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janeiro 03, 2014

Inesgotável...

... é o paleio do Arménio bem como inesgotáveis são "as novas formas de luta". Em Viana comenta-se que os trabalhadores do estaleiro passavam grande parte do tempo a jogar cartas por não haver trabalho, mas a demagogia sai grátis e aos demagogos nunca são pedidas contas, pelo que o Arménio por lá andou a vender ilusões e palavrear.
Nos paraísos do Arménio tal como Angola, onde os grandes avanços fazem regra mesmo que sejam invisíveis, colar cartazes dá direito a tiros pelas costas e as pretas da Sonangol tem maternidades gratuitas, as outras vão parir ao vão de escada.

dezembro 01, 2013

Abrir os olhos

Para lá da parlapatices de Catarina Martins, convencida que com 30 milhões desencalhava os Estaleiros de Viana, vale a pena fazer as contas:

180 000 000 em cinco anos;
36 000 000 por ano;
60 000 por ano para cada trabalhador (dos 600);
4285 Euros/mês por trabalhador

Grandes Obras saíam ali do Estaleiro, quase de certeza não para trabalhadores e seguramente nenhuma empresa resistiria a isto. Apesar de tudo houve ainda um momento transcendental quando um sindicalista percebia no Ministro que ele não acreditava na solução (eu também não).

A aventura populista nos estaleiros custou imenso. O populista presidente da câmara também devia explicar para que servem as obras monstruosas de um auditório ali à beira-rio e uma série de construções novas e abandonadas (mesmo no Verão onde sabe bem um gelado a olhar para o Lima e namorar com os pés na água).