... foi apenas não ter acontecido antes. O atentado na Alemanha (Berlim) contra o desfile LGBTQ+ — ou algo próximo disso, penso eu —, praticado por um muçulmano, era mais do que expectável. O “amor” islâmico por estas agremiações é bem conhecido.
A esquerda, que acompanha estes ditos radicais, já afiava as facas contra a direita. Uma ativista do clã LGBTQ+ foi clara: preferia que o autor fosse “branco e católico”. São claramente racistas, islamófilos, cristofóbicos e, acima de tudo, militantes de um autêntico pântano moral.
De nada lhes valeram os movimentos “Queers for Palestine”, os desfiles com bandeiras do Hamas e o antissemitismo de serviço.
Usarão estes grupelhos alguns neurónios para transformar estes factos num acto profilático?
Talvez não ou, porventura, um dia quando encararem a realidade e se deixarem de fantasias.
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