março 31, 2011

Inenarrável

A inenarrável TVI faz, juntamente com Obama, a apologia da Guerra Civil redentora na Líbia. Ontem era a aflição por uns rebeldes, aprisionados pela tropa de Kadafi, levarem umas bofetadas dadas até com alguma contenção. Depois claro põe-se a extrapolar: não sabe se terão sido posteriormente fuzilados sumariamente. A lógica da coisa: Kadafi Mau e velhaco, Rebeldes muito cool e bons (fogem bem, atacam bem, ajudam as velhinhas, retiram, reorganizam, etc) . Não há dúvida: a Europa, EUA, os jornalistas da TVI e restantes idiotas úteis estão apostados em levar a "democracia" a quem não sabe o que isso é e instalar um regime da Al-Qaeda paredes meias com o Sul da Europa.

Outro episódio inenarrável da TVI é um Milagre na favela que devia estar a correr mundo e ir parar ao Guiness da resistência humana. A bófia brasileira dá uma tareia a um marginal que deve ser o último da espécie pois Lula acabou com a desgraça na favela: costuma ser o contrário e ninguém filma. O escândalo vem depois: a polícia disparou quatro tiros no peito do desgraçado meliante mas  ele apenas ficou ferido e com algumas cócegas. "A tragédia, o horror...."

A verdade de frente

Ainda sobre a triste Pedofilia na Igreja. An Airport Encounter « The Gospel in the Digital Age

An Airport Encounter

It was only the third time it had happened to me in my nearly thirty-five happy years as a priest, all three times over the last nine-and-a-half years.
Other priests tell me it has happened to them a lot more.
Three is enough.  Each time has left me so shaken I was near nausea.
It happened last Friday . . .
I had just arrived at the Denver Airport, there to speak at their popular annual “Living Our Catholic Faith” conference.
As I was waiting with the others for the electronic train to take me to the terminal, a man, maybe in his mid-forties, waiting as well, came closer to me.
“Are you a Catholic priest?” he kindly asked.
“Sure am.  Nice to meet you,” says I, as I offered my hand.
He ignored it.  “I was raised a Catholic,” he replied, almost always a hint of a cut to come, but I was not prepared for the razor sharpness of the stiletto, as he went on, “and now, as a father of two boys, I can’t look at you or any other priest without thinking of a sexual abuser.”
What to respond?  Yell at him?  Cuss him out?  Apologize?  Deck him?  Express understanding?  I must admit all such reactions came to mind as I staggered with shame and anger from the damage of the wound he had inflicted with those stinging words.
“Well,” I recovered enough to remark, “I’m sure sorry you feel that way.  But, let me ask you, do you automatically presume a sexual abuser when you see a Rabbi or Protestant minister?”
“Not at all,” he came back through gritted teeth as we both boarded the train.
“How about when you see a coach, or a boy scout leader, or a foster parent, or a counsellor, or physician?”  I continued.
“Of course not!” he came back.  “What’s all that got to do with it?”
“A lot,” I stayed with him, “because each of those professions have as high a percentage of sexual abuse, if not even higher, than that of priests.”
“Well, that may be,” he retorted.  “But the Church is the only group that knew it was going on, did nothing about it, and kept transferring the perverts around.”
“You obviously never heard the stats on public school teachers,” I observed.  “In my home town of New York City alone, experts say the rate of sexual abuse among public school teachers is ten times higher than that of priests, and these abusers just get transferred around.”  (Had I known at that time the news in in last Sunday’s New York Times about the high rate of abuse of the most helpless in state supervised homes, with reported abusers simply transferred to another home, I would have mentioned that, too.)
To that he said nothing, so I went in for a further charge.
“Pardon me for being so blunt, but you sure were with me, so, let me ask:  when you look at yourself in a mirror, do you see a sex abuser?”
Now he was as taken aback as I had been two-minutes before.  “What the hell are you talking about?”
“Sadly,” I answered, “studies tell us that most children sexually abused are victims of their own fathers or other family members.”
Enough of the debate, I concluded, as I saw him dazed.  So I tried to calm it down.
“So, I tell you what:  when I look at you, I won’t see a sex abuser, and I would appreciate the same consideration from you.”
The train had arrived at baggage claim, and we both exited together.
“Well then, why do we only hear this garbage about you priests,” he inquired, as he got a bit more pensive.
“We priests wonder the same thing.  I’ve got a few reasons if you’re interested.”
He nodded his head as we slowly walked to the carousel.
“For one,” I continued, “we priests deserve the more intense scrutiny, because people trust us more as we dare claim to represent God, so, when on of us do it – even if only a tiny minority of us ever have — it is more disgusting.”
“Two, I’m afraid there are many out there who have no love for the Church, and are itching to ruin us.  This is the issue they love to endlessly scourge us with.”
“And, three, I hate to say it,” as I wrapped it up, “there’s a lot of money to be made in suing the Catholic Church, while it’s hardly worth suing any of the other groups I mentioned before.”
We both by then had our luggage, and headed for the door.  He then put his hand out, the hand he had not extended five minutes earlier when I had put mine out to him.  We shook.
“Thanks.  Glad I met you.”
He halted a minute.  “You know, I think of the great priests I knew when I was a kid.  And now, because I work in IT at Regis University, I know some devoted Jesuits.  Shouldn’t judge all you guys because of the horrible sins of a few.”
“Thanks!,” I smiled.
I guess things were patched-up, because, as he walked away, he added, “At least I owe you a joke:  What happens when you can’t pay your exorcist?”
“Got me,” I answered.
“You get ‘re-possessed’!”
We both laughed and separated.
Notwithstanding the happy ending, I was still trembling . . . and almost felt like I needed an exorcism to expel my shattered soul, as I had to confront again the horror this whole mess has been to victims and their families, our Catholic people like the man I had just met . . . and to us priests.

março 29, 2011

Putos artolas

- Mamã, Mamã! Já sabes aquela do iogurte?
- Não! O que é que aconteceu?
- É Natural.

março 28, 2011

O dilúvio

Uma maldição abateu-se sobre este país e sobre a península ibérica. Uma infestação gigantesca de idiotas, lorpas e acompanhantes não nos larga dia após dia.

