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setembro 04, 2017

Garzon ... aproveita agora

O "Juiz" Baltasar Garzon, que violou os princípios mais básicos dos direitos de defesa de acusados e por isso (mas ainda havia muito mais) suspenso,  tem agora mais uma oportunidade para aplicar a sua magistratura planetária: depois de se fazer esquecido quando o assassino e tirano Castro visitou Espanha, de se lembrar de atuar quando Pinochet visitou a Europa é agora tempo de mostrar a sua isenção: o tirano e assassino Maduro, com acusações bem generosas de violar os Direitos Humanos, vai visitar a ONU.

Aproveita!

fevereiro 09, 2012

Finalmente...

Garzon justiçado mas com uma pena ligeira embora por unanimidade. Claro ... uma vítima para a PRISA-TVI (que escondeu aos portugueses os outros casos do juíz estrela  e ex-candidato a deputado pela Frente Popular do PSOE). A falida PRISA tem as suas manias: persegueferozmente Mourinho com o mesmo afinco que defendia Garzon.

Uma escuta ilegal é afinal uma escuta ilegal, uma falha técnica e ética que abriria o caminho a todas as arbitrariedades. Uma escuta ilegal continua a ser ilegal e gravíssima para quem sabe que uma escuta ilegal é ilegal: ponto final. E a escuta ilegal foi usada para prejudicar um arguido que não pertencia à veia política do Juiz estrela o que agrava a infinita gravidade do caso: ponto final.

Segue-se a oração da TVI a Obama na respectiva esposa que agora corre dentro de um saco de batatas e beneficia da queda do discípulo amestrado que a adora. Põe-te a pau Michele. Não tarda o marido enfia-te o saco pela cabeça abaixo, abre só dois buracos para os olhos e vais ter que usar óculos escuros.

fevereiro 08, 2012

Dia aziago para Garzon

Os advogados arrasaram Garzon: contra a vontade deste leram os motivos que o próprio invocou para rejeitar o caso de Paracuelos em dois dias. E ... surpresa. Estes mesmos motivos foram ignorados para avançar com a Memória Histórica selectiva. 

"Con el argumento de Garzón se podría abrir causa por los fusilamientos del Dos de Mayo"


Garzon tentou desvalorizar a matança ordenada por Carrillo como um facto esporádico: coisa pouca (foram só 3 a 4% dos mortos da guerra civil) em apenas dois ou três dias e envolvia "o povinho" (que aliás era mentira pois foram assassinadas altas figuras do Estado).

Ainda balbuciou "que se sente de consciência tranquila" como é aliás típico dos criminosos mais empedernidos e que lhes vale a absolvição imediata do colectivo de Juízes. 

janeiro 29, 2012

Enternecedora a RTP

A RTP está de amores com o super Juiz Baltazar Garzon. Bastaram poucos minutos para os destacados da RTP em Madrid bolsarem um conjunto de asneiras, mentiras e falsidades sobre Garzon tendo como pano de fundo uns manifestantes saudosistas da mortífera Frente Popular que Franco corajosamente combateu e venceu com poucos apoios. E venceu contra Estaline, contra 100 000 milicianos de toda a Europa e todos os idiotas úteis que quiseram morrer para instalar um regime totalitário em Espanha. Eis algumas parvoíces: 
  • Valas comuns dos crimes de Franco. Nas valas comuns de que falaram estão tantos mortos da Guerra Civil de um lado quanto de outro. Levando em conta o tempo em que cada parte teve domínio sobre um território a frente popular foi muito mais mortífera e cruel. A Frente Popular matava, além dos motivos políticos, por causa da religião de cada um, se iam à Missa ou mesmo se tinham dentes de ouro.
  • Garzon combateu a droga. Não é nada de abonatório per si: isto é a obrigação de um Juíz com as suas funções e para isso lhe são dados poderes e condições para tal.
  • Não são organizações de extrema direita que patrocinaram a causa contra Garzon. São pessoas que exigem igualdade no trato para todos os Espanhóis, que se respeite a memória de todos os que morreram e se respeitem as decisões do Parlamento.
  • Garzon sentou Pinochet no Banco. Pinochet foi um ditador muito suave se comparado a Castro. Fidel matou, mantém presos políticos, a liberdade não existe em Cuba  e o Povo Cubano está submetido a uma tremenda pobreza que contrastou sempre com o progresso do Chile. Pinochet abandonou o poder e Castro ainda lá contínua. Fidel esteve em Espanha e Garzon não o prendeu.
Porque está Garzon no banco:
  • O Juiz Garzon está no banco porque não respeitou uma decisão votada unanimemente no Parlamento de amnistia a todos os crimes da Guerra Civil decidindo reabrir feridas já saradas mas apenas relevando as vítimas de um dos lados.
  • O Juiz Garzon fez escutas absolutamente ilegais a advogados quando estes reuniam com o seu cliente num caso de corrupção.
  • O Juiz Garzon usou o seu cargo explicitamente para extorquir  financiamentos para actividades particulares quando tinha em mãos casos dos financiadores.
  • O Juiz Garzon recebeu ilegalmente grossas quantias de dinheiro (que nem chegou a declarar) por participação em conferências nos Estados Unidos.
  • O Juíz Garzon é incompetente. Não tem conseguido resultados em casos que envolvem a esquerda  e terrorismo de Estado da esquerda: casos GAL e caso Faisan.
O Juiz Garzon é um juiz tendencioso e portanto incapaz de exercer a sua profissão de uma forma isenta. O Juiz Garzon claramente já deveria ter abandonado a Magistratura: por muito menos outros juízes, que não gozam do apoio de uns atrasados mentais como os da manifestação em Madrid (uns idiotas do marxismo cultural e parasitas do orçamento espanhol), já tiveram que abandonar o cargo.

