Mostrar mensagens com a etiqueta holodomor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta holodomor. Mostrar todas as mensagens

março 06, 2017

Cada comunista um assassino em potência

... é o que diz o Olavo de Carvalho e eu confirmo.

O deputado António Filipe do PCP, com aquele arzinho de avô cantigas, é um prodígio. Depois de balbuciar que a Ucrânia não é democrática, que o Parlamento português é democrata e não precisava de falar do genocídio ucraniano, passa a justificar a morte de mais de 6 milhões de pessoas às mãos de um regime que se impôs pelo terror dando um golpe de estado. Sim ... um golpe de estado, pois em eleições não passaram nunca de um terceiro lugar.

O trafulha António Filipe, deputado de uma nação que se recusa a ilegalizar o gangue do PCP (uma relíquia bolorenta), passa a tese de um mau ano agrícola e de mudanças na organização social. Oh Tonito ... não sabes ler? És burro? Sofres de uma doença rara? Talvez a última ... não? Não sabes que os bolcheviques confiscaram todos os cereais, animais e mantimentos pela força total? Que nem sementes deixaram para a sementeira seguinte? Que foram eles que proibiram cultivar a terra?

Não sabes que montaram um esquema de denúncias com prémios para acusar quem tinha tido sucesso em esconder alguma coisa? Não sabes que mesmo nas escolas interrogavam disfarçadamente as crianças para denunciarem os próprios pais?

És um doente, António Filipe ... um doente. És um homem perigoso e estarias pronto para vender outra hecatombe humana. Nem um lamento pelos mais de 6 milhões de mortos!

Mas se o PCP é assim pelo DNA o BE é igual. Não seria Trotsky tão brutal nos sectores que comandou como os piores? Mas o BE, pela mão amiga da Judite, é alvo de todas as mesuras e hoje mesmo Louça (o fradeco rico da esquerda alternativa) que defende com vigor o seu mentor, foi entrevistado mais uma vez em horário nobre.

dezembro 09, 2013

novembro 24, 2012

Holodomor ... as profundezas do sofrimento causado pelo comunismo

Do Blog do José Milhazes:

A escola usava as crianças para delatar os seus próprios pais. Os professores formulavam as perguntas disseminados nos testes para saber se alguém tinha trigo escondido. Perguntavam aos alunos se as suas famílias têm algo para comer ou como os seus pais conseguiam os alimentos. Os professores recebiam 10% dos alimentos achados na base da denúncia. Praticava-se a seguinte forma de delação: após as férias, os alunos deveriam escrever uma redação “Como os meus pais celebraram o feriado kurkuliano” (Natal e Páscoa eram considerados “invenções dos popes” e eram proibidos).

De borla um filme onde se mostra como o Homem, com uma ideologia às costas e sem amarras do destino transcendental para Deus, se torna um animal:

A Fundação Shoah da Universidade da Carolina do Sul preparou o curso escolar “Holodomor na Ucrânia de 1932-1933. Dimensão humana da tragédia”. O vídeo pode ser descarregado gratuitamente, tamanho 61 MB:
http://sfi.usc.edu/cms/files/mpegs/s01.mpg"