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dezembro 16, 2025

Com pinças e muita manha

 ... o suspeito de pedófilia, associado ao PS, é descrito em rodapé como "... ex-adjunto da Ministra da Justiça" e omite o nome da Ministra e a que governo ela pertencia.

Esperava-se um escrutínio detalhado da comunicação social -interrogar a ministra, a razão de ser convidado, se não havia indícios, quem lhe deu louvores no DR, procurar a família, ouvir testemunhos de crianças abusadas, ler comunicações, etc, etc -mas parece haver um bloqueio total. Se o suspeito fosse do PSD ou CHEGA já pediriam a ilegalização dos partidos, a demissão do 1º Ministro e, quiçá, novas eleições. 

  

dezembro 15, 2025

Decididamente ...

 ... o PS volta a cruzar-se com a pedofilia depois do caso Casa Pia.

Em Espanha pelo menos dois casos de gravidade extrema foram aqui referidos: Pessoas ligadas ao Podemos e sucedâneos abusaram brutalmente de crianças de poucos meses e adolescentes. 

O caso repete-se aqui.  O autor da proeza a trabalhar no Ministério da Justiça é irónico.

Uns dias manifestam-se contra o abuso sexual nos restantes a praticá-lo. 

julho 13, 2025

Tarados e animais nos LGBT

 Militante de izquierdas, LGTB y jefe de una red de pederastia: el nuevo monstruo de Francia.

"Según el diario francés “Le Parisien”, que ha desvelado el caso, en un video publicado en redes sociales ad hoc, cinco adultos sodomizan a un niño de dos o tres años que es sujetado por el cuello por medio de una correa de perro. La víctima a veces parece dormida o drogada. En otro, una niña de menos de tres años es también sodomizada por un hombre; ella grita llamando a su madre y el violador le ordena callarse. El hecho de que el agresor hable francés será una pista para dar con los responsables de la red."

fevereiro 03, 2021

Os indecifráveis caminhos da Esquerda

 Que nos proíbe de disciplinar uma criança rebelde com uma indolor palmada e onde nas elites circula o impensável.

Del consentimiento al incesto

setembro 11, 2014

Contorcionismo SIC

A SIC comoveu-se com as meninas casadas à força aos 9 anos ou um pouco mais. Mas a SIC é espertalhona e viu nisto um problema como "a gravidez indesejada" (sic): a "gravidez indesejada" é o problema (fenomenal). Mas a tremenda análise ainda não tinha chegado ao fim: acontece no oriente (Yemen), na áfrica subsariana (os fachas de gaza foram esquecidos) mas não é uma questão religiosa mas "cultural". A "cultura" queridos é imitar o "profeta"! Ainda não perceberam?
Fachas de gaza estupram meninas que ainda brincam com bonecas

novembro 01, 2013

Abrindo caminho para considerar a Pedofilia uma "Orientação sexual": mais um progressismo

Relatório da Associação Americana de Psiquiatria causa calafrios (o passado já não deixa dúvidas).

maio 08, 2013

Gatinho escondido

A história do deputado conservador a contas com uma acusação de abuso sexual tem muito que se lhe diga. Não percebi muito bem a idade dos "dois homens" à data dos factos que lhe imputam. O deputado parece, além de fraquinho de valores para servir a promessa de Cameron de recuperar a moral no UK, um fraquito de carnadura. "Os homens" não teriam físico para lhes dar umas bofetadas bem aplicadas detendo os "grandes avanços civilizacionais" do deputado que "se assumiu"?

Homossexualismo e pedofilia estão de tal modo entrelaçados que é difícil, até no plano dos conceitos, separar um do outro. A própria palavra pederastia (“prática sexual entre um homem e um rapaz mais jovem”), também passou a significar, por extensão de sentido, a “homossexualidade masculina”[1]. Uma associação de pedófilos chamada NAMBLA (“North American Man/Boy Love Association” – Associação norte-americana de amor homem/menino) afirma que “a pederastia é a principal forma que adquiriu a homossexualidade masculina por toda a civilização ocidental”[2]. Fundada em 1978, por muito tempo a NAMBLA pertenceu à ILGA – Associação Internacional de Gays e Lésbicas – também esta fundada no mesmo ano. Em 1993 a ILGA alcançou o “status” de membro consultivo da ONU. A presença de um grupo explicitamente pró-pedofilia dentro da ILGA suscitou críticas quanto à presença desta última nas Nações Unidas. Por esse motivo, em 1994, a ILGA resolveu expulsar a NAMBLA de seus quadros[3]. A expulsão foi meramente estratégica, pois a ILGA sempre se opôs às “restrições de idade” para crianças e adolescentes praticarem atos sexuais com adultos.

