A Amnistia Internacional, ultimamente empenhada em colocar o aborto como direito humano, tem o desplante de censurar a Europa quanto ao apoio concedido aos refugiados da Síria.
Alguma ginástica mental é necessária para perceber o que leva esta organização a não incluir na sua lista de países deploráveis os países vizinhos (ou quase) de África (Turquia, Jordânia, Líbano, etc) ou outros (os imensamente ricos Arábia Saudita, Qatar, Koweit, etc) que pertencem à tão celebrada irmandade muçulmana. Por qualquer motivo os refugiados rumam para viver entre os "infiéis" e nem sempre com intenção de respeitarem e se integrarem nos países de acolhimento.
A Amnistia Internacional fecha com facilidade os olhos aos cristãos no corredor da morte no Paquistão, aos fuzilamentos de opositores políticos e homossexuais no Irão, à perseguição e morte dos cristãos na Síria (estes nem a refugiados chegam), às leis contra a liberdade da mulher no Islão, aos crimes dos "palestinianos" contra israelitas, à liberdade religiosa na Coreia do Norte, ao regime de escravatura dos imigrantes na Arábia Saudita, aos cristãos perseguidos na República Centro-Africana, às dezenas de prisões do regime de Castro no Dia dos Direitos Humanos, aos presos políticos na Venezuela, etc.
É sempre mais fácil fazer bravatas no Mundo Livre para gradar aos financiadores. Nos locais onde o risco de serem levados demasiado à letra pode ser elevado preferem calar-se.