Excerto de interessante artigo linkado:
O que a maioria dos especialistas seculares, políticos, lobistas, banqueiros e o público não entendem sobre a crescente crise econômica da Europa e do resto do mundo ocidental é a relação íntima das políticas anti-vida e anti-família do Ocidente, um proeminente escritor de economia disse para LifeSiteNews.com.
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“À medida que a família deixou de ser em si um centro de produção, mais renda havia nos salários. Mas quando um salário de fora é insuficiente para sustentar uma família, ou a família era ensinada (por meio de propagandas publicitárias e outros meios culturais) a multiplicar seus desejos além do que até mesmo um salário decente poderia sustentar, as mulheres acharam necessário trabalhar fora de casa. Mas o trabalho no lar ainda tinha de ser feito. Por isso, os restaurantes, as creches, os serviços domésticos, etc., se expandiram. Esses são caros, e muitas famílias recorreram ao Estado em busca de ajuda”.
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
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novembro 12, 2011
novembro 23, 2010
O tempo do drible semântico
O aborto passou a chamar-se interrupção voluntária da gravidez (IVG). Tirou-se o odioso da relação aborto-morte embora a interrupção seja um fim incontornável.
Agora um termo com enorme popularidade e sucesso é o contágio. Há alguém doente que propaga a doença a outros. Os contagiados não têm então culpa: são simples vítimas inocentes e impotentes. É o que assistimos no vendaval que devora Grécia, Irlanda e em breve chegará a Portugal. O contágio poupa ou isenta de responsabilidade quem conduz as políticas económicas.
Agora um termo com enorme popularidade e sucesso é o contágio. Há alguém doente que propaga a doença a outros. Os contagiados não têm então culpa: são simples vítimas inocentes e impotentes. É o que assistimos no vendaval que devora Grécia, Irlanda e em breve chegará a Portugal. O contágio poupa ou isenta de responsabilidade quem conduz as políticas económicas.
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maio 04, 2010
Estes Gregos são mesmo lerdos

Manuel Alegre, um homem independente mas que chora em desespero os votos da esquerda e mama na teta pública desde sempre, anunciou hoje de novo e com os habituais auto-elogios, a sua candidatura.
Enquanto as Bolsas descem, as dívidas aumentam e as insolvências prosperam Alegre apresentou ontem duas soluções inovadoras para resolver a crise socialista:
- "Ouvir"
- "Juntar sindicatos, partidos, ..."
Entretanto na Grécia aos sindicalistas comunistas, que no passado e à custa de sucessivas greves e políticos frouxos guindaram salários a níveis muito mais elevados que o aumento da produtividade permitia, começa-lhe a cheirar a cadáver e pairam como abutres.
Os políticos gregos não acertam uma: aplicam medidas tardias e fora do contexto.
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Manuel Alegre
maio 03, 2010
Famílias em Luta: A crise não passará
Usando a aproximação deste governo e a hábil gestão do excelente técnico Teixeira dos Santos deixo umas dicas às famílias portuguesas para ultrapassar a crise e sair a ganhar.
- Trocar de carro. O velho consome mais e uma poupança no combustível vinha mesmo a calhar.
- Fazer uma remodelação ao interior da casa. Nestes tempos um bom ambiente ajuda a vencer o pessimismo e ganhar confiança.
- Fazer obras na fachada. É certo que o dinheiro é pouco mas um dia se a casa tiver que ser vendida por insolvência sempre se poderá mostrar aos amigos o espírito empreendedor.
- Construir um Heliporto no logradouro. Isso vai atrair turistas endinheirados.
- Comprar uma máquina de café. O café está caro e fazê-lo em casa ao fim de semana poupa pelo menos 30Cêntimos ou 1.2 Euros mês.
- Substituir o televisor por um moderno televisor LED com sintonizador digital, MPEG, etc pois o apagão analógico está mesmo à espreita
- Instalar painéis solares fotovoltaicos. Vamos arruinar a EDP e acabar com a manhosa conta da electricidade.
- Assobiar para o ar, soltar a trela e fingir que o cão fugiu. Ele que vá à vida pois já é adulto e vacinado.
- Trocar de uma assentada todas as lâmpadas por lâmpadas economizadoras e dar uma entrevista no minuto verde para aumentar a auto-satisfação.
- Pedir um crédito rápido e emprestar "o guito" à Grécia. Não há qualquer risco e será sem dúvida um negócio com excelente retorno.
Se negarem o crédito ou o encarecerem pediremos uma agência de rating constituída por pessoal que pensa esclarecido como nós e uns marretas para espancar a malta consumista que pensa em poupar um pouco.
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