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fevereiro 17, 2015

Ao Tribunal

Griñan e Chavez, os sobas do PSOE que governam a Andaluzia desde Franco (e ainda falam da ditadura de Franco) e a conservam com 30% de desemprego e sem sair do estado de miserável, vão depor em Tribunal pelo saque aos contribuintes espanhóis (juntamente com as suas rémoras sindicais (CCOO e UGT) no caso dos Expedientes de Regulação de Emprego (para os desentendidos foram programas para colocar no desemprego dezenas de milhares de pessoas).

Pelo meio financiavam em milhões de euros empresas que davam emprego aos filhos. Controlam com mão de ferro e totalmente a comunicação social local.

Estão bem servidos os pobres com esta casta.

Chaves y Griñán. 

dezembro 20, 2014

Contorcionismo

O Jornal da manhã da RTP-1 conseguiu dar a notícia da significativa diminuição do desemprego em Novembro sem nunca deixar em evidência a amplitude dessa diminuição (chegou aos 17% em algumas regiões). Preferiu deixar sempre em destaque -tanto em rodapé como no discurso embrulhado-  o número de desempregados.

Chamam a isto serviço público e de todos mas sempre que consulto a factura da electricidade eu chamo-lhe rapinanço público para encher o saco de alguns. 

dezembro 01, 2013

Abrir os olhos

Para lá da parlapatices de Catarina Martins, convencida que com 30 milhões desencalhava os Estaleiros de Viana, vale a pena fazer as contas:

180 000 000 em cinco anos;
36 000 000 por ano;
60 000 por ano para cada trabalhador (dos 600);
4285 Euros/mês por trabalhador

Grandes Obras saíam ali do Estaleiro, quase de certeza não para trabalhadores e seguramente nenhuma empresa resistiria a isto. Apesar de tudo houve ainda um momento transcendental quando um sindicalista percebia no Ministro que ele não acreditava na solução (eu também não).

A aventura populista nos estaleiros custou imenso. O populista presidente da câmara também devia explicar para que servem as obras monstruosas de um auditório ali à beira-rio e uma série de construções novas e abandonadas (mesmo no Verão onde sabe bem um gelado a olhar para o Lima e namorar com os pés na água). 


janeiro 08, 2011

Contabilidade Criativa ou Artistas da Matemática

Ver um Universitário a fazer derivadas, localizar máximo e mínimos, desenvolver em série de Taylor, fazer integrais definidos e impróprios não é espanto, mas pode vir a tornar-se raro.

Usar a regra de Ruffini, achar as raízes de umas equações de 2º grau e determinar uns limites não fica mal à malta no 12º ano embora muitos acham uma grande chatice, especialmente numa altura em que as hormonas ainda andam aos pulos e os ciúmes aparecem.

Ver uma entrevista com uma Sra Presidente do INE, achá-la parecida com a Ex-Sra do DREN (uma tal de Margarida Moreira) e ouvir a intenção de arrancar com um novo sistema de "medir" a taxa de desemprego por telefone é que me deixa espantado e a equacionar o problema sem teoremas nem axiomas: cheira-me a malandrice.

E porquê? Porque o inquilino da Moncloa, um advogado dos mais básicos que o sistema de ensino agora gera e a ética política vigente promove aos píncaros com o nome de Zapatero, gosta de encomendar ao INE local as % que gosta, na data apropriada e emolduradas numa criativa linguagem.

Assim tem, além dos 4,1 milhões de desempregados que apresenta, os seguintes grupos adicionais :
- À Procura de emprego não ocupados
- À procura de emprego com disponibilidade limitada
- À procura de emprego específico

que totalizam outros 0.4 milhões.