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setembro 25, 2015

agosto 24, 2015

Sin novedad en el Alcázar, mi general


El general Moscardó, en las ruinas del Alcázar de Toledo.jpgUma história de heroísmo no Alcázar de Toledo protagonizada pelo Coronel José Moscardó o qual resistiu às investidas da ditadura comunista de Largo Caballero não se rendendo mesmo com a ameaça de fuzilamento do filho. Bombardeamentos por ar e terra e uma supremacia militar total do inimigo não foram suficientes para vencer em 70 dias a ânsia de liberdade do Coronel e dos sitiados os quais foram finalmente libertados pelo general Varela. Moscardó recebeu Varela com uma simples frase ":

Sin novedad en el Alcazar, mi general

novembro 04, 2013

As obras roubadas pelos Nazis e outros tantos

... fala-se agora muito do assunto. Ainda bem!

Pena não falarem do roubo de obras de arte e imensas quantidades de ouro pelos soviéticos durante a Guerra Civil de Espanha. Isto sem esquecer as obras de arte que a esquerda republicana, depois de derrotada, levou quando fugiu de barco para a América Latina. 

outubro 24, 2013

Um breve resumo do terror esquerdista que lançou Espanha na Guerra Cívil


abril 21, 2010

março 27, 2010

Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (3). BALTAZAR E OS SEUS CAMELOS

O Juíz estrela Baltazar Garzon, que não é um juiz mas uma secção de interesses na alta magistratura dos herdeiros das checas torturadoras, assassinas e ladras ao serviço de Estaline, está finalmente acossado. A fúria militante na esquerda levou-o a cometer erros gravíssimos. Baltazar exerce uma Magistratura que não se guia pelo cumprimento da Lei: usa a Justiça de forma discricionária e enviesada para funcionar como arma política. Baltazar é simplesmente um ridículo político de toga e quase sem freio.

Enquanto colegas da Audiência Nacional foram suspensos e obrigados a abandonar o cargo com apenas uma querela o Baltazar, com três, continua no activo. Mas como se defende Baltazar das inegáveis acusações que lhe fazem? Arremete contra os colegas que o julgarão tentando ligá-los “à direita” (que tem as costas largas) e buscando um contorno político para se vitimar. O Baltazar acusa alguns colegas de manifesta “inimizade” (portanto admite que um juiz pode proferir uma sentença por afectividades) e ainda tenta ligar outros ao PP. Fantástica esta última: ele que concorreu a deputado pelo PSOE, que caçava com o Ministro da Justiça de Zapatero e que deixou o caso GAL de Felipe Gonzalez como sabemos. Bem estiveram os advogados da querela em pedirem também o afastamento dos “manifestos” amigos de Baltazar.

Claro que a habitual caterva de artistas subsidiados que chulam o erário público, Zapatero e órgãos de comunicação social da esquerda revanchista estão no terreno a proteger o seu Baltazar. Um destes órgãos é o El País que nutre um ódio total à Igreja, um ódio total e criminoso aos Judeus e publica, não raras vezes, artigos absolutamente deploráveis de tão desumanos. Um deles justificava os mortos encontrados numa vala comum da Guerra Civil como sendo merecedores de tal sorte por serem sacerdotes católicos, ou gente de direita ou ainda por serem ricos. Eles são os mesmos dos anos 30. São feios, porcos e maus e Baltazar é o seu Rei. Saramago está entre eles e não raras vezes faz de camelo para ajudar o amigo Baltazar!

fevereiro 23, 2010

Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (1)

O PSOE, liderado pela calamidade Zapatero, é um partido leninista ou seja esquerda radical. Em 1934 perderam as eleições e tentaram a Guerra Civil. Centenas de mortes e de igrejas queimadas bem como imensa propriedade destruída foram o saldo antes de serem travados. Conseguiram novas eleições: a promessa era “se as ganhassem faziam a revolução se as perdessem faziam a guerra civil. Perderam as eleições, roubaram e falsificaram actas, ganharam na secretaria e foram à guerra civil. Usaram o Estado para prender opositores e assassinar políticos adversários, instruíram e armaram milícias com ajuda de especialistas estalinistas e Spetnatz, levaram a morte e a repressão à Igreja e ao povo anónimo com crueldade paranóica. Apenas pela sua condição de sacerdotes, religiosos ou de exibir a sua fé dezenas de milhares foram chacinados. Franco foi forçado a entrar na guerra e ganhou-a: ainda bem.

A minha avó morreu muito velhinha e foi perdendo a memória das coisas mais recentes recuando no tempo: deixou de conhecer os netos, depois os filhos e no fim só fazia parte da sua memória o marido, falecido há mais de meio século, os irmãos e os pais. O PSOE agora no poder pariu uma lei para ganhar na secretaria a guerra: “ A Memória Histórica”. Mas a Memória Histórica deles é uma coisa perversa e mais triste que a senilidade: só lembra o que convém. As vítimas da esquerda são esquecidas, as de Franco realçadas, os heróis que morreram para proteger as populações das hordas dementes dos bandos republicanos são apagados e os assassinos esquerdistas condecorados e premiados como aconteceu com Fernando Macarro ou Marcos Ana com três assassínios a sangue frio (um padre, um carteiro e um camponês por ir à Missa). Recentemente mais uma vala comum -entre muitas- bem na retaguarda republicana foi descoberta: um sacerdote, crianças e várias mulheres com indícios de violência extrema e sinais dos corpos serem incendiados e atirados para uma mina onde fizeram companhia a provavelmente mais 30 assassinados.

