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outubro 09, 2024

Miopia grave

O deputado repetente, António Filipe um fanático comunista, já nos habituou a barbaridades como afirmar que o genocídio ucraniano de 1933 foi devido a um mau ano agrícola. Se calhar as deportações estalinistas foram turismo de massas. 

A presença no Isto é Gozar com Quem Trabalha, um programa que passa metade do tempo a perseguir o Chega, foi dentro da linha habitual: “A China é a maior economia do Mundo” disse, sem pestanejar, e a menina liberal não teve estaleca para contrariar este populismo. O deputado devia esclarecer se apoia as leis laborais vigentes na China e a liberdade sindical que por lá se vive.

António Filipe diz que lhe tiraram tudo: os aeroportos, os Correios, etc. Desminto! Ainda recentemente usei os dois e estavam no mesmo sítio e com os mesmos serviços de sempre.

setembro 30, 2010

Haverá mais vida depois disto?

Não sei que se passa.


  1. Será que estamos a ser governados por uma ala de um hospital psiquiátrico?
  2. Será que os cozinheiros estão a confundir trufas com cogumelos mágicos?
  3. Será que isto é um circo romano e nós estamos na arena?


Agora que tínhamos tudo para ser felizes:

  • Aborto a pedido e de borla;
  • Casamento de homossexuais;
  • Uniões de facto equiparadas a casamento;
  • Cheque bebé;
  • Um Magalhães para cada miúdo;
  • Secundário feito no tempo que um fósforo arde;
falta o dinheiro?

setembro 19, 2009

Pedagogias

Dizem as más línguas que a sede do BE no Porto tem sido supostamente apedrejada. O acto reprovável é atribuido a supostos grupos de neo-nazis. Os neo-nazis têm as costas largas e ainda não confirmaram o suposto acto. O BE chamou a PSP e fez muito bem: não se admite um atentado deste género num país de direito.

Vem a talho de foice lembrar que apoiantes do BE devastaram no Algarve uma plantação de milho de um agricultor. Não se consta que o Sr Anacleto Louça tenha repudiado estes actos. É que o agricultor vive do seu trabalho: levanta-se cedo, semeia, monda, aduba, rega, desfolha, debulha e corta a palha para angariar o seu sustento e o da sua família. Basta uma tempestade para lhe arruinar o investimento ou então meia-dúzia de parvos.

Ora vandalizarem o fruto do trabalho deste agricultor não deixa de ser tão ou mais reprovável que vandalizarem bens do BE, se calhar conseguidos com subvenções do Estado, que pouco lhes custaram a ganhar. Nem o apedrejamento seria aceitável se fosse feito com espigas de milho.

Esperando que ambos os actos não se repitam devo afirmar que estes acontecimentos no Porto tem algo de pedagógico, no pior sentido do termo.