A esquerda tonta e alguma direita que vai pelo mesmo caminho não se cansam de acolher os denominados "refugiados" para promover o multi-culturalismo. Os "refugiados" matam quem os acolhe, violam mulheres, agridem os autóctones, vivem daquilo que os que os acolhem produzem (uma escravatura moderna), incendeiam abrigos, protestam contra a comida, incendeiam igrejas, insultam, protestam contra o alojamento, obrigam as pessoas de bem a alterarem hábitos para conseguirem mais segurança, maltratam os animais, sujam, vandalizam e roubam. Tudo características que os tornam pouco humanos.
Se isto não basta agora desencadeou-se uma espécie de pogrom ao turismo. Fala-se de excesso de turistas, de alojamento em excesso para os turistas, da pressão dos turistas sobre os monumentos, dos negócios que servem o turismo: tal acontece em Lisboa, em Barcelona, em Madrid, etc. O multiculturalismo trazido pelo turista que paga o seu alojamento, que consome no restaurante/bar, que aluga carros, que arrenda casas, que aluga autocarros e táxis e que move a economia, que dá emprego, que respeita a lei, que incentiva laços e amizades começa a ser perseguido.
Vivemos uma catatonia global.