A psicóloga Rozangela Justino, que desde 1988/89 vem atendendo pessoas que desejam deixar a homossexualidade, afirma categoricamente: “Todas as pessoas que atendi no consultório e também ouvi nos ministérios de apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade sofreram abuso sexual na infância e/ou adolescência”[4].

dezembro 10, 2011

Na retaguarda do glamour

Pedofilia em Hollywood. Mais uma acha para a fogueira da decadência moral que assola as nossas sociedades progressistas.

Martin Weiss, a 47-year-old Hollywood manager who represented child actors, was charged in Los Angeles on Dec. 1 with sexually abusing a former client. His accuser, who was under 12 years old during the time of the alleged abuse, reported to authorities that Weiss told him "what they were doing was common practice in the entertainment industry." Weiss has pleaded not guilty.


On Nov. 21, Fernando Rivas, 59, an award-winning composer for “Sesame Street,” was arraigned on charges of coercing a child “to engage in sexually explicit conduct” in South Carolina. The Juilliard-trained composer was also charged with production and distribution of child pornography.
Registered sex offender Jason James Murphy, 35, worked as a casting agent in Hollywood for years before his past kidnapping and sexual abuse of a boy was revealed by the Los Angeles Times on Nov. 17. Murphy’s credits include placing young actors in kid-friendly fare like "Bad News Bears," "The School of Rock," "Cheaper by the Dozen 2” and the forthcoming "Three Stooges.”
Revelations of this sort come as no surprise to former child star Corey Feldman.


Read more: http://www.foxnews.com/entertainment/2011/12/05/recent-charges-sexual-abuse-children-in-hollywood-just-tip-iceberg-experts-say/?test=faces#ixzz1g81RLvtA

agosto 31, 2011

A próxima meta na Engenharia Social

A classificação da Pedofilia como prática sexual tolerável.

"Speakers addressed the around 50 individuals in attendance on themes ranging from the notion that pedophiles are “unfairly stigmatized and demonized” by society to the idea that “children are not inherently unable to consent” to sex with an adult. Also discussed were arguments that an adult’s desire to have sex with children is “normative” and that the APA’s Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM) ignores the fact that pedophiles “have feelings of love and romance for children” in the same way adult heterosexuals and homosexuals have romantic feelings for one another."


Há sobretudo uma grande dificuldade na interpretação da palavra "amor": devem tê-la avaliado no Jardim Zoológico das aberrações naturais.

abril 07, 2011

O próximo passo

O construtivismo homossexual da Pedofilia descrito por quem sabe.
Professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, pesquisador do CNPq, autor de O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios (RJ, Aeroplano, 2002) e Nós os Mortos: Melancolia e Neo-Barroco (RJ, 7Letras, 1999).


Em meio a tanta intolerância e posições bem marcadas, creio que a arte tem uma contribuição fundamental a dar na criação de dúvidas e proliferação de narrativas diversas, sobretudo no lado mais visível e difícil de ser aceito: a pedofilia homossexual masculina, meu particular tema de interesse desde quando escrevi meu livro O Homem que Amava os Rapazes e Outros Ensaios, fruto de pesquisa sobre a relação entre a homossexualidade masculina, os transgêneros e a arte contemporânea. E é da pedofilia homossexual masculina que quero tratar agora através da arte.


Antes disso contudo, há vários relatos de como culturas não-ocidentais lidam com a pedofilia, seria interessante relembrar talvez o mais conhecido e que lança um forte imaginário em toda história e imaginário ocidentais, até os nossos dias. Seguindo a leitura da Foucault em sua História da Sexualidade, no mundo grego clássico, justamente o que é por nós mais rejeitado era a referência para o discurso amoroso: a relação entre um homem adulto e um menino imberbe, aquele deveria ser uma espécie de tutor na vida intelectual e afetiva, pedagogo de corpo e alma, integrando sexualidade e conhecimento do mundo, ética e cidadania, todo estes elementos fundamentais para a formação do homem grego.


