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janeiro 15, 2026

Algo me ultrapassa

Um magote de mulheres que denunciaram Boaventura Sousa Santos de assédio sexual são menos credíveis que a que acusa Cotrim das mesmas proezas.

O feminismo progressista de queimar sutiãs sem correr o risco de ir parar à prisão é uma causa nobre em defesa das mulheres. Lutar para mostrar o rosto em público e ser baleado ou morrer em esquadra iraniana não merece palavra amiga deste mesmo feminismo.

Um país defender-se do terror islâmico que massacra a sua população -mulheres, crianças e velhos depois atrocidades animalescas- causa incontáveis genocídios. Uma população a ser varrida aos milhares por rajadas de metralhadora de um regime tirânico não merece compaixão, nem flotilha, nem ajuda humanitária nem palavras amigas.

A Nomenclatura mais sinistra do PS que hostilizava Seguro já não hostiliza. O neto de sapateiro, o Sr. Silva do ISTE e outros estão de volta como filho pródigo mas sem arrependimento.

 Esta esquerda é cada vez mais hipócrita, alucinada e descarada. 

maio 31, 2015

Autofagia: Então mas o aborto não era livre?

Seria para rir esta reclamação das feministas-nazis não fosse haver muita morte pelo meio. Pena de morte por ir nascer menina!

Mas é irónico que quem sempre defendeu o aborto com unhas e dentes, o "aqui mando eu", "afastai os rosários dos nossos ovários" venha agora com esta patacoada: o boomerang volta para trás. 

dezembro 15, 2012

O Massacre dos EUA

O sibilante e contorcionista Obama veio descaradamente fingir comoção e teatralizar vários limpar de lágrimas, interrupções de discurso, populismos e outras acrobacias mediáticas hollywoodescas para se referir ao massacre no Liceu dos EUA. O calculista, que convive bastante bem com abortos de crianças já nascidas no seu país e acalenta uma guerra que mata centenas na Síria à mão da sua Irmandade Muçulmana, quer capitalizar para fazer o que fizeram Estaline, Mao e Hitler: ilegalizar as armas.

Infelizmente os factos falam por si: o rapaz, já convenientemente dado como esquizofrénico  era o fruto de tudo o que Obama e seus sequazes gostam. Filho numa "nova forma de família": desestruturada, pai ausente, mãe feminista e esquerdista. Um cocktail socialmente explosivo e explode cada vez mais com Obama que introduz, na difícil equação, pobreza.. muita pobreza.

Uma arma não se dispara sozinha mas é mais fácil falar contra as armas que escancarar as causas que nos EUA -pós Kinser, Sanger, influência das Escolas de Frankfurt, Rockfellers- conduziram a um descalabro social: mais de 50% dos endereços postais são de lares com gente amancebada.

Nivaldo Cordeiro fala sobre as armas:

"O recente massacre de crianças nos EUA trouxe de novo a ladainha midiática pelo desarmamento civil, uma falsificação dos fatos. O que se viu é que leis nos EUA tornaram os campus escolares território 'livre' das armas dos bons cidadãos, mas os chacinadores não as respeitam e lá encontram sua caça abundante e sem resistência. É o que há contidianamente nas periferias das nossas cidades, que contabilizam chacinas diárias. Aqui os bandidos têm o monopólio das armas." (de http://ab-logando.blogspot.pt/)


agosto 03, 2011

Jornadas Mundiais de Juventude

Um dos poucos homens que ainda rema contra este estado de decadência moral geral, de destruição da família e do narcisismo compulsivo que destrói o Homem e arrasta a humanidade para o mesmo fim vai estar nas Jornadas Mundiais de Juventude em Madrid.

O Papa Bento XVI já é abundantemente atacado pelos ocupantes dos doentios zoológicos sociais mais conhecidos: femi-nazis, comunistas, colectivos gays e lésbicas e mais alguns produtos tóxicos deste estado de coisas. Curiosamente não aparecem onde são mais necessários: enfrentar os chulos que exploram mulheres até ao tutano, enfrentar os íman que encerram as mulheres num cilindro de pano, os carrascos que enforcam homossexuais, etc. Quem tem rabinho tem medo e enfrentar os fracos sai totalmente grátis.



fevereiro 08, 2010

Igualdade de género?

Vem causando um grande mal estar na vizinha Espanha uma lei no âmbito da violência doméstica e de género. Esta lei, criada por uma das inúteis ministras de uma calamidade chamada Zapatero, é inclusivamente rechaçada por juízes especialistas em Direito da Família.

Basta uma queixa de violência doméstica pela mulher para o homem ser colocado na rua e não poder regressar a casa para, pelo menos, recuperar roupas ou contactar com os filhos. O inverso porém não acontece: o crime depende então do sexo e não do acto em si presumindo uma culpabilidade não provada que atinge sempre o homem. Uma mulher pode obter uma pensão de um marido falecido se alegar violência doméstica mas o contrário não é permitido. É portanto uma lei injusta pois não trata casos iguais da mesma forma.

O homem lançado na Rua é estigmatizado e vê-se provido de abrigo e ao abandono ou caridade de amigos durante vários anos. A situação é tanto mais crítica quanto abundam falsas denuncias não castigadas, mas a verdade é que satisfaz o feminismo radical que acaba prejudicando em última análise a própria mulher.

Tenho olhado como se desenvolve uma bolota na terra. Ela mede o ambiente: a temperatura, a humidade e a humidade no solo. Quando estas condições se afiguram duradoiras e favoráveis lança uma raiz muito profunda que lhe garante a humidade necessária se a terra superficial secar um pouco. Com a raiz estabelecida só então lança um caule forte e as primeiras folhas. Estas alimentam agora a raiz profunda que se ramifica profusamente. Está pronta a resistir à secura do Verão e a crescer.

Faltam às pessoas a sabedoria da bolota: lançar raízes profundas para construir família de futuro com sucesso e não sucumbir à primeira dificuldade nem usar sobre esta mesma família a violência da força ou a violência da intriga.

janeiro 21, 2010

As tragédias que passam para a geração seguinte

Como uma injustiça gera injustiças! Como há um custo que não se vê e é preciso prever.

El socavamiento de la relación de pareja, acompañado de prédicas moralistas y vanas en contra, se manifiesta a la perfección en el problema del aborto, acaso el más machacón caballo de batalla internacional del feminismo en años recientes. La doctrina al respecto se concentra en el lema "Nosotras parimos, nosotras decidimos", el cual condensa a su vez la filosofía de fondo de las legislaciones abortistas adoptadas en muchas naciones. Ello equivale a una invitación, punto menos que irresistible, a la irresponsabilidad paterna. Y siendo el sentimiento paterno más débil que el materno, el efecto no podría ser otro que el conocido: un cada vez mayor desentendimiento del varón respecto de la prole y de la relación estable, percibidas como simple carga.

Sorprende entonces que los mismos feministas se embarquen en campañas de persuasión y hasta de persecución legal al padre, para que peche con sus "responsabilidades" (económicas, porque otras se vuelve arduo). Pero el padre irresponsable y feministizado replicará: "¿No es la mujer quien decide? Que cargue con las consecuencias y no me arrastre a mí, que no deseaba más que un rato de diversión. ¿Voy a tener que pagar la vida entera por un impulso momentáneo? No dramaticemos el sexo. Si ella quiso tener un niño, o se descuidó, que no me complique. Que el Estado la ayude".

Pio Moa em Libertad Digital (Historiador que ainda mantém a coluna dorsal na vertical)