O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
março 22, 2016
setembro 25, 2015
A mina de Canunas: o terror comunista republicano em Espanha
agosto 24, 2015
Sin novedad en el Alcázar, mi general
Sin novedad en el Alcazar, mi general
novembro 04, 2013
As obras roubadas pelos Nazis e outros tantos
outubro 24, 2013
abril 21, 2010
O Martírio dos Cristãos na Guerra Civil de Espanha
março 27, 2010
Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (3). BALTAZAR E OS SEUS CAMELOS
O Juíz estrela Baltazar Garzon, que não é um juiz mas uma secção de interesses na alta magistratura dos herdeiros das checas torturadoras, assassinas e ladras ao serviço de Estaline, está finalmente acossado. A fúria militante na esquerda levou-o a cometer erros gravíssimos. Baltazar exerce uma Magistratura que não se guia pelo cumprimento da Lei: usa a Justiça de forma discricionária e enviesada para funcionar como arma política. Baltazar é simplesmente um ridículo político de toga e quase sem freio.
fevereiro 23, 2010
Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (1)
O PSOE, liderado pela calamidade Zapatero, é um partido leninista ou seja esquerda radical. Em 1934 perderam as eleições e tentaram a Guerra Civil. Centenas de mortes e de igrejas queimadas bem como imensa propriedade destruída foram o saldo antes de serem travados. Conseguiram novas eleições: a promessa era “se as ganhassem faziam a revolução se as perdessem faziam a guerra civil. Perderam as eleições, roubaram e falsificaram actas, ganharam na secretaria e foram à guerra civil. Usaram o Estado para prender opositores e assassinar políticos adversários, instruíram e armaram milícias com ajuda de especialistas estalinistas e Spetnatz, levaram a morte e a repressão à Igreja e ao povo anónimo com crueldade paranóica. Apenas pela sua condição de sacerdotes, religiosos ou de exibir a sua fé dezenas de milhares foram chacinados. Franco foi forçado a entrar na guerra e ganhou-a: ainda bem.
A minha avó morreu muito velhinha e foi perdendo a memória das coisas mais recentes recuando no tempo: deixou de conhecer os netos, depois os filhos e no fim só fazia parte da sua memória o marido, falecido há mais de meio século, os irmãos e os pais. O PSOE agora no poder pariu uma lei para ganhar na secretaria a guerra: “ A Memória Histórica”. Mas a Memória Histórica deles é uma coisa perversa e mais triste que a senilidade: só lembra o que convém. As vítimas da esquerda são esquecidas, as de Franco realçadas, os heróis que morreram para proteger as populações das hordas dementes dos bandos republicanos são apagados e os assassinos esquerdistas condecorados e premiados como aconteceu com Fernando Macarro ou Marcos Ana com três assassínios a sangue frio (um padre, um carteiro e um camponês por ir à Missa). Recentemente mais uma vala comum -entre muitas- bem na retaguarda republicana foi descoberta: um sacerdote, crianças e várias mulheres com indícios de violência extrema e sinais dos corpos serem incendiados e atirados para uma mina onde fizeram companhia a provavelmente mais 30 assassinados.
O Juiz Garzon é uma cara suja desta lavagem e maquilhagem da verdadeira história, o El País e Saramago têm a sua quota parte. (Continua)
janeiro 19, 2010
Tragédias
A cadeia SER entrevistou-o. Sobre o Haiti, Munilla disse que há maiores tragédias a afligir a humanidade. Foi um desencadear de acusações torpes por parte da imprensa, de José Bono, José Blanco (vendedor de TGVs), Patxi Lopez e outros. Reuniram carradas de lenha e acendalhas que sobraram depois de queimar centenas de Igrejas nos anos 30 para incinerar Munilla: o Bispo não tinha alma, desprezava as vítimas, etc. Um jornalista não hesitou em mostrar a sua ignorância e interrogava-se “Se Deus existe como pode permitir tamanho sofrimento”. O Bispo deu-lhes uma lição de Catequese mas não foi suficiente para acabar a entropia ideológica que os tolhe.
Munilla não deixa de ter razão. Existem muitas tragédias, mais pequeninas, mais distribuídas no tempo, mais imperceptíveis e que causam imenso sofrimento o qual se prolonga para as gerações seguintes. E essas podiam ser evitadas:
- A Lei do Aborto (120000 por ano), patrocinada por uma colega de partido que diz que um feto não é humano e compara um aborto a colocar ou tirar silicone, votada por Bono prevê que jovens de 16 anos possam abortar sem conhecimento dos pais;
- A autorização de venda livre de fármacos abortivos que podem causar graves problemas de saúde e mesmo a morte;
- A conivência com regimes do narco-tráfico que não respeitam os direitos humanos e criam dezenas de milhares de vítimas pela fome ou pela violência urbana e pela droga a muitos milhares de km de distância;
- A negação de verbas irrisórias a instituições que alimentam os novos pobres que Bono, Blanco e a sua equipa criaram, quando subsidiam generosamente um exército de sindicalistas que fazem rigorosamente nada ou o emprego do(s) filho(s) do Sr Manolo Chaves da Andaluzia (e vão 10 milhões de Euros);
- A alteração de leis que no nosso país lançam crianças na pobreza material e afectiva, as mães à beira das estradas nacionais e a família na desgraça e na conflitualidade;
- A politização da Justiça deixando crimes hediondos contra pessoas por julgar e os suspeitos a gozarem a Justiça e as vítimas;
- A politização da comunicação social;
- O desprezo pela dignidade da vida humana que leva a que na Rússia se pratiquem até 2milhões de abortos por ano e haja publicidade ao mesmo nas revistas para adolescentes que dissolvem a vida em álcool (Medvdev propõe-se actuar e muito bem);
- A entrega de cargos e empregos a incompetentes amigos dos partidos prejudicando a eficácia dos dinheiros públicos pagos pelos impostos de todos.
Sobre o Haiti: não é pobre por ser vítima. É pobre porque desde a sua independência sempre foi liderada por pessoas “pobres” de valores e assim um país é inviável. Basta ler um pouquinho da História do Haiti para perceber e ver o trajecto na mesma direcção que seguiram ou seguem outros países.