"Tudo o que há de melhor e mais raro
Vive em teu corpo nu de adolescente
A perna assim jogada e o braço, o claro
Olhar preso no meu, perdidamente"

Talvez num futuro, que espero próximo, haja um tempo em que falar de pedofilia seja apenas falar de uma expressão afetiva

Do Blog de Júlio Severo


março 31, 2011

A verdade de frente

Ainda sobre a triste Pedofilia na Igreja. An Airport Encounter « The Gospel in the Digital Age

An Airport Encounter

It was only the third time it had happened to me in my nearly thirty-five happy years as a priest, all three times over the last nine-and-a-half years.
Other priests tell me it has happened to them a lot more.
Three is enough.  Each time has left me so shaken I was near nausea.
It happened last Friday . . .
I had just arrived at the Denver Airport, there to speak at their popular annual “Living Our Catholic Faith” conference.
As I was waiting with the others for the electronic train to take me to the terminal, a man, maybe in his mid-forties, waiting as well, came closer to me.
“Are you a Catholic priest?” he kindly asked.
“Sure am.  Nice to meet you,” says I, as I offered my hand.
He ignored it.  “I was raised a Catholic,” he replied, almost always a hint of a cut to come, but I was not prepared for the razor sharpness of the stiletto, as he went on, “and now, as a father of two boys, I can’t look at you or any other priest without thinking of a sexual abuser.”
What to respond?  Yell at him?  Cuss him out?  Apologize?  Deck him?  Express understanding?  I must admit all such reactions came to mind as I staggered with shame and anger from the damage of the wound he had inflicted with those stinging words.
“Well,” I recovered enough to remark, “I’m sure sorry you feel that way.  But, let me ask you, do you automatically presume a sexual abuser when you see a Rabbi or Protestant minister?”
“Not at all,” he came back through gritted teeth as we both boarded the train.
“How about when you see a coach, or a boy scout leader, or a foster parent, or a counsellor, or physician?”  I continued.
“Of course not!” he came back.  “What’s all that got to do with it?”
“A lot,” I stayed with him, “because each of those professions have as high a percentage of sexual abuse, if not even higher, than that of priests.”
“Well, that may be,” he retorted.  “But the Church is the only group that knew it was going on, did nothing about it, and kept transferring the perverts around.”
“You obviously never heard the stats on public school teachers,” I observed.  “In my home town of New York City alone, experts say the rate of sexual abuse among public school teachers is ten times higher than that of priests, and these abusers just get transferred around.”  (Had I known at that time the news in in last Sunday’s New York Times about the high rate of abuse of the most helpless in state supervised homes, with reported abusers simply transferred to another home, I would have mentioned that, too.)
To that he said nothing, so I went in for a further charge.
“Pardon me for being so blunt, but you sure were with me, so, let me ask:  when you look at yourself in a mirror, do you see a sex abuser?”
Now he was as taken aback as I had been two-minutes before.  “What the hell are you talking about?”
“Sadly,” I answered, “studies tell us that most children sexually abused are victims of their own fathers or other family members.”
Enough of the debate, I concluded, as I saw him dazed.  So I tried to calm it down.
“So, I tell you what:  when I look at you, I won’t see a sex abuser, and I would appreciate the same consideration from you.”
The train had arrived at baggage claim, and we both exited together.
“Well then, why do we only hear this garbage about you priests,” he inquired, as he got a bit more pensive.
“We priests wonder the same thing.  I’ve got a few reasons if you’re interested.”
He nodded his head as we slowly walked to the carousel.
“For one,” I continued, “we priests deserve the more intense scrutiny, because people trust us more as we dare claim to represent God, so, when on of us do it – even if only a tiny minority of us ever have — it is more disgusting.”
“Two, I’m afraid there are many out there who have no love for the Church, and are itching to ruin us.  This is the issue they love to endlessly scourge us with.”
“And, three, I hate to say it,” as I wrapped it up, “there’s a lot of money to be made in suing the Catholic Church, while it’s hardly worth suing any of the other groups I mentioned before.”
We both by then had our luggage, and headed for the door.  He then put his hand out, the hand he had not extended five minutes earlier when I had put mine out to him.  We shook.
“Thanks.  Glad I met you.”
He halted a minute.  “You know, I think of the great priests I knew when I was a kid.  And now, because I work in IT at Regis University, I know some devoted Jesuits.  Shouldn’t judge all you guys because of the horrible sins of a few.”
“Thanks!,” I smiled.
I guess things were patched-up, because, as he walked away, he added, “At least I owe you a joke:  What happens when you can’t pay your exorcist?”
“Got me,” I answered.
“You get ‘re-possessed’!”
We both laughed and separated.
Notwithstanding the happy ending, I was still trembling . . . and almost felt like I needed an exorcism to expel my shattered soul, as I had to confront again the horror this whole mess has been to victims and their families, our Catholic people like the man I had just met . . . and to us priests.