Se houver Justiça Garzon, que se tem multiplicado em expedientes para conseguir um júri da sua confiança,  terá o destino que merece: ser expulso da AN.

Azaña, salvo o erro autor da frase "um republicano vale mais que todos os Conventos de Madrid", quando ajudava ao saque, incêndio de Igrejas e morte de cristãos, acabou a vida agarrado e beijando uma Cruz implorando ¡Jesús, piedad y misericordia!". É isto que desejo a Garzon.

novembro 06, 2010

O Biltre e a TVI

A informação da TVI sempre deixou e continua a deixar de cumprir um dos requisitos fundamentais do mídia: tentar informar com isenção e verdade. Infelizmente os poderosos grupos de mídia, dominados por uma esquerda belicosa e asquerosa que vive à sombra de muito dinheiro público ou grandes favores do poder, formata a dita TVI que sabemos conviver muito mal com a liberdade jornalística.

Hoje promoveu o Juiz Baltasar Garzon que vem bolsar umas banalidades ao Estoril, receber um dinheirão e contentar alguns pobres de espírito que pensarão ter frequentado "uma lição".

Segundo a TVI o Juiz está impedido de exercer em Espanha por "investigar os crimes do Franquismo" mas nem sequer chega a dizer por quem está este bípede jacobino primário suspenso. Pois a notícia não é correcta: de facto se "investigar os crimes do franquismo" é desde logo uma aberração (todos os crimes da Guerra Civil incluindo os bem mais extensos e selváticos da Frente Popular)  foram amnistiados no parlamento por todas as forças políticas (excepto um deputado do PP), sob esta vedeta doentia pendem várias queixas. Uma delas são escutas ilegais (que aliás reconheceu), entre um detido e o seu advogado) e outra por recebimentos ilegais em conferências não autorizadas nos EUA cujas receitas nem sequer declarou ao fisco. Aliás ele era generoso e bem sucedido no pedido de "subsídios" a banqueiros envolvidos em casos que investigou e encerrou sem julgamento (já para não falar na mãozinha a Felipe Gonzalez nos GAL).

O Baltazar -que aliás Federico Jimenez Losantos não consegue descrever se político, financeiro ou juiz- tem todos os ingredientes que o qualificam como delinquente e a toga não lhe fica bem: merecia uma camisa de forças e bem apertada. Pena não haver um grupo de cubanos deportados que o mande prender por negligência aquando da visita de Fidel Castro a Espanha. Actualmente levitam no mediatismo um gang de juízes que passam por cima das mais elementares regras da Democracia e se constituem como justiceiros universais ao serviço de ideologias apodrecidas. 

junho 04, 2010

Justiça Indígena





Uma série de antropólogos, pesquisadores e outros turistas vivem em êxtase quando visitam as selvas da América Latina. Encontram verdadeiros oásis de paz e harmonia com a natureza. Espreitam com curiosidade mórbida como os indígenas esticam as beiças, furam o nariz com ossos, enfiam o pénis numas canas e seguram com um fio, esmagam umas osgas com os pés e as metem na boca ou como feiticeiro resolve todos os problemas de saúde encharcando os pulmões do doente com fumo e pulando à volta dele. Entram em êxtase quando aquela gente mete a mão num buraco e lambe as formigas que vieram agarradas ou descobrem as virtudes proteicas de umas larvas engolidas ainda a debater-se. Eles resolvem todos os problemas em comunidade e até os filhos, que rebolam na lama, são de todos e não há ciúmes.

Claro que um tão grande conjunto de virtudes tem que ser protegido: nada de escola, vacinas ou uma pitada de instrução. Há que criar territórios protegidos e deixá-los resolver os problemas como resolviam quando desceram das árvores. Esta ideia é muito interessante e ao abrigo dela, no Brasil de Lula, as crianças deficientes têm sido encerradas em buracos até morrerem de inanição que convenhamos é uma coisa progressista já usada no Hologrom.

Uma sociedade assim, indigenista e prenhe de qualidades, é mesmo o que vem a calhar pela esquerda progressista. Um conjunto de leis a “proteger as especificidades” e preservar a herança cultural é o que vem a calhar desde que a conveniente clientela activista apareça a liderar e que faça o serviço bem feito a bem da revolução. Para manter estes modelos e a pureza da ancestralidade em comunhão intrínseca com a “Pacha Mama” (Evo Morales), e a Terra “que não é de ninguém e talvez do vento” (Zapatero), nada como delegar a Justiça nas comunidades e esquecer os deveres do Estado na sua administração. A “Justiça” torna-se assim um instrumento ao serviço de um poder corrupto: serve para o perpetuar e fundamentalmente para o isentar de responsabilidades.