Hoje foi o Carlos e a Camila: energias renováveis, a visita tradicional aos Jerónimos e pelo meio, no Jornal da noite, os bolos de casamento do rebento do primeiro e da noiva. Podíamos pedir uma reparação pelo assassínio de Gomes Freire de Andrade mas nem isso.

Uma Universidade decidiu atribuir um doutoramento honoris causa a um indivíduo íntimo com a garrafa, corrupto mensaleiro e generoso na ajuda a movimentos terroristas cruéis na América latina (largos milhares de mortos) e presidentes golpistas como o Sr Zelaya, a que soma amizades pouco recomendáveis como uma série de sátrapas que vão da Venezuela, Repúblicas do Cáucaso ao regime Nazi do Irão. Pobre Universidade!

O emplastro, uma terrorista envolvida na morte de várias pessoas, também veio no Aero Dilma, para compor a embaixada. Ainda não tinha ganho as eleições já andava a coscuvilhar dados confidenciais, não do adversário, mas da respectiva filha. O perfil ético da Senhora promete. Miguel Sousa Tavares quase se babava, como quem vê o filho recém nascido, a entrevistar a extraordinária mensaleira no Palácio do Planalto.

Ainda o dia não tinha acabado e o assassino Carrilho mostrava o seu entusiasmo por a Espanha estar em Guerra com a Líbia: uma guerra justa ao contrário da do Iraque e outras. Não perdem o jeito estes revolucionários violentos. Lamenta não o terem ajudado na Guerra Cívil de Espanha para fazer muitos Paracuellos e impor a sua República. Este pobre de espírito é, além de hipócrita, um mentiroso retinto: combateram nos seus malditos bandos franceses, irlandeses, americanos, belgas, ingleses, etc. Mais de 100 000 mil sem contar com as forças de elite de Estaline.
Não percebeu ainda que perdeu a guerra porque Franco e os falangistas lutavam pelo seu país, não por uma ideologia. Carrillo está enquistado no passado e não entendeu a História: a justiça divina será implacável.

  

março 27, 2011

Matematicamente falando ...

É um livro de Matemática do 7º ano de escolaridade. Tem um curioso problema sobre proporcionalidade directa -o F-  que faz lembrar algumas anedotas.

A Nova União Soviética

As políticas da Gaystapo, do aborto, da perseguição aos católicos, do desprezo pelas nações e pelos seus valores, do ataque ao tecido social baseado na família e às raízes das várias nações europeias não são prometedoras.

março 26, 2011

Idílio

Acordava todos os dias com o cheiro a pão quente.

Era filho da padeira e sofria de asma provocada pelo cheiro a farinhas!

março 25, 2011

Cansado de estar de pé!

Gostaria de saber:
  • Quem são os rebeldes líbios e quem é o respectivo líder que possa assumir culpas de crimes que possam vir a ser averiguados;
  • Que querem os rebeldes para a Líbia;
  • Que pretende afinal a força internacional com a intervenção no conflito;
  • Porque aplicam pela força uma zona de exclusão aérea que serve afinal para atacar forças de um dos lados no terreno;
  • Se a intervenção estrangeira não se arrisca a prolongar a Guerra Civil e a aumentar o número de civis mortos na contenda;
  • Qual o particular interesse do sacrossanto Obama nesta questiúncula  se Kadafi até financiou o inenarrável Pastor do queniano que afirmou ser a Sida uma doença inventada para matar negros;
  • Onde estão os movimentos pela paz que desfilaram por causa do Iraque, do Afeganistão e outras causas queridas;
  • Que motivos levaram a desencadear esta intervenção se no Sudão contundentes massacres de civis  não motivaram nem comoveram ninguém.

março 24, 2011

Direito à autodefesa

A minha avó, que sempre usou saias e não entendia como uma mulher podia usar calças, dizia:

- Quanto mais nos baixamos mais o rabo se nos vê!

Este miúdo era pacífico mas estava cansado de ser agredido, maltratado e ofendido.
Uma vez podemos dar a outra face, e depois de novo a primeira mas tudo tem um limite. E há um direito fundamental porque natural: o direito a defender a nossa própria integridade.

O menino Casey deu uma resposta de peso ao agressor:

março 23, 2011

Direito à (não)privacidade

A minha "fofinha" é uma "cusca". Ontem queria ajudar o miúdo a re-enviar um E-mail: ele não deixou sequer espreitar a caixa de entrada. Uma desilusão!

- Acho que deve ter E-mails que eu não posso ver! Que será?
- Nada de muito importante de certeza.
- Estes computadores, passwords .... são uns obstáculos!
- Pois, mas ...
- É a privacidade dele não é?
- É. É pequenino mas tem privacidade também.
- Não, não têm! Com esta idade não tem ainda direito à privacidade!