Por mais malabarismos que a incompetente e sectária comunicação social faça, a verdade é que não houve caos, nem descoordenação, nem desnorte: houve problemas, mas problemas típicos de qualquer processo de reformas. Talvez sejam apenas 600 casos em dezenas de milhares.
Podem a «Missão Escola Pública» (que palhaços), a FENPROF (a mão oculta do PCP que só tem destruído o ensino) e o senhor Filinto, presidente de qualquer coisa «cujo nome não se pode pronunciar», dizer o que quiserem.
Há muito lobby a desmontar e é precisa ainda mais coragem para o fazer. Espero que o Ministro consiga. Os problemas no ensino são muitos: 50 anos de desvario não se resolvem em quatro anos.
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