A CGTP não perde uma oportunidade para o ridículo. A reforma laboral não tinha ponta por onde se lhe pegasse; recusou discuti-la e afastou-se. Agora faz de vítima.
Também não se percebe de onde surgem as chamadas comissões de utentes: que história têm, que estatutos as regem, quem as financia? Aparecem do nada e, de repente, conquistam atenção televisiva imediata.
A julgar pela comentadoria que infesta as televisões como piolhos no couro cabeludo, talvez fosse uma boa altura para aparecerem não três Salazares, mas três Hitlers e mais três Estalines — passariam incólumes perante estas sumidades.
Não se percebe por que razão Sócrates diz procurar advogado. Com a lábia, o desplante, o descaramento, a imaginação e até as alucinações da criatura, defender-se-ia sozinho sem gastar um tostão dos dinheiros da depauperada mãe.
O desfile de vaidades fúteis dos Óscares prometia indignação pelo tratamento que o Irão dá às mulheres e ao seu povo; afinal, o problema era Gaza. Esperava-se um “não” à guerra na Ucrânia — mas também não foi isso. Esperava-se qualquer coisa; saiu a habitual banalidade. O futuro parece ser a mesma espiral decadente para onde a esquerda empurrou Hollywood.
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