abril 18, 2010

Ocultações

Um dos casos mais badalados por causa da Pedofilia "na Igreja" foram os abusos de um padre norte-americano em Milwakee, EUA, sobre crianças surdas em 1974. A notícia saiu no "progressista" New York Times um jornal quase na falência e salvo por milionários com uma agenda de interferência na sociedade com resultados já evidentes.

Deparo hoje com um artigo el Libertad Digital (de Humberto Vadillo) que explora este caso. O padre referido foi protegido por um Bispo "progressista" que se opunha doutrinariamente ao actual Papa (Prefeito para a Congregação da Doutrina da Fé à data) . Aliás o referido bispo era homossexual e roubou mais de 400 000 dólares para pagar as chantagens do amante. Foi obrigado a abandonar a Igreja.

As fontes para a notícia são precisamente este demitido Bispo e advogados que deviam demandar o próprio ex-bispo pois na Igreja a hierarquia é muito clara: o Bispo responde pelos padres da sua Diocese. Trata-se do jornalismo gayzista por natureza.

Percorremos os artigos contra a Igreja e verificamos que nenhum dos seus autores, organizações ou mentores nunca nada fez pelas crianças. Nenhum deles alguma vez combateu a pobreza, as desigualdades ou abdicou seja do que for para ir em auxílio de quem mais precisa. Há um óbvio propósito de tentar desacreditar a Igreja para acabar com talvez a última barreira na sexualidade: poder estuprar crianças de tenra idade com consciência tranquila e com aceitação pela sociedade.

Este assunto tem servido aliás para confirmar algo que suspeitava pela forma hábil e breve com que vêm sendo abordados na comunicação social os casos de pedofilia genéricos em Portugal (Farfalhadas e Casa Pia) e na Europa (na Bélgica muito provavelmente tinham cúmplices na polícia e na Justiça): nunca são dissecados os perfis dos envolvidos como são por exemplo os autores de massacres com armas de fogo, violadores no geral e assassinos em série. Há uma óbvia abundância de pedófilos nas comunidades de homossexuais.

Sigmund Freud dizia que a homossexualidade era uma perversão e sendo uma perversão qualquer outra pode ser cometida. Recordemos uma entrevista anónima a um pediatra reformado e pedófilo que passou na TV por alturas do caso Casa Pia e da forma como ele via crianças de 8 anos apenas: um objecto.

A Igreja continua a ser, e cada vez mais como vemos pelo confronto com outras comunidades que lidam com crianças (a ex-RDA e Roménia, modelos ideológicos dos muitos hipócritas que vão regurgitando na comunicação social, foi um país onde o abuso de crianças em orfanatos do Estado era metódico), um refúgio seguro e um referencial de valores numa Europa em declínio moral acelerado. Esta é a mesma Igreja que acabou com o Infanticídio no Império Romano.

abril 12, 2010

Jornalismo de Cloaca

Os recente casos de pedofilia de padres (alguns casos com mais de 50 anos e julgados na Justiça), explorado até à exaustão na imprensa e na televisão, decantou o jornalismo imbecil que impera a torto e a direito na comunicação social. Percebe-se uma campanha orquestrada contra (exclusivamente) a Igreja Católica usando não um conjunto de valores morais alternativos mas sim os próprios valores da Igreja. Curiosamente não os põem grandemente em dúvida mas, talvez devido a uma má consciência intrínseca, não conseguem explanar os objectivos que pretendem embora se possam inferir sem dificuldade.

Mas que tipo de jornalismo e empresas de comunicação social temos hoje em dia?

Hoje em dia os Jornais têm muito pouca tiragem. As vendas diminuem a olhos vistos mas não é só devido à Internet. Existe a percepção que o jornalismo não é sério: compõe-se de um conjunto de artigos, a maioria banais, do tipo cut and paste sem profundidade e sem substância.

