‘Hope Not Hate’ anti-racism campaigner exposed as paedophile
O tempo é muito lento para os que esperam; Muito rápido para os que tem medo; Muito longo para os que lamentam; Muito curto para os que festejam; Mas, para os que amam, o tempo é eterno. Shakespeare
março 25, 2026
dezembro 15, 2025
agosto 18, 2024
maio 06, 2024
Já visto
março 07, 2024
De avanço em avanço ... até à derrota final.
A França, terra de grandes cristãos no antepassado, conquistou um avanço que exultou muitas pessoas sem alma: inscreveu na constituição o direito ao aborto. Um progresso notável que muito dignifica o ser humano em geral e as mulheres em particular. Enquanto houver pé e munições os tiros neste não faltam e a Europa faz de si própria um alvo.
Agora até o PAN já quer já escrevinhar coisas na dita.
Entretanto J. K. Rawling vai ser processado por não usar os pronomes pretendidos por um homem recauchutado como mulher: "crime de ódio". Há 10 anos seria uma anedota de circo agora temos um circo de anedotas.
agosto 17, 2018
Nem sequer pela economia lá vais, estúpida
outubro 21, 2015
Quanto vale uma vida?
julho 22, 2015
maio 31, 2015
Autofagia: Então mas o aborto não era livre?
fevereiro 08, 2015
O valor da vida humana
fevereiro 06, 2014
fevereiro 01, 2014
Fenomenal
E, já agora, a opinião dos que nascem do acto de violação.
P.S: Serei o velho Simeão a presenciar um volte-face a esta barbaridade (pena de morte sem advogado a defender o sentenciado)?
setembro 13, 2013
Aborto
Não é possível defender o aborto como simples questão de escolha sem colocar em xeque as bases da própria existência da sociedade de direito. É como o macaco que serra o galho em que está sentado, ou o pedreiro que marreta a laje sob a qual se sustenta.
Só há liberdade de escolha para quem foi garantido o direito de existir. Quem não tem direito de nascer, tampouco tem direito de escolher. O grito do aborto como direito da mulher é um grito louco dos contraditórios: se 50% das pessoas que nascem são mulheres – e o aborto impede que muitas mulheres venham ao mundo – como o aborto protegerá o direito a liberdade da mulher que está sendo impedida de viver, de ser dona da própria existência? É óbvio que o aborto trata apenas do direito do mais velho, do mais forte, do mais independente sob negação do mais novo, mais fraco e vulneravelmente dependente. É opressão pura travestida de autonomia. A liberdade é filha do direito e se desenvolve do respeito ao próximo.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/14510-a-liberdade-e-filha-e-nao-dona-do-direito.html
agosto 18, 2013
Histeria taurina
Quanto a touradas não aprecio, mas gosto de ver as pegas e especialmente aquelas em que o touro é eficaz.
maio 26, 2013
abril 16, 2013
Serial Killer
Encontraram ainda pedaços de bebés e bebés inteiros congelados na clínica.
abril 10, 2013
The demographic time bomb and euthanasia
abril 02, 2013
A ONU do costume.... repugnante e nojenta
A ONU não é de gente... é de animais irracionais e só assim se explica o autismo e até o incentivo que a ONU concede a quem massacra mulheres, crianças no geral e a quem atormenta e persegue cristãos por todo o Oriente.
março 29, 2013
Camaleão ...
Na realidade, os que querem a despenalização do aborto têm outros interesses, nada humanitários. O discurso sentimentalista é demagógico e perverso, porque oculta outras intenções.
Estão em jogo na questão do aborto interesses especialmente por razões econômicas, políticas e demográficas. ....
A legalização do aborto cria um ambiente onde é possível desenvolver a pesquisa com clonagem reprodutiva que produzirá resultados espetaculares na reengenharia da sociedade humana, mas que hoje são imprevisíveis e estão sendo financiados sem expectativa imediata de lucro, mas aparentemente quase como algo que seria um meta-poder ....
o envolvimento da Fundação Rockefeller com a Biologia Molecular. De modo imediato, a legalização do aborto é desejada por ser o meio mais rápido e eficiente de controle populacional. .....
O ex-diretor do programa de controle populacional da USAID, nos anos 70, Reimert Ravenholt, dizia que com o orçamento disponibilizado pelo Congresso Americano à USAID (um montante que representou à época o segundo maior programa de ajuda externa já promovido pelos Estados Unidos em toda a sua história, menor apenas do que o Plano Marshall) era possível reduzir de modo significativo o crescimento populacional de qualquer país em desenvolvimento, em um período de cinco anos, utilizando métodos convencionais como a esterilização e em apenas dois anos se pudesse ser utilizado o aborto....
Ao fim dos anos 70, quando os dirigentes deste plano perceberam que sua apresentação como um plano norte-americano de controle populacional começava a ser questionado pelos países em desenvolvimento, o magnata do petróleo John Rockefeller III .... resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos, para que se pudesse impor a mesma coisa sem que se despertassem as mesmas reações.
Os organismos que estão trabalhando internacionalmente pela aprovação do aborto, todos dispondo de muito dinheiro, são as fundações, (planejando e financiando as ações) e as organizações não governamentais (executando-as). Dentre elas estão as fundações Ford, Rockefeller, MacArthur, a Buffet (entre outras), e a International Planned Parenthood Federation (IPPF, que tem filiais em quase 150 países), a Rede Feminista de Direitos Sexuais e Reprodutivos, as Católicas pelo Direito de Decidir (que não são católicas, mas usam o nome para confundir principalmente os católicos), a Sociedade de Bem-Estar Familiar no Brasil (Benfam) e a International Pregnancy Advisory Services (IPAS), entre outras ONGs.


