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novembro 04, 2011

Igualdade de Género: um nova loucura

"Um bacalhau à Brás que até o Marido pode fazer": lê-se num hipotético anúncio. É razão para indignação dos Maridos? Acho que não. Dos homens em geral? Também não.

Os homens e mulheres são iguais? São! São iguais em direitos e deveres. Tem as mesmas capacidades? Não. Essas distintas capacidades são apenas fruto da educação? Obviamente que não! São genéticas. Forçar pessoas com distintas capacidades a realizar funções (caso de quotas) que não se lhe adequam é uma grosseira violação do direito à escolha e ao livre arbítrio. Que parvoíces a este respeito circulem pelos "jornalistas" da cambada não me admira. O que me admira é que estas ideias trambolhas invadam instituições e até organizações científicas.

Uma sociedade científica publicou um artigo on-line intitulado ""With the Arduino, Now Even Your Mom Can Program." (Arduino é um microprocessador com um software que facilita a sua utilização). Uns minutos depois já tinha comentários dos patrulheiros. Menos de 24 horas tinham decorrido e a responsável revista publicava a seguinte mensagem:

"The actual title of the article is "The Making of Arduino."
I'm an IEEE member, and a mom, and the headline was inexcusable, a lazy, sexist cliché that should have never seen the light of day. Today we are instituting an additional headline review process that will apply to all future Tech Alerts so that such insipid and offensive headlines never find their way into your in-box."



Este politicamente correcto mata  a criatividade e cria novos patrulheiros (sublinhado meu) para a evitar. Tristes tempos estes que vamos vivendo.

fevereiro 08, 2010

Igualdade de género?

Vem causando um grande mal estar na vizinha Espanha uma lei no âmbito da violência doméstica e de género. Esta lei, criada por uma das inúteis ministras de uma calamidade chamada Zapatero, é inclusivamente rechaçada por juízes especialistas em Direito da Família.

Basta uma queixa de violência doméstica pela mulher para o homem ser colocado na rua e não poder regressar a casa para, pelo menos, recuperar roupas ou contactar com os filhos. O inverso porém não acontece: o crime depende então do sexo e não do acto em si presumindo uma culpabilidade não provada que atinge sempre o homem. Uma mulher pode obter uma pensão de um marido falecido se alegar violência doméstica mas o contrário não é permitido. É portanto uma lei injusta pois não trata casos iguais da mesma forma.

O homem lançado na Rua é estigmatizado e vê-se provido de abrigo e ao abandono ou caridade de amigos durante vários anos. A situação é tanto mais crítica quanto abundam falsas denuncias não castigadas, mas a verdade é que satisfaz o feminismo radical que acaba prejudicando em última análise a própria mulher.

Tenho olhado como se desenvolve uma bolota na terra. Ela mede o ambiente: a temperatura, a humidade e a humidade no solo. Quando estas condições se afiguram duradoiras e favoráveis lança uma raiz muito profunda que lhe garante a humidade necessária se a terra superficial secar um pouco. Com a raiz estabelecida só então lança um caule forte e as primeiras folhas. Estas alimentam agora a raiz profunda que se ramifica profusamente. Está pronta a resistir à secura do Verão e a crescer.

Faltam às pessoas a sabedoria da bolota: lançar raízes profundas para construir família de futuro com sucesso e não sucumbir à primeira dificuldade nem usar sobre esta mesma família a violência da força ou a violência da intriga.