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novembro 16, 2014

Assim é Sr Juiz

O super juiz Garzon da extrema esquerda, cristófobico, ladrão (recebeu ajudas de custo ilegalmente e não pagou impostos), corrupto (moveu influências para livras o filho de um incidente de tráfego com mota), perseguidor de ditaduras que não sejam de esquerda, grande conviva com as proto-ditaduras bolivarianas-kircheneristas da América Latina mereceu honras televisivas.

O rancoroso Juiz, inabilitado pelos seus pares por violar de forma flagrante e escandalosa regras processuais de casos que tinha entre mãos, disse que era preciso devolver a confiança à Justiça.

É assim senhor juíz e o primeiro passo á mantê-lo afastado dela para sempre.

junho 01, 2013

O Juíz que é a estrela da esquerda outra vez com as mãos na massa

O prevaricador juiz Garzon, financeiro, político da esquerda radical, violador dos direitos do cidadão a contas com a justiça e grande amigo da idiota kirchner e outros tantos ditadores é mais uma vez apanhado com as mãos na massa depois de fugir ao fisco e receber ilegalmente dinheiro de conferências em Nova Iorque.

Alfonzo Guerra deu com a língua nos dentes:  Felipe Gonzalez, o ricaço que se disfarça no  meio do povoléu, amaciou o ego desmedido do magistrado.

El Gobierno de Felipe González pagó en B a Garzón con fondos reservados de Defensa

Mendizábal aseguró que "no tenía ni idea de que Garzón administrase dinero del ministerio" pero que, cuando tuvo conocimiento de ello, el juez le explicó que "no se llevaban cuentas" al respecto, por lo que, según el ex presidente de la Audiencia Nacional, es posible que el dinero público se destinase a asuntos privados, como el viaje que hizo Garzón a la República Dominicana.
Además, Mendizábal describió al juez estrella como una persona que "no era respetuosa con los derechos de los defendidos" y que se preocupaba demasiado de la prensa, con la que "siempre se le podía ver en las escaleras".
"Era un mal instructor. No era un buen juez. Los he tenido mucho mejores", afirmó Mendizábal. Y le quitó mérito en la lucha contra el terrorismo: "Todos hemos luchado contra el terrorismo", no sólo él.



fevereiro 27, 2012

Absolvição de Garzon pela investigação do Franquismo

Os Juízes acobardaram-se perante as manifestações nacionais e internacionais por Garzon. Foi assim, por certas cobardias, que a Guerra Civil foi instalada pela Frente Popular. É perigosa a decisão tomada pelo tribunal: abre precedentes nunca vistos.

Dividir as vítimas da Guerra Cívil em vítimas inocentes e vítimas culpadas (Gallardon dixit) é indesculpável, curto-circuitar por vaidade pessoal uma decisão do Parlamento é imperdoável, usar um cargo para investigar sectariamente o passado é indesculpável, assumir o papel de Justiceiro Universal é ignóbil.

Garzon vai pentear macacos para a América Latina e ganhar dinheiro com os ditadores que ele queria em Espanha: no fundo vai para os seus. Boa Viagem!

março 05, 2010

Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (2)

E se um alto magistrado, com direito a escolta pessoal pois lida com sérios casos de corrupção ou tráfico de droga, tivesse o seguinte curriculum:

  • Investigasse terrorismo de Estado não publicando os resultados da conclusão da sua investigação pois prejudicaria alguém;
  • Mandasse prender um ditador retirado e deixasse intocáveis outros muito mais cruéis e ainda no cargo;
  • Ordenasse escutas não permitidas por lei entre um cliente e um advogado no parlatório de uma prisão;
  • Parasse completamente a investigação de um colega num caso de filtração de informação policial a um bando terrorista com centenas de mortes no curriculum;
  • Mandasse a sua escolta pessoal livrar o filho de uma grave infracção de trânsito evitando que fosse sancionada pela polícia ou intimidar um cidadão que lhe dirige a palavra no maior respeito;
  • Fizesse tábua rasa de uma amnistia aprovada no parlamento contemplando todos os actores de uma guerra civil e arremetesse contra personagens já falecidas esquecendo o ainda vivo e mandante comprovado da matança de 12000 pessoas (homens, mulheres e crianças) no maior massacre desta mesma guerra;
  • Enviasse cartas assinadas na qualidade de Magistrado pedindo dinheiro a um banqueiro para actividades pessoais, aceitando de seguida um caso referente a esse mesmo banqueiro;
  • Recebesse, sem autorização para tal do orgão que integra, largas verbas em conferências e não as declarasse.

E se os alvos da sua Justiça fossem puramente ideológicos e não resultado da simples aplicação das leis votadas num parlamento? Isto é um Juiz ou um meliante com toga?

Trata-se do Juiz Baltazar Garzon da Audiência Nacional e talvez tenha os dias contados na Magistratura pois correm várias querelas contra ele. Tem este Juiz ainda quem o defenda e o apoie? Tem!

fevereiro 23, 2010

Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (1)

O PSOE, liderado pela calamidade Zapatero, é um partido leninista ou seja esquerda radical. Em 1934 perderam as eleições e tentaram a Guerra Civil. Centenas de mortes e de igrejas queimadas bem como imensa propriedade destruída foram o saldo antes de serem travados. Conseguiram novas eleições: a promessa era “se as ganhassem faziam a revolução se as perdessem faziam a guerra civil. Perderam as eleições, roubaram e falsificaram actas, ganharam na secretaria e foram à guerra civil. Usaram o Estado para prender opositores e assassinar políticos adversários, instruíram e armaram milícias com ajuda de especialistas estalinistas e Spetnatz, levaram a morte e a repressão à Igreja e ao povo anónimo com crueldade paranóica. Apenas pela sua condição de sacerdotes, religiosos ou de exibir a sua fé dezenas de milhares foram chacinados. Franco foi forçado a entrar na guerra e ganhou-a: ainda bem.

A minha avó morreu muito velhinha e foi perdendo a memória das coisas mais recentes recuando no tempo: deixou de conhecer os netos, depois os filhos e no fim só fazia parte da sua memória o marido, falecido há mais de meio século, os irmãos e os pais. O PSOE agora no poder pariu uma lei para ganhar na secretaria a guerra: “ A Memória Histórica”. Mas a Memória Histórica deles é uma coisa perversa e mais triste que a senilidade: só lembra o que convém. As vítimas da esquerda são esquecidas, as de Franco realçadas, os heróis que morreram para proteger as populações das hordas dementes dos bandos republicanos são apagados e os assassinos esquerdistas condecorados e premiados como aconteceu com Fernando Macarro ou Marcos Ana com três assassínios a sangue frio (um padre, um carteiro e um camponês por ir à Missa). Recentemente mais uma vala comum -entre muitas- bem na retaguarda republicana foi descoberta: um sacerdote, crianças e várias mulheres com indícios de violência extrema e sinais dos corpos serem incendiados e atirados para uma mina onde fizeram companhia a provavelmente mais 30 assassinados.

O Juiz Garzon é uma cara suja desta lavagem e maquilhagem da verdadeira história, o El País e Saramago têm a sua quota parte. (Continua)