O Jornalismo destina-se em muitos casos veicular uma ou outra frase descontextualizada, generalizar casos excepcionais e torná-los regra, ocultar os factos inconvenientes, explorar mexericos, etc. Tudo isto serve um público sedento de sangue e escândalos: um público pobre mas que imbecilizado alimenta ainda mais a "máquina".

As empresas de média são hoje em dia dois ou três enormes monstros económicos que não vivem das suas tiragens nem da qualidade dos artigos e da investigação à volta dos assuntos abordados. Servem lobbys políticos, empresariais e grupos de pressão gays, feministas e outros tumores sociais que ajudam a vender e a promover em circuito fechado o pouco e fraco produto destas empresas. Vendem isto com etiquetas "rupturas com o passado", "modernidade", "igualdade de direitos", "sociedade mais justa", "não descriminação" e outros truques de vendedor de feira da ladra.

De onde vem então o dinheiro para sobreviverem? Uma parte de publicidade institucional que ajuda a manter pessoas corruptas no poder mas que, com as mãos nos dinheiros públicos, os usam sem qualquer freio. O resultado é o empobrecimento económico que não abrange no entanto estas empresas.

Uma outra fonte de receita destes jornais orgulhosamente progressistas, feministas e gayzistas nas primeiras páginas é publicidade repugnante da prostituição feminina, masculina e todo o tipo de taras degradantes nas folhas interiores. Páginas inteiras tornam-se uma montra de decadência humana com "adora isto ou aquilo", "sem pressas", "asiáticas", "negras", "sensuais", "fugosas", "massagens" ou "tratamento da gravidez" na Clínica dos Arcos.

Estes grandes "conglomerados da comunicação" actuam em cartel e têm matado o princípio do contraditório. Ninguém ousa questionar o publicado ou desmontar uma interpretação enviesada dos factos: tudo emana de uma central comum da "parvoíce colectiva e acrítica".

O Jornalismo é agora uma actividade reservada não à inteligência, ao talento e ao bem comum mas a indivíduos robotizados subprodutos de "Madrassas" intituladas Escolas de Jornalismo que são essencialmente mecanismos de formatação segundo uma bitola única onde o pensar diferente não tem lugar.


março 28, 2010

Pedofilia na Igreja Católica

A Igreja está sob ataque cerrado a pretexto de graves faltas cometidas por alguns (pouquíssimos) elementos do Clero. Aqui um artigo interessante sobre o tema e a agenda oculta de quem explora o tema de forma desonesta.

Absceso pedófilo en semana de pasión, Pedro Juan-Viladrich


Adenda:

janeiro 21, 2010

O que eu gostava de ver e não vejo

Ocorreu mais uma série de prisões por distribuição de pedofilia na net.

Nunca vi qualquer estudo sobre o perfil das pessoas presas por estas práticas. Percebemos que é um assunto recorrente e que o tratamento pela Justiça tem sido simplesmente deplorável e de grande desprezo pelas vítimas.

Acho que a sociedade merecia, agora mais que nunca, um pouco mais de informação.

janeiro 06, 2010

Não apareceu ... mas há-de aparecer

... alguém a queixar-se de gays presos apenas por serem gays e, por isso, ter que haver casamento para gays.

dezembro 30, 2009

Decadências

O Jornal da Manhã da TVI perdeu parte do tempo a transmitir a leitura de umas cartas astrológicas feita por uma Sra: Dona do futuro e das vontades. Dentro em breve vão lançar búzios, examinar entranhas de galinhas, espetar agulhas em bonecos de trapos ou sacrificar uns bodes.

O Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos veio fazer a vontade ao colégio de psiquiatria “ … não existe evidência científica que suporte uma intervenção que resulte na completa mudança de orientação sexual”.
Ora esta mundana e incorrecta conclusão está longe de ter consenso na especialidade, não tem fundamento prático e é apenas a cópia a papel químico da Associação de Psiquiatras Americanos.

Fala-se à boca cheia que esta mesma associação poderá emitir uma opinião idêntica acerca da Pedofilia. Recorde-se que durante o caso Casa Pia um anónimo Pediatra foi entrevistado e falava de sexualidade infantil de uma forma torpe.

Teremos o começo de mais um cerco mediático?