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junho 09, 2016

Catatonia

A esquerda tonta e alguma direita que vai pelo mesmo caminho não se cansam de acolher os denominados "refugiados" para promover o multi-culturalismo. Os "refugiados" matam quem os acolhe, violam mulheres, agridem os autóctones, vivem daquilo que os que os acolhem produzem (uma escravatura moderna), incendeiam abrigos, protestam contra a comida, incendeiam igrejas, insultam, protestam contra o alojamento, obrigam as pessoas de bem a alterarem hábitos para conseguirem mais segurança, maltratam os animais, sujam, vandalizam e roubam. Tudo características que os tornam pouco humanos.

Se isto não basta agora desencadeou-se uma espécie de pogrom ao turismo. Fala-se de excesso de turistas, de alojamento em excesso para os turistas, da pressão dos turistas sobre os monumentos, dos negócios que servem o turismo: tal acontece em Lisboa, em Barcelona, em Madrid, etc. O multiculturalismo trazido pelo turista que paga o seu alojamento, que consome no restaurante/bar, que aluga carros, que arrenda casas, que aluga autocarros e táxis e que move a economia, que dá emprego, que respeita a lei, que incentiva laços e amizades começa a ser perseguido.

Vivemos uma catatonia global.

junho 14, 2009

Nápoles


Estando o nosso presidente em Nápoles, e para cumprir uma promessa a uma leitora, aqui fica uma magnífica rosa em porcelana de um artesão de cerâmica Capo di Monti.
Nápoles é uma cidade fascinante e ainda por cima com Pompeia, o Vesúvio, Sorrento, Ischia e Capri tão perto.

Em Ischia terá feito termas um imperador romano. Foi chamado de urgência a Roma devido a um golpe. Era uma estratégia para o matarem e conseguiram. Tudo boa gente ... como me disse um italiano.

Perto também um circo romano de uma escola de gladiadores que terá formado Spartacus. Vale ainda a pena a visita à Nápoles subterrânea: uma extensa rede de túneis deixados pelo corte da rocha para construir por cima. Os túneis foram usados na 2ª Guerra mundial pela resistência ou simplesmente para roubar mantimentos à tropa.

Na rua pode fazer-se um desporto interessante: tentar encontrar um automóvel sem uma mazela (risco, amolgadela, etc) . Atenção às Motorini... não poupam ninguém e o condutor nem pára: só pede desculpa em andamento.