julho 15, 2026

Da doença sem cura

A esquerda, tão empenhada em desconstruir os alicerces da sociedade ocidental, ainda não acordou para a realidade da sua “Santa Aliança” com o islamismo radical.

Enquanto acusa o Ocidente de todos os males, ignora que muitos clérigos muçulmanos — não extremistas isolados, mas figuras com autoridade em mesquitas no próprio Ocidente — nos apelidam abertamente de “porcos” e “macacos” e, por isso, mais fáceis de matar.

A mais recente lição vem de Hamtramck, no Michigan: uma cidade com maioria muçulmana no City Council decidiu banir as bandeiras LGBTQ+ de propriedade pública. As mesmas bandeiras que a esquerda trata como sagradas e com direito de exibição superior a qualquer outra foram simplesmente proibidas.

A estupefação foi grande… proporcional à falta de discernimento dos ofendidos e, por agora, é apenas um sentimento de traição. No futuro será o voo em queda livre de uma torre ou outra criatividade que lhes está reservada nestas novas velhíssimas culturas medievais tão em moda. 

O Barco do Amor, carregadinho de LGBTQ+, está em cruzeiro pelo Mediterrâneo: tentativa de acostagem na Turquia deu nisto e no Egipto a coisa não correu melhor.

Pelo andar da carruagem (ou navegar do cruzeiro), o futuro parece reservar-lhes um destino paradoxal: acostarem num país não islâmico, com uma cultura que tanto odeiam, mas onde desfrutam de liberdades e direitos iguais e ainda assim consideram tudo isso insuficiente.

Saberá a esquerda, que se acavalou no Ayatollah Khomeini, o que lhe aconteceu e o destino que tiveram os “valores” que tanto apregoa ao vento? Acreditam realmente que no Ocidente não lhes sucederá o mesmo?

 

Sem comentários: