continentes inteiros, afinal também recebe subvenções que criticava. O dinheiro para paz, educação, saúde e cultura vai ter aos bolsos desta hipócrita e falsa criatura.
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Pela calada suga o hospedeiro


novembro 08, 2014

Lembrar a vergonha

... do betão, do arame farpado e das polícias políticas para proteger um regime comunista, brutal e de miséria. Coisa que vende ainda pela mão macabra de jerónimos, arménios, aivolas e outros que se fazem esquecidos.



Wolf Biermann, compositor proscrito por el régimen comunista, revienta una sesión del Bundestag

junho 05, 2012

Ai, Senhores..

Já nem falo da central sindical Espanhola UGT despedir umas boas dezenas de trabalhadores com mínima indemnização enquanto um sindicalista da mesma UGT faz uma vidona no Bankia levando para casa 180 000 por ano;

Ai, Senhores
Já nem falo no magnata da ultra-esquerda Roures que despediu os trabalhadores do Publico com "direitos" quase nenhuns, se governa com 500 Milhões numa conta da Suiça e ainda tornou a culpa à Igreja Católica do seu Publico ter perdido público;

Ai, senhores
Nem me queixo do magnata Cebriam da muy esquerdista Prisa ter subido o seu salário de forma pornográfica e o seu grupo estar a desmoronar-se;

Ai, Senhores
Havia ali na Europa uma aldeia gaulesa, com amanhãs que prometiam cantar ao Sol do Mundo. Uma aldeia a que o Tio Jerónimo até se dignou enviar uma delegação para ver o comunismo finalmente a bater o pé ao grande capital, aos banqueiros e trogloditas em geral. Uma aldeia em que os "grandes avanços", agora com a variante da Democracia parlamentar, poderiam acontecer sem milhões de mortos para abafar de vez esses pequenos detalhes que alguns ainda lembram excepto a Rita Rato. 

Ai, Senhores
As políticas do tio Jerónimo não foram aplicadas, cometeram-se "erros" e "desvios", houve traidores à causa e sabotagem externa do Império e seus agentes. O Chipre está afinal também falido e as massas trabalhadoras bem trabalhadas.

novembro 08, 2011

Os Comboios de Jaen

Jerónimo, o repetente metalúrgico do PCP -profissão tão merecida quanto a minha de jogador de berlinde, pilhador de piões em pleno voo, jogador de matraquilhos, camponês, pedreiro, estudante, etc- deu mais um ar da sua graça.

Quer a Rua para fazer cair a maioria num conceito democrático bastante interessante, tanto mais que invocou Pinochet. Não deixa de ser interessante: Allende caiu precisamente na Rua. Perante o acosso das milícias esquerdistas, a falta de alimentos e a violência o povo saiu à rua logo depois que Castro o foi aconselhar para usar de mais violência. O génio dos Cárpatos seguiu o mesmo caminho.

A Rua na Democracia é de todos Jerónimo, no comunismo é que parece que não: basta ver as ruas de Luanda e de Havana.