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junho 03, 2012

Peste negra da Europa

A invasão descontrolada e criminosa para a Europa fomentada por uma classe política moralmente doente, além de trazer mais que prováveis colisões sociais que vão aflorando aqui e ali mas bem ocultadas por enquanto, traz também problemas de saúde pública.

Encontrei-me recentemente com um grego cuja esposa é pneumologista. Estava claramente amargado com a invasão da Grécia por imigrantes muçulmanos filtrados pela fronteira turca que criam uma tremenda insegurança. Disse-me que estão a ser importadas doenças que já tinham sido irradicadas ou tornadas residuais na Europa: suponho que seria a tuberculose. Fiquei atento!

Os abrigos para os desalojados do terramoto em Itália têm servido estrangeiros e italianos. Curiosamente a ajuda alimentar só flui para os estrangeiros e desacatos tem ocorrido. Um deles foi causado por terem servido massa à Bolonhesa a muçulmanos que logo viram o acto como uma ofensa e armaram uma gritaria. A polícia lá conseguiu controlar as moles indignadas. Mas o interessante é que foram detectados entre os imigrantes vários casos de sarna e os colchões acabaram por ser queimados.

Recentemente têm aparecido casos de lepra, também importada, nas Astúrias. Teremos nós a necessidade de mais Padres Damião?

Certamente as recomendações de vacinação contra o sarampo para quem vai a Londres devem estar no mesmo saco.

abril 05, 2012

As vítimas esquecidas

Um idoso  resolveu por o fim à vida na Praça das manifestações na Grécia: dizia-se falido. O assunto serve para criar mais um mártir das causas da violência gratuita e propagar mais violência gratuita. As televisões fazem a propaganda conveniente à causa. Há mortos abençoados e mortos esquecidos.

Os vândalos que aproveitam esta morte, decidida de livre vontade pelo próprio, são os mesmos que numa manifestação mataram com um Coktail Molotov uma mulher grávida. O caso foi rapidamente esquecido: não convinha à causa. Procurei na Internet mas foi mais fácil encontrar a referência ao caso em língua inglesa.

maio 04, 2010

Estes Gregos são mesmo lerdos


Manuel Alegre, um homem independente mas que chora em desespero os votos da esquerda e mama na teta pública desde sempre, anunciou hoje de novo e com os habituais auto-elogios, a sua candidatura.

Enquanto as Bolsas descem, as dívidas aumentam e as insolvências prosperam Alegre apresentou ontem duas soluções inovadoras para resolver a crise socialista:
- "Ouvir"
- "Juntar sindicatos, partidos, ..."

Entretanto na Grécia aos sindicalistas comunistas, que no passado e à custa de sucessivas greves e políticos frouxos guindaram salários a níveis muito mais elevados que o aumento da produtividade permitia, começa-lhe a cheirar a cadáver e pairam como abutres.

Os políticos gregos não acertam uma: aplicam medidas tardias e fora do contexto.