O Juiz Garzon é uma cara suja desta lavagem e maquilhagem da verdadeira história, o El País e Saramago têm a sua quota parte. (Continua)

janeiro 19, 2010

Tragédias

O Bispo Munilla tomou posse em San Sebastian, País Basco, e vem sendo acusado de conservador, por um PSOE do século passado que levou a Espanha à Guerra Civil. Encontra um país em que companheiros de jogo à mesa do café não se levantam para acudir a um colega baleado pela ETA, encontra uma Igreja que não conforta as vítimas do terrorismo e alguns membros que na Catequese doutrinam o nacionalismo violento.

A cadeia SER entrevistou-o. Sobre o Haiti, Munilla disse que há maiores tragédias a afligir a humanidade. Foi um desencadear de acusações torpes por parte da imprensa, de José Bono, José Blanco (vendedor de TGVs), Patxi Lopez e outros. Reuniram carradas de lenha e acendalhas que sobraram depois de queimar centenas de Igrejas nos anos 30 para incinerar Munilla: o Bispo não tinha alma, desprezava as vítimas, etc. Um jornalista não hesitou em mostrar a sua ignorância e interrogava-se “Se Deus existe como pode permitir tamanho sofrimento”. O Bispo deu-lhes uma lição de Catequese mas não foi suficiente para acabar a entropia ideológica que os tolhe.

Munilla não deixa de ter razão. Existem muitas tragédias, mais pequeninas, mais distribuídas no tempo, mais imperceptíveis e que causam imenso sofrimento o qual se prolonga para as gerações seguintes. E essas podiam ser evitadas:

- A Lei do Aborto (120000 por ano), patrocinada por uma colega de partido que diz que um feto não é humano e compara um aborto a colocar ou tirar silicone, votada por Bono prevê que jovens de 16 anos possam abortar sem conhecimento dos pais;

- A autorização de venda livre de fármacos abortivos que podem causar graves problemas de saúde e mesmo a morte;

- A conivência com regimes do narco-tráfico que não respeitam os direitos humanos e criam dezenas de milhares de vítimas pela fome ou pela violência urbana e pela droga a muitos milhares de km de distância;

- A negação de verbas irrisórias a instituições que alimentam os novos pobres que Bono, Blanco e a sua equipa criaram, quando subsidiam generosamente um exército de sindicalistas que fazem rigorosamente nada ou o emprego do(s) filho(s) do Sr Manolo Chaves da Andaluzia (e vão 10 milhões de Euros);

- A alteração de leis que no nosso país lançam crianças na pobreza material e afectiva, as mães à beira das estradas nacionais e a família na desgraça e na conflitualidade;

- A politização da Justiça deixando crimes hediondos contra pessoas por julgar e os suspeitos a gozarem a Justiça e as vítimas;

- A politização da comunicação social;

- O desprezo pela dignidade da vida humana que leva a que na Rússia se pratiquem até 2milhões de abortos por ano e haja publicidade ao mesmo nas revistas para adolescentes que dissolvem a vida em álcool (Medvdev propõe-se actuar e muito bem);

- A entrega de cargos e empregos a incompetentes amigos dos partidos prejudicando a eficácia dos dinheiros públicos pagos pelos impostos de todos.

Sobre o Haiti: não é pobre por ser vítima. É pobre porque desde a sua independência sempre foi liderada por pessoas “pobres” de valores e assim um país é inviável. Basta ler um pouquinho da História do Haiti para perceber e ver o trajecto na mesma direcção que seguiram ou seguem outros países.

dezembro 18, 2009

Zero de talento máximo de crispação

A cada mês que passa é evidente a gestão ruinosa que Zapatero faz em Espanha: mais desemprego, mais dívida, mais corrupção, mais subsídios aos amigos, maior colaboração com ditaduras, mais desprezo por quem trabalha e por quem não trabalha, maior crise institucional, mais acosso a juizes e jornalistas, mais perseguição à Igreja Católica... uma praga do Egipto.

Zapatero vive do confronto sem nada resolver: aborto por atacado, casamento de homossexuais, encerramento de Museus e espaços que lembram o heroísmo de militares e populações acossadas pela canalha da II República e a hedionda Lei da Memória Histórica. Quer ganhar na secretaria a Guerra Cívil que provocaram e perderam tornando entretanto a Espanha num campo de treino dos Spetnatz estalinistas.

O psicótico governo procura agora obcecado a vala comum onde está Lorca. Gastaram 60000Euros e não encontraram nada ... absolutamente nada.

Lembrou-me a história de Jimenez Losantos. Uns circunspectos e comovidos PSOEistas descobriram umas ossadas num qualquer campo onde ocorreu um confronto na Guerra Civil. Levaram as ossadas as quais, após exame cuidado, revelaram não só a sua natureza como a natureza de quem as descobriu: tratava-se simplesmente de um asno.