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julho 09, 2024

Politica externa e jornalismo interno

A França caminha rapidamente para um califado estalinista apesar da estrondosa vitória de Le Pen. Um partido com mais de 9 milhões de votos vê-se representado pelo sistema eleitoral francês num modesto terceiro lugar: os primeiros dois tiveram 6 milhões de votos. Um governo contra a vontade da maioria dos leitores é assim possível: nisto Lavrov tem razão. O "centrista" Macron tombou para a esquerda terrorista, anti-semita, pró-russa e islâmica: revelou-se a besta.

Curiosamente quando Trump foi eleito instalou-se uma choradeira contra o sistema eleitoral americano por muito menos votos. Os jornalistas evitaram criteriosamente dar percentagens. repetiram incessantemente o número de representantes. É preciso esgravatar um pedaço na net para trazer à luz estes dados.

 No Irão repete-se o guião do jornalismo atual: após a eleição do “moderado” Rafsanjani (que tem massacrado o povo com execuções, fome, miséria, perseguições religiosas, tortura, ataque à liberdade das mulheres) segue-se a eleição de um presidente "reformador".

julho 06, 2024

Falta assunto e ... decoro

 A fura vacinas Covid e gritona por Timor, Ana Gomes, não consegue evitar a obsessão com Trump, Vitor Orban, Le Pen e o Chega. Agora até os ignorantes juizes do  Supremo dos EUA tomam decisões que desafiam a sua -da Ana vai à TV- sapiência júridica.

O discurso é cada vez mais pobre e isento de conteúdo que possa interessar: é uma cartilha ideológica proferida de forma exaltada e arrogante.

Não dá mais ... estes extremismos e fanatismos são pedra de toque da esquerda e impede-os de ver algo para além da sua bolha ideológica.

julho 04, 2024

A França

Pela liberdade, pela lei e ordem aplicada a todos, pelo direito a usufruir da vida, pelo direito à segurança, pelo direito a não ter medo de andar na rua, de ensinar sem ser decapitado, contra o terrorismo, contra o discurso de ódio, contra a discriminação, contra o racismo, contra o contrabando de droga, contra o islamismo, contra o anti-semitismo, contra o vandalismo e as pilhagens, pela soberania do estado sobre todo o território, pelos direitos das mulheres, pelo direito dos franceses à habitação e à saúde ... a França tem que votar Le Pen ou esperar por Carlos Martel.

Não se compreende como a França Insubmissa, uma coligação de esquerda radical de aspirantes a tiranos, Estalinista-Maoista e de islamistas, unida pelo ódio (ódio a judeus, a brancos, à liberdade, aos cristãos, à propriedade) obtenha quase 30% de votos.

I am 26 years old, blonde, with light eyes, and I have always lived in the 6th arrondissement of Lyon, which is thought of as the poshest area in Lyon, and my daily life has become unbearable. I write this because, ten years ago, I could go out with my friends in the evening, at any hour, without being bothered, insulted, followed, or stabbed. 

 ....

As for myself, on a regular basis, men follow me, insult me because I refuse to talk back or because I say I have a boyfriend. One day, one spit on me. More and more, I am whistled at like a dog, or "ksksks"'d like I am a cat. Acts of this nature have happened to me perhaps thirty times in the past year

....

Every single one of the actions I mentioned (and they are only a part of what we have gone through) is the fact of men of sub-Saharan African or North African origin. A white man has never behaved towards me the way they have. Is it racist to call out what my daily life has become as a woman, because of immigration? Is my reality, my daily life, racist? Am I not as legitimate as any other person to call out traumatising acts of violence, just because they are done by foreigners or immigrants? To be clear, I am not talking about men in general, but specifically men, sometimes underage, who are of immigrant background.  

junho 27, 2024

A segurança dos judeus parece preocupar finalmente a TVI mas

 ... afinal é pelo "perigo" da extrema-direita da Le Pen poder ganhar as eleições. Afinal os ataques anti-semitas em França são executados pela Le Pen e seus apoiantes.

A TVI aproveita para fazer campanha por Macron e, claro, pela bondade das suas "reformas": com Macron não há cortes ... há reformas. Os franceses estão deveras contentes com Macron: desde que subiu ao poder o número de imigrantes que chega a França ultrapassa a módica quantia dos 200 000 por ano e são argelinos, marroquinos e tunisinos que nutrem um amor inigualável por França e pelos franceses.

O número de ilegais chega quase a 1 milhão. As despesas sociais estão incomportáveis e depauperaram as arcas francesas e os bolsos dos seus contribuintes.

A expulsão destes pobres imigrantes, que fogem do perigo mas cometem crimes graves, torna-se impossível. Um batalhão de advogados aparece a tornar a tarefa irrealizável e desencanta um Tribunal que impede o saudável ato já que o infrator corre o risco de sofrer no país de origem o sofrimento que causou em França.

Os franceses beneficiam de serviços públicos cada vez mais escassos, a violência e a criminalidade subiram espantosamente, as despesas sociais multiplicaram-se e toda a habitação social só contempla os imigrantes (o francês é um proscrito... um pária... um escravo).

 O Macron acena com a guerra civil que ele próprio importou e já decorre a lume brando.

Votem pois Macron