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maio 31, 2015

Como não vai aparecer na Comunicação Social

.... ou até agora não apareceu, fica aqui.


Enorme manifestação ontem em Caracas pela libertação dos presos políticos.


Entretanto a Google (monstro do qual não gosto), como tende a mostrar a desvalorização do Bolivar e outros desempenhos económicos, tem a cabeça a prémio.
Os despejos, como estão proibidos agora por lei, já produzem efeitos: as casas para alugar desapareceram. Uma grande ajuda para quem começa a vida.

Quando a fantasia interpreta a realidade o destino é um pesadelo.

abril 21, 2015

Como Maduro ganhou as eleições: uma fraude fenomenal como já se suspeitava

SISTEMA INFORMÁTICO PARALELO

Maduro se hizo presidente con votos falsos chavistas... ¡y Cuba fue su cómplice!

Su victoria se produjo por un anómalo pico de sufragios hora y media después de la hora oficial de cierre

Periodista Digital, 21 de abril de 2015 a las 06:55

maio 12, 2012

A Ditadura Chavista

Quando os Juízes caem em desgraça e fogem aparecem as explicações das perseguições a tudo o que era oposição a Chavez.

julho 10, 2010

Extraordinário

Extraordinário é o trato que a TVI deu ao caso da possível libertação dos presos políticos cubanos.

Os presos do "fássismo", muitos a soldo do império sovético e que pretendiam tornar Portugal uma nova Cuba substituindo uma ditadura por outra bem mais violenta e repressiva, eram intitulados presos políticos ou presos de consciência da ditadura e merecem sempre loas. Aliás basta ver no que se tornou o Forte de Peniche: um monumento de propaganda do PCP.

Os presos cubanos, aos quais nem sequer a Cruz Vermelha tem acesso ao contrário dos terroristas de Guantanamo, são apenas dissidentes do regime cubano. Podiam ser presos políticos (ou de consciência) da ditadura cubana mas não são: são algo mais soft. São dissidentes (ou seja aqueles que não concordam com o poder dominante) e retiram o odioso de ver a liberdade confiscada na forma de detenção arbitrária para serem silenciados. Os presos políticos da URSS também eram intitulados de dissidentes.

julho 08, 2010

Até Quando?

Sob os auspícios da Igreja Católica e do inacreditável Moratinos a tiranocracia Castrista, que governa o parque temático dos anos 50 que é Cuba, vai libertar alguns presos políticos. O excarceramento não é um reconhecimento do direito à liberdade pois a pena de prisão é afinal trocada pelo desterro. O papel da Igreja não me parece ter sido um sucesso total: ser expulso de um país nestas condições nem para um preso de delito comum é justo castigo.

Trata-se de um acto meramente simbólico pois, como dizia Losantos, de facto:
- "Libertam" 10 ou 20 presos e encarceram 100 ou 200;
- Cuba recebe alguns milhões de ajuda de cada vez que liberta alguém e o dinheiro vai acabar na gordíssima conta que os manos Castro possuem na Suiça à custa do tráfico de droga, prostituição infantil e fome do Povo Cubano.

A libertação é um acto propagandista gratuito do decrépito regime pois encontra eco nos mídia ao contrário das novas detenções que são olvidadas.