Nada de surpreendente: quando a liderança pertence a alguém que, como ministra da Defesa, deixou tantas dúvidas, o resultado dificilmente poderia ser diferente. E o que esperar da União Europeia quando o Presidente do Conselho Europeu é o Sr. Costa?
A Europa deixou-se capturar por um ambientalismo radical que chegou ao poder através de ministros do Ambiente. Fecharam centrais nucleares e a carvão, cobriram paisagens com torres eólicas, desmataram para instalar fotovoltaicas e bloquearam barragens — tudo em nome de uma transição energética mal planeada.
Acreditou-se também que o comércio garantiria a paz eterna: “quando as mercadorias atravessam fronteiras, os soldados não atravessam”. A realidade mostrou o contrário. A Rússia invadiu a Ucrânia e a Europa ficou exposta a uma crise energética.
Entretanto, enquanto a Europa se impõe sacrifícios, a China continua a construir centrais a carvão — longe dos discursos e longe das ilusões que dominam o debate europeu. No meio desta política energética, há um vencedor claro: a indústria chinesa de painéis fotovoltaicos, financiada indiretamente pelos subsídios europeus.
Ainda poderiamos falar da indústria automóvel, da defesa europeia, da agricultura, da hostilidade com os Estados Unidos (que deixaram na Europa 200 000 jovens para deter a dupla Hitler e Estaline), da invasão islâmica apresentada como migrações, mas .... nem vale a pena.
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