Em terras do indigenista Evo Morales, ele próprio um analfabeto com dificuldades em provar o seu próprio indigenismo e com um passado bem truculento, dois homens foram condenados à morte por uma trica sobre terras. Pedro Velasco e Victor Naranjo (20 e poucos anos cada um) foram regados com gasolina e queimados até o corpo ser consumido na presença impávida de dezenas de populares (crianças incluídas). Os responsáveis por esta barbaridade justificaram a acção com a Justiça indígena consagrada na Constituição.



maio 20, 2010

Das novelas e dos que fazem parte delas

Morreu o Eusébio mas sabemos quem foi, ao contrário do António. Que alívio! Quanto stress e chá de camomila não se poupam.

O futebol, a cozinha de um futebolista, o carro do futebolista e a companheira de um futebolista -com a vuvuzela a completar o ramalhete- excita o Povo no sofá.

Um pulha atrai outros pulhas: Garzon levanta a toga e logo correm como pintos à protecção da chocadeira o cocalero analfabeto Morales e a finesse pinguim fêmea Kirchener a qual trata com enorme deferência a justiça nas pampas. Não é que a Audiência Nacional está coberta de razão pela substantiva unanimidade com que despachou tão ilustre Juíz!

Continue-se a dançar o tango pois se o Mundo muda e muito em três semanas não é para melhor com certeza.

abril 22, 2010

RTP 2 mentirosa

Baltazar Garzon pode ser suspenso não por causa de querer perseguir os crimes do franquismo mas sim, entre mais outras gravíssimas prevaricações, por fazer tábua rasa de uma amnistia geral votada no parlamento que cobria todos os crimes incluindo os dos bandos da esquerda que mergulharam a Espanha na mais hedionda Guerra Civil.

Os crimes do comunismo em Espanha foram proporcionalmente em maior quantidade e mais graves e vis que o do franquismo.

Não é bom o ressuscitar das feridas da Guerra Civil tanto mais que o maior assassino em série ainda vivo, Santiago Carrillo, seria o primeiro a ser imputado. Os maiores assassinos na Guerra Civil fugiram com todo o ouro da República e obras valiosas vivendo como nababos um exílio dourado. Abandonaram os seus homens de mão que foram julgados por um tribunal legal pelos seus crimes. Menos sorte tiveram os fuzilados por razão nenhuma a mando de Negrin, Caballero Azana e outros trastes a pedido de Estaline.

Pela canalha que defende Garzon vemos bem a baixaria que vai debaixo da sua toga.

março 27, 2010

Feios, Porcos e Maus: de Garzons a Saramagos (3). BALTAZAR E OS SEUS CAMELOS

O Juíz estrela Baltazar Garzon, que não é um juiz mas uma secção de interesses na alta magistratura dos herdeiros das checas torturadoras, assassinas e ladras ao serviço de Estaline, está finalmente acossado. A fúria militante na esquerda levou-o a cometer erros gravíssimos. Baltazar exerce uma Magistratura que não se guia pelo cumprimento da Lei: usa a Justiça de forma discricionária e enviesada para funcionar como arma política. Baltazar é simplesmente um ridículo político de toga e quase sem freio.

Enquanto colegas da Audiência Nacional foram suspensos e obrigados a abandonar o cargo com apenas uma querela o Baltazar, com três, continua no activo. Mas como se defende Baltazar das inegáveis acusações que lhe fazem? Arremete contra os colegas que o julgarão tentando ligá-los “à direita” (que tem as costas largas) e buscando um contorno político para se vitimar. O Baltazar acusa alguns colegas de manifesta “inimizade” (portanto admite que um juiz pode proferir uma sentença por afectividades) e ainda tenta ligar outros ao PP. Fantástica esta última: ele que concorreu a deputado pelo PSOE, que caçava com o Ministro da Justiça de Zapatero e que deixou o caso GAL de Felipe Gonzalez como sabemos. Bem estiveram os advogados da querela em pedirem também o afastamento dos “manifestos” amigos de Baltazar.

Claro que a habitual caterva de artistas subsidiados que chulam o erário público, Zapatero e órgãos de comunicação social da esquerda revanchista estão no terreno a proteger o seu Baltazar. Um destes órgãos é o El País que nutre um ódio total à Igreja, um ódio total e criminoso aos Judeus e publica, não raras vezes, artigos absolutamente deploráveis de tão desumanos. Um deles justificava os mortos encontrados numa vala comum da Guerra Civil como sendo merecedores de tal sorte por serem sacerdotes católicos, ou gente de direita ou ainda por serem ricos. Eles são os mesmos dos anos 30. São feios, porcos e maus e Baltazar é o seu Rei. Saramago está entre eles e não raras vezes faz de camelo para ajudar o amigo Baltazar!