Mostrar mensagens com a etiqueta dia europeu sem carros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta dia europeu sem carros. Mostrar todas as mensagens

setembro 22, 2014

E uma bofetada bem assente? Ficava bem, não?

Hoje fui levar os miúdos à escola. Chovia forte! Dei uma volta um pouquinho maior para os deixar mais próximos da entrada. Que encontro? A estrada que passa à frente da escola bloqueada para celebrar o dia europeu sem carros: os pais atarantados com a novidade faziam manobras para evitar o obstáculo, os miúdos corriam à chuva para a escola e a confusão era enorme. Vou para a cidade: um caos no trânsito com os automobilistas a improvisar e gastar carburante nas filas.

Não há quem ponha juízo nestes inúteis parvalhões, no seu arrivismo populista pretensamente amigo do ambiente e proporcionalmente estúpido?

Na TV uma manifestação pelo Ambiente com uma estrangeira e recomendar a bicicleta! Acaso vieste de bicicleta, menina? O Rogério Samora a aparecer com umas bojardas infantis! Andas muito de bicicleta Rogério? O Rogério queixa-se que não teve verão! Para quem esperava verões abrasadores devia ter vergonha.

março 30, 2014

O que a malta precisa, pá ... é de apagar a luz

Foi um acontecimento muito badalado durante uns anos: o dia europeu sem carros. Cidade que não aderisse era proscrita, não era amiga do ambiente. Tudo era feito com grande folclore e muitos, como eu, iam de carrinho sem ser necessário para ver a cidade livre de carros ou iam mais cedo para evitar os inconvenientes. A iniciativa foi morrendo como morrem todas as iniciativas desastradas e tolas como esta.

Agora vem a moda de apagar as luzes: imitar a vida na Coreia do Norte. Uns figurões discursam com a as habituais palavras inúteis mas cheias de boas intenções fingidas (na vida real nada fazem pela causa), encenam interruptores gigantes com momento televisivo. Os operadores da rede e das unidades de produção de energia cruzam os dedos esperando que o sucesso seja baixo: é que se assim não for a sessão durará muito mais tempo e com custos difíceis de prever para acabar com ela. Este ano esta pequena mania, e por conseguinte inconsequente em todos os aspectos, teve menos 5% de sucesso que a anterior. Que assim seja e assim continue!