... a esquerda sacode a água do capote e paira excitada sobre um país que deixou moribundo após mais de 10 anos de socialismo quase ininterrupto durante os quais sebou clientelas, sucateiros, futebolistas, advogados, ONGs, Sindicatos, construtores civis, Empresas Públicas, Câmaras Municipais e contas bancárias de políticos e banqueiros corruptos.
Mas mesmo assim os jornalistas, uns ignorantes funcionais de frases feitas de superficialidades, têm umas pérolas que só os porcos apreciariam na ausência de bolotas:
- Na RTP1 Carlos Moedas dizia que pela primeira vez o país vivia de acordo com as suas posses. O Jornalista, na sua sublime sapiência, comentava: "mas com enormes custos";
- Na TVI José Alberto Carvalho lamentava a perda de emprego de alguém casado ou amancebado pois "afectava os dois" (sic).
Há um número razoável de loucos a acreditar que se pode trazer a uma economia -minada durante mais de uma década por lideranças corruptas e criminosas, decisões equivocadas ou maliciosas- a bonança num abrir e fechar de olhos sem sacrifícios, privações e fundamentalmente mais poupança e trabalho.
Entretanto Passos Coelho tem uma oportunidade única: acabar com o aborto gratuito e prémios pelo aborto. É uma despesa de muitos milhões de euros que são necessários para acudir em ajudas directas a quem sofre situações dramáticas mas nunca para financiar açougues privados ou desviar recursos dos cuidados de saúde a quem está doente.
