O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
novembro 16, 2014
Assim é Sr Juiz
junho 01, 2013
O Juíz que é a estrela da esquerda outra vez com as mãos na massa
El Gobierno de Felipe González pagó en B a Garzón con fondos reservados de Defensa
fevereiro 27, 2012
Absolvição de Garzon pela investigação do Franquismo
março 05, 2010
Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (2)
E se um alto magistrado, com direito a escolta pessoal pois lida com sérios casos de corrupção ou tráfico de droga, tivesse o seguinte curriculum:
- Investigasse terrorismo de Estado não publicando os resultados da conclusão da sua investigação pois prejudicaria alguém;
- Mandasse prender um ditador retirado e deixasse intocáveis outros muito mais cruéis e ainda no cargo;
- Ordenasse escutas não permitidas por lei entre um cliente e um advogado no parlatório de uma prisão;
- Parasse completamente a investigação de um colega num caso de filtração de informação policial a um bando terrorista com centenas de mortes no curriculum;
- Mandasse a sua escolta pessoal livrar o filho de uma grave infracção de trânsito evitando que fosse sancionada pela polícia ou intimidar um cidadão que lhe dirige a palavra no maior respeito;
- Fizesse tábua rasa de uma amnistia aprovada no parlamento contemplando todos os actores de uma guerra civil e arremetesse contra personagens já falecidas esquecendo o ainda vivo e mandante comprovado da matança de 12000 pessoas (homens, mulheres e crianças) no maior massacre desta mesma guerra;
- Enviasse cartas assinadas na qualidade de Magistrado pedindo dinheiro a um banqueiro para actividades pessoais, aceitando de seguida um caso referente a esse mesmo banqueiro;
- Recebesse, sem autorização para tal do orgão que integra, largas verbas em conferências e não as declarasse.
Trata-se do Juiz Baltazar Garzon da Audiência Nacional e talvez tenha os dias contados na Magistratura pois correm várias querelas contra ele. Tem este Juiz ainda quem o defenda e o apoie? Tem!
fevereiro 23, 2010
Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (1)
O PSOE, liderado pela calamidade Zapatero, é um partido leninista ou seja esquerda radical. Em 1934 perderam as eleições e tentaram a Guerra Civil. Centenas de mortes e de igrejas queimadas bem como imensa propriedade destruída foram o saldo antes de serem travados. Conseguiram novas eleições: a promessa era “se as ganhassem faziam a revolução se as perdessem faziam a guerra civil. Perderam as eleições, roubaram e falsificaram actas, ganharam na secretaria e foram à guerra civil. Usaram o Estado para prender opositores e assassinar políticos adversários, instruíram e armaram milícias com ajuda de especialistas estalinistas e Spetnatz, levaram a morte e a repressão à Igreja e ao povo anónimo com crueldade paranóica. Apenas pela sua condição de sacerdotes, religiosos ou de exibir a sua fé dezenas de milhares foram chacinados. Franco foi forçado a entrar na guerra e ganhou-a: ainda bem.
A minha avó morreu muito velhinha e foi perdendo a memória das coisas mais recentes recuando no tempo: deixou de conhecer os netos, depois os filhos e no fim só fazia parte da sua memória o marido, falecido há mais de meio século, os irmãos e os pais. O PSOE agora no poder pariu uma lei para ganhar na secretaria a guerra: “ A Memória Histórica”. Mas a Memória Histórica deles é uma coisa perversa e mais triste que a senilidade: só lembra o que convém. As vítimas da esquerda são esquecidas, as de Franco realçadas, os heróis que morreram para proteger as populações das hordas dementes dos bandos republicanos são apagados e os assassinos esquerdistas condecorados e premiados como aconteceu com Fernando Macarro ou Marcos Ana com três assassínios a sangue frio (um padre, um carteiro e um camponês por ir à Missa). Recentemente mais uma vala comum -entre muitas- bem na retaguarda republicana foi descoberta: um sacerdote, crianças e várias mulheres com indícios de violência extrema e sinais dos corpos serem incendiados e atirados para uma mina onde fizeram companhia a provavelmente mais 30 assassinados.
O Juiz Garzon é uma cara suja desta lavagem e maquilhagem da verdadeira história, o El País e Saramago têm a sua quota parte. (Continua)