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fevereiro 08, 2026

Muita vida poupada

A ação determinada do ICE na aplicação da lei tem poupado centenas de vidas, contribuindo para a queda acentuada do número de homicídios nos EUA. Após Cuba e Venezuela terem exportado criminosos para o país em diferentes períodos, tais medidas tornaram-se imperativas para preservar a paz social e a segurança do cidadão comum

Claro que isto não agrada aos:

  • Gangues de somalis: a fraude, com a colaboração de Mike Waltz e congressistas do PD,  já atingem a módicos 19 biliões de dólares. Um feito num páis que dizem não ter estado social.
  • Ao destruidor George Soros sempre disponível por destruir o tecido social, moral e ético de qualquer país para seguir o seu nazismo de adolescência.

dezembro 06, 2024

Nunca um mal vem só

 A triste e medonha administração Biden deixa mais uma guerra aberta na Síria. O Daesh voltou e a guerra religiosa está mais perto da Europa: agora nem na Síria os cristãos podem viver.

Entretanto a demente administração prepara indultos para todos os criminosos mafiosos do Partido Democrata que destruiram a estrutura social e moral da América usando o FBI, a CIA, os inúmeros canais televisivos e radialistas radicais, as redes sociais e até a Justiça para perseguir quem ousava opor-se. 

Dividiu os americanos em negros, brancos, orientais, latinos, etc em todos os grupos e sub-grupos que a imaginação permitiu, negou a ciência, levou a discórdia e ódio a todos os recantos da federação, permitiu uma invasão abrindo as fronteiras, facilitou a droga, fomentou a inflação, abandonou aliados, discriminou com base na raça, fomentou o anti-semitismo ... uma lista infindável de malfeitorias.

junho 06, 2014

Do Enigma ao Desastre: um dos maiores embustes dos tempos modernos

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Os historiadores do futuro, se houver futuro, talvez nos dêem a solução do maior enigma político de todos os tempos. Por enquanto, tudo são névoas e perguntas sem respostas. Um homem que veio não se sabe de onde, que nunca teve um emprego fixo, que pagou seus estudos nas universidades mais caras com dinheiro de fonte misteriosa, que trocou de nome pelo menos quatro vezes, que nunca exibiu um só documento de identidade válido mas apresentou pelo menos três falsificados, que tem uma história de vida toda repleta de episódios suspeitos e passou anos em companhia íntima de gangsters e terroristas, um dia se elegeu senador pelo Estado de Illinois e, depois de apenas alguns meses de experiência política – se é que se pode chamar de experiência a ausência na maioria das sessões --, foi guindado à presidência da nação mais poderosa do globo sob aplausos gerais, despertando em centenas de milhões de eleitores a maior onda de esperanças messiânicas de que se tem notícia desde Lênin, Mussolini, Stálin, Hitler e Mao Dzedong. Decorridos seis anos de administração indescritivelmente desastrosa, continua no posto, impávido colosso, sem que ninguém possa investigar as zonas obscuras da sua biografia sem ser xingado de tudo quanto é nome pelos maiores jornais do país, bem como pela elite dos dois partidos, Democrata e Republicano. Aparentemente a obrigação mais incontornável do eleitor  americano hoje em dia é deixar-se governar sem perguntar por quem, e fazendo de conta que tudo está perfeitamente normal.
Uma vez persuadido a acomodar-se a essa situação, sob pena de tornar-se um inimigo público, o cidadão está pronto para aceitar silencioso e cabisbaixo qualquer decisão que venha do governo, por absurda, imoral e inconstitucional que seja.
A última foi essa incrível troca de cinco dos mais temíveis líderes do Taliban por um soldadinho desertor – sem consulta ao Senado, é claro, o que soma à injúria o insulto.
Mas antes disso o número e a gravidade dos crimes do presidente já haviam ultrapassado as mais tétricas especulações futuristas: duplicou a dívida nacional que prometera reduzir, desmantelou o sistema de saúde para colocar em seu lugar a fraude monumental do Obamacare, pressionou hospitais religiosos para que realizassem abortos, entregou armas a traficantes mexicanos e terroristas sírios, encheu de dinheiro estatal firmas falidas de seus amigos e contribuintes de campanha, desmoralizou o dólar, estragou as relações diplomáticas com Israel, fez mil e um discursos culpando os EUA de tudo quanto acontece de mau no mundo, teve dezenas de encontros secretos com membros e parceiros da Fraternidade Muçulmana, usou o imposto de renda para perseguir inimigos políticos, instalou um monstruoso sistema de espionagem interna para chantagear jornalistas, incentivou o quanto pôde o ódio racial, armou a polícia civil com equipamentos de guerra para aterrorizar cidadãos desarmados, acabou com a liderança americana no mundo, recusou socorro a um embaixador cercado por terroristas e, depois que ele foi assassinado, tentou enganar o país inteiro com a historinha ridícula de que foi tudo culpa de um vídeo do youtube. Nesse ínterim, tirou mais férias, deu mais festas e jogou mais partidas de golfe do qualquer dos seus antecessores, além de faltar sistematicamente ao briefing diário com seus assessores. Nas horas vagas, sua esposa se dedicava a uma campanha altamente humanitária para que as crianças comessem mais nabos e menos batatinhas fritas, provocando a ira da população infantil.
A sucessão de ações maldosas e antipatrióticas, entremeada aqui e ali de futilidades obscenas, é tão incessante, tão coerente, que toda tentativa de explicá-la pela mera incompetência vai contra o mais mínimo senso de verossimilhança. Como escreveu Eileen F. Toplansky no último número do American Thinker, o homem não é um fracasso: é um sucesso. Sucesso num empreendimento frio e calculado de destruição do país (v. http://www.americanthinker.com/2014/05/a_most_successful_president.html).
Se, a despeito disso, ele continua blindado e inatingível, é porque a Constituição e as leis foram desativadas, sendo substituídas por um novo princípio de ordem: a autoridade da grande mídia, aliada à força de intimidação de uma vasta rede de colaboradores dispostos a tudo e amparada em corporações bilionárias interessadas em remover os EUA do caminho do governo mundial.
Sistema americano, em suma, já não é mais o mesmo, e a restauração do antigo, se for possível, levará décadas. A obra de devastação foi muito além dos seus efeitos políticos imediatos: mudou o quadro inteiro da autoconsciência americana, fez da grande potência um país doente e aleijado, incapaz de reagir às mais brutais agressões psicológicas. Incapaz até mesmo de escandalizar-se.
A passagem de Barack Hussein Obama pela presidência é o acontecimento mais desastroso que já se abateu sobre os EUA desde o bombardeio de Pearl Harbor.

setembro 14, 2012

Cobardes e Traidores Miseráveis

Morreram vários homens no Norte de África ao serviço dos EUA. O Embaixador foi sodomizado antes de ser abatido como um animal e os outros foram asfixiados. O assalto às embaixadas continua e a única coisa que estes miseráveis fazem é não criticar os agressores.

O Presidente dos EUA limitou-se a prosseguir a sua campanha e a Sra Clinton criticou um filme caseiro e a espantou-se "como pode isto acontecer quando ajudámos ...". A miséria que esta dupla leva aos EUA.
Cruzes, cruzes em camisolas, caricaturas, estrelas a lembrar Israel, cães, porcos, pinturas, estátuas, aquilo que vestimos, aquilo que comemos, aquilo que bebemos, aquilo que lemos, aquilo que dizemos, os nossos desportos, os livros, as Bíblias, o acto de benzer, o cristianismo, o hinduísmo, o paganismo, o animismo, os homossexuais, as lésbicas,  tomates com polpa em cruz, tudo ... mas tudo é motivo para matar, queimar, assaltar, indignar, bater, blasfemar, roubar, violar....

Só o nosso dinheiro e a nossa liberdade, para viverem em ociosidade e exercerem as suas taras pre-medievais, lhes interessa.

O Islão tira humanidade às pessoas. 

outubro 02, 2010

A estrela decadente: Obama

Obama, um obscuro africano que perdeu a certidão de nascimento e do qual não se sabe o desempenho obtido na Universidade que frequentou, é um fenómeno de cosmética politica da esquerda americana, do capital especulativo de George Soros, da propaganda Goebels e da formidável indústria abortista "Made in USA".

Recentemente afirmou que o aborto era "um assunto das famílias" e tem patrocinado activamente a causa abortista na ONU.

Felizmente Obama revela-se uma calamidade pior que um javali num campo de milho. A sua equipa económica desmoronou-se completamente e no seu entorno mais próximo o ambiente é péssimo. A economia marca passo e está à beira da recessão, a liberdade está sob ameaça e a popularidade começa a ombrear com a do pobre Jimmy Carter. E se a América precisava de ser galvanizada o islamita Obama humilha-a sempre que tem oportunidade.

Felizmente um forte movimento renovador e progressista (no verdadeiro sentido do termo) o Tea Party ganha de forma estrondosa apoios e resultados. Naturalmente são apelidados de extremistas, de extrema-direita e com outros epitetos segregadores mas há uma verdade fundamental: há um gosto refinado pela liberdade nos EUA e gente que não se agacha à retórica bafienta proto-estalinista.

janeiro 15, 2010

Mas que maçada

Estas reportagens do Haiti

  • Gente à procura de água quando bebemos o leitinho com café ao pequeno almoço;
  • Imagens de milhares de mortos empilhados nas ruas enquanto comemos um bife;
  • Tiroteios por comida quando tentamos impingir um posta de pescada Nº2 ao puto;
  • Uma maldita chuva ao conduzir o carrito e gente sem tecto a caminhar para outro país;
  • Sentadinhos no sofá à lareira e moles de gente sentada nos passeios ao tempo que faz;
  • Não há aumentos para a nossa função pública e tudo o que era público ruiu por lá;
  • Os enfermeiros em luta cá por uma redução de salário e lá nenhum aparece.

Bolas … O Mundo Uniu-se para nos tramar

Que os EUA continuem a ser a maior potência do Mundo pois, quando é preciso, até aparecem ao contrário de muitos que só falam e se queixam